Desperdício de Mercadoria = Novos Produtos

Prejudica o Meio Ambiente Junho é o mês do Meio Ambiente, por isso mais do que nunca o desperdício de alimentos gera todos os impactos ambientais da produção de alimentos (uso intensivo e poluição da terra e dos recursos hídricos, exacerbação da perda de biodiversidade, emissões de gases de efeito estufa) sem nenhum dos benefícios de alimentar as pessoas. Sabemos que atualmente desperdiçar é perder dinheiro e prejudicar o meio ambiente. Contamos com diversos tipos de embalagens industriais que garantem o bom manejo e durabilidade em qualquer produto que seja, mas, mesmo assim, podem ocorrer erros. O desperdício que iria ser jogado fora, pode se tornar um novo produto! Esses resíduos, dependendo do jeito da sua produção, podem ser perdidos. Pesquisadores descobriram uma forma de não jogar fora produtos descartados pela indústria de suco, por exemplo, e invés disso eles reaproveitam e criam cosméticos naturais. O maracujá é um excelente exemplo de propriedades antioxidantes perfeitos para cosméticos. Já parou para pensar que seu desperdício pode se tornar um novo produto para seus clientes? Fale com o nosso time temos a solução ideal para demanda! Até o próximo post.
Empregabilidade e mercado da indústria de bebidas no Brasil

Entenda as principais características de uma das maiores áreas da indústria nacional. Esse tipo de indústria engloba mais de 3 mil empresas que fabricam diversos produtos, incluindo água, sucos, cervejas e refrigerantes. Então, no artigo de hoje você irá conhecer mais sobre o setor e quais são os tipos de máquinas mais adequadas para atender as necessidades desta indústria. Conforme o Perfil Setorial da Indústria, plataforma da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor de bebidas faz parte da chamada indústria de transformação. No que lhe concerne, essa contribui com 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria brasileira. Segundo o mesmo Perfil Setorial, mais de 120 mil pessoas trabalham no setor de bebidas em nosso país. Um dado surpreendente e merece destaque é que devido ao tamanho do mercado consumidor, 99% das bebidas produzidas em solo nacional são voltadas para o consumo interno. Ampla variedade de bebidas comercializadas: A quantidade de produtos vendidos varia muito conforme a empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. A Kikkoman, por exemplo, concentra-se na fabricação de saquê (tradicional bebida alcoólica japonesa) e outros produtos fora da indústria de bebidas (como arroz e molhos). Inovações sustentáveis e tecnologias na indústria de bebidas: Assim como acontece com outras indústrias, as empresas de bebidas também precisam se reinventar, sempre apresentando novidades e demonstrando estar cada vez mais próximas de seu público consumidor. Um assunto que vem ganhando cada vez mais relevância todos os anos é a sustentabilidade, um exemplo de preocupação com o meio ambiente é o da Coca-Cola. Em setembro de 2021, a filial brasileira de uma das maiores corporações norte-americanas do mundo anunciou uma mudança importante: a água mineral Crystal tornou-se a primeira garrafa de água composta apenas por material PET-reciclável, dispensando por completo o uso de matéria-prima virgem. O objetivo é reduzir o nível de emissões de CO2 e o descarte incorreto de embalagens. A iniciativa faz parte de uma estratégia maior: até o ano de 2030, todas as embalagens da água Crystal serão corretamente destinadas, fazendo com que a operação não gere nenhum resíduo. Outro caso que pode ser considerado aqui é o da startup Zé Delivery, criada dentro da Ambev em 2016 pelo Fundo de Bebidas da ZX Ventures, hub de inovação e aceleração responsável por desenvolver soluções para consumidores. Trata-se de um aplicativo que, no começo, consistia na entrega de bebidas alcoólicas na casa do cliente, sempre pelo menor preço e com a garantia de estarem geladas. Atualmente, o Zé Delivery ampliou a gama de produtos ofertados para além das cervejas, tornando-se uma espécie de mercado virtual. Agora, estão disponíveis para compra itens como refrigerantes, sucos, gelo, carnes para churrasco, carvão, salgadinhos, chocolates e outros. Qual a máquina mais adequada para o setor de bebidas? Como você acompanhou, a indústria de bebidas é importante para abastecer o mercado nacional. Mas também é extremamente necessário que haja o equipamento e insumos adequados para que a produção, armazenamento e logística aconteçam da melhor forma. Pensando nisso, conheça quais são os insumos industriais ideais que a APLASTIK oferece para sua produção ter a eficiência que seu negócio precisa. Insumos Industriais: As embalagens industriais da APLASTIK possuem a tecnologia mais avançada para aumentar a qualidade e rapidez dos seus processos. Aqui você pode encontrar: Disponibilizamos diversos modelos e medidas de embalagens industriais, para todos os tipos de necessidade. Em nosso site temos disponíveis que você precisa para fazer seu negócio crescer, independentemente do tamanho da sua empresa! Fale com nossa equipe!
Como organizar um depósito: 7 dicas que vale a pena conferir

Organizar um estoque é uma tarefa complexa e necessária, que gera muitos benefícios na cadeia logística. Não importa qual é o seu segmento: quanto mais organização, melhores são os resultados. Cada produto que entra deve ser registrado, de modo que saia corretamente no prazo estimado. Deve ser fácil encontrar cada um e garantir que estejam em condições ideais de temperatura e segurança. Mais regras surgem a depender do tipo de produto estocado. Assim, é importante entender as melhores práticas quando falamos em como organizar um depósito. É necessário também buscar visibilidade e apoio da tecnologia para controlar melhor os itens, mesmo em uma escala crescente. Com isso, você consegue agilizar as operações e evitar dores de cabeça no gerenciamento das mercadorias que entram e saem. A importância de saber como organizar um depósito Organizar um depósito é crucial para a saúde das operações logísticas. Ao controlar isso, a empresa garante uma série de pontos positivos. Um deles é o controle para evitar perdas de produtos. Ao gerenciar melhor o estoque e o layout do depósito, é possível evitar desaparecimento de itens que entraram e problemas que tornam essas mercadorias inacessíveis. Desse modo, é viável obter maior agilidade no fluxo logístico. Afinal, na cadeia de suprimentos, velocidade é importante: um dos deveres é cumprir os prazos sem nenhum problema para não causar dificuldades para o processo seguinte. Cada agente deve fazer sua parte para gerar resultados ótimos para o consumidor final. Pense em um estoque de peças automotivas ou de materiais de construção, por exemplo. É preciso seguir regras para não criar entraves na rotina de produção. Então, a organização do depósito se torna essencial. Outro ponto positivo é a localização de itens. Para achar os produtos de forma mais fácil, é preciso ter uma boa lógica de organização e de registro. Isso facilita inclusive o trabalho dos colaboradores, que não precisam se esforçar demais para cumprir suas funções. Também vale mencionar que um centro de distribuição ou armazém que se organiza bem consegue otimizar sua reputação no mercado. Dessa maneira, é fácil conseguir parcerias e relações de negócio com transportadoras, e-commerces e outras empresas. Como organizar um depósito: 6 dicas fundamentais Para te ajudar a entender como organizar um depósito, vamos finalmente mencionar algumas dicas de ouro. Acompanhe. Defina as categorias dos produtos do depósito Categorizar os produtos é uma forma de dividir bem o controle e garantir a atenção devida a cada classe de itens, de forma padronizada. Cada categoria com mercadorias similares pode ser armazenada em uma seção, de acordo com as necessidades e os cuidados para cada produto. Essas categorias podem ser definidas a depender das características: tipos, tamanhos, sensibilidade com relação a danos, etc. Você pode também trabalhar com outras lógicas, a depender do que funciona melhor. A categorização é crucial para ajudar na localização dos itens, bem como no controle exato deles em softwares auxiliares. Cadastre todos os produtos que entram Sobretudo, é crucial cadastrar todos os itens assim que entram no depósito. Nesse sentido, vale contar com o apoio de alguma ferramenta que registra os produtos e confere a eles algum número identificador ou código. É importante registrar as informações relevantes, como quem enviou o produto, para onde ele está destinado, qual é o prazo de expedição, as características e condições ideais de armazenamento, etc. Cada produto naturalmente requer um conjunto de características diferentes. Alimentos, por exemplo, precisam de data de validade; peças precisam do tamanho; etc. Esse cadastro bem feito ajuda nas tarefas de localizar, manusear e controlar exatamente a separação e a expedição. Defina as responsabilidades O trabalho logístico é um trabalho coordenado, de várias etapas e funções. Então, é preciso definir muito bem as responsabilidades entre a equipe. Separar os trabalhos de cada colaborador ajuda a organizar melhor essas tarefas e garantir que elas sejam devidamente cumpridas. Assim, é viável evitar que um funcionário fique sobrecarregado e negligencie suas funções. Pense estrategicamente na estrutura do local Quando falamos em como organizar um depósito, o layout é de extrema importância. A forma como a estrutura está definida e organizada gera um impacto enorme na agilidade, na eficiência e no controle dos itens. Aqui, você pode optar pela lógica que for mais conveniente. Em alguns estoques, as empresas dividem as seções de acordo com os prazos de expedição; em outros, eles dividem por tipos de produtos. O mais importante é seguir um padrão e organizar o layout pensando, inclusive, na movimentação dos itens a partir do momento em que entram no depósito. O ideal é otimizar ao máximo a movimentação e garantir que não haja congestionamento. Ou seja, pense bem nas rotas. Além do layout em si, a empresa deve pensar também na estrutura e nos elementos estruturais que ajudam a atender a demandas específicas. Prateleiras, vãos, porta pallets e outros itens que variam a depender do tipo de estoque. Equipamentos serão necessários? Não esqueça deles É sempre bom lembrar dos equipamentos que ajudam no controle e no planejamento de estoque. Itens como empilhadeiras, carrinhos, paleteiras e outros ajudam nas funções operacionais, permitindo que as empresas obtenham maior eficiência e consigam acessar rapidamente toda a estrutura do depósito. Sobretudo, essas ferramentas servem como um ótimo apoio para seus colaboradores, por conta da automação de certas tarefas. Pense em otimizar a vida deles para evitar acidentes e gargalos nas operações. Defina como fará o acompanhamento do inventário O inventário do estoque é crucial também. Não esqueça de organizar seus itens e listar todos eles de acordo com as informações mais importantes para obter acurácia. Também é fundamental definir a periodicidade desse inventário (será atualizado anualmente? Mensalmente?). Dica bônus: como organizar um depósito? A tecnologia chegou para ajudar! Antes de terminar, precisamos ressaltar o poder da tecnologia para auxiliar na organização e no controle de depósitos. O ERP, por exemplo, é uma das soluções automatizadas que registram produtos, asseguram a gestão deles em tempo real e permitem controle sobre os prazos de expedição para evitar erros. A automação ajuda a aprimorar o trabalho humano para atender a demandas
Metodologia 5S: Como Aplicar Na Prática?

Desenvolvida no Japão, a metodologia 5S é um programa de gestão da qualidade que busca aperfeiçoar fatores de organização, limpeza e padronização dentro de uma empresa. Para isso, essa metodologia utiliza princípios que visem a melhoria e maior qualidade nos processos humanos, para alcançar a excelência e crescimento empresarial. Assim, o principal benefício de implementar os 5S está em desenvolver a capacidade de se adaptar nas diversas realidades. Dessa forma, é utilizado como plano estratégico para que a empresa apresente melhorias com foco na qualidade. A metodologia envolve as palavras japonesas: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke. Quer entender melhor sobre a metodologia 5S? Confira nosso artigo! Origem dos 5S Como já mencionado, a metodologia 5S se desenvolveu no Japão após a Segunda Guerra Mundial. Por isso, o objetivo era reestruturar o país através da reorganização as empresas e indústrias. Entretanto, no período, muitos princípios de controle e qualidade americanos acabaram sendo aperfeiçoados no país, impulsionando no desenvolvimento das indústrias. Dessa forma, o Total Quality Control, ou Qualidade no Estilo Japonês, se estabeleceu, consistindo na gerência dos processos, visando a qualidade dos produtos. Assim, devido a facilidade de aplicação e simplicidade, essa metodologia acabou se expandindo por outras indústrias e países, em que o objetivo era evitar maiores desperdícios em função dos efeitos da guerra. Atualmente, a metodologia também permite ser aplicada em diversos ambientes, sendo útil também no contexto pessoal e profissional. O que é 5S? A metodologia dos 5S consiste em ferramentas que auxiliam na qualidade empresarial. Portanto, a sua origem tem como base os cinco “sensos” de limpeza e organização da cultura japonesa. Para facilitar a compreensão destes termos, explicamos cada um. Entenda o significado dos termos: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke. SEIRI O primeiro S está relacionado ao uso consciente e eficiente dos materiais e recursos. Ou seja, é organizar as ferramentas realmente necessárias para a realização de determinadas atividades. Por isso, esse S é denominado Senso de Utilização. Dessa forma, o objetivo é refletir sobre os hábitos e até o acúmulo de objetos não necessários. Além disso, o foco está no combate às distrações visando a maior produtividade e concentração de todos os colaboradores da empresa ou no ambiente pessoal. Vantagens da utilização SEITON Após definir o que é realmente necessário e útil, é momento de organizar seus materiais. Assim, o segundo S da metodologia, consiste no Senso de Organização. Por isso, o objetivo aqui é manter mesas e arquivos organizados, senão, ao contrário, isso se tornaria inútil, certo? Além disso, manter a organização no trabalho é importante, garantindo economia de tempo ao facilitar no momento de encontrar os materiais básicos, focando no que realmente importa. Portanto, mantenha a organização antes de iniciar seus trabalhos. Vantagens da utilização SEISO O terceiro S diz respeito ao Senso de Limpeza que todos os colaboradores devem ter, seja com os materiais de trabalho, tanto com o local em que se realiza a atividade. Dessa forma, isso desperta maior responsabilidade individual, afinal, o local de trabalho também é sua responsabilidade. E não cuidar bem desse ambiente, pode afetar a sua produtividade. Além disso, esse senso abrange o relacionamento interpessoal, com respeito e honestidade, logo, trabalhar em um local propício e limpo, aumenta o bem estar e a sua disposição durante as atividades. E isso reflete até na qualidade da entrega. Vantagens da utilização SEIKETSU Para garantir que a metodologia seja assimilada e incorporada na rotina, é preciso que os processos anteriores sejam seguidos e aplicados corretamente. Portanto, o Senso de Padronização e Saúde busca oferecer um padrão de cores, iluminação e processos alinhados com a higiene pessoal e do ambiente de trabalho, verificando se há problemas que possam afetar ou interferir na saúde e produtividade dos colaboradores. É possível utilizar ferramentas que auxiliem nessa etapa e assegurem que os processos sejam cumpridos e a produtividade a mais alta. Por isso, um método complementar é a chamada metodologia ágil, dividindo as atividades e facilitando o trabalho. Vantagens da utilização SHITSUKE Por fim e não menos importante. O último S diz respeito ao Senso de Disciplina e Autodisciplina, ou seja, quais os sentimentos gerados pela metodologia 5S. Logo, esse é o momento de ver a transformação dos hábitos que foram gerados. E isso requer disciplina e tempo para realmente sentir o efeito das mudanças. Além disso, é preciso de momentos para avaliar o feedback dos impactados pelas mudanças. Dessa forma, é possível trocar experiências e compreender o real efeito da metodologia. E um passo importante para evidenciar as mudanças é reconhecer os erros, tanto pessoais, quanto profissionais. Ao identificar falhas, tenha consciência de que para evoluir, precisamos de disciplina. Vantagens da utilização Por que implantar a Metodologia 5S? A metodologia 5S é responsável por auxiliar e melhorar os processos de uma organização, contribuindo para uma boa relação entre os colaboradores. Por isso, sua aplicação é simples e pode ser implementada sem dificuldades. Assim, mais do que aplicar os conceitos de cada S, a metodologia exige atenção e comprometimento da empresa. Além disso, os resultados obtidos podem ser eficazes para o ambiente de trabalho e também para o comportamento dos colaboradores, aumentando a produtividade. Entenda abaixo como aplicar um controle de atividades otimizado com foco na eliminação do desperdício. 3 Passos para aplicar a metodologia 5S Após compreender os 5S da metodologia, é preciso entender como aplicar os conceitos na sua empresa. Acompanhe abaixo. Comissão O primeiro passo é escolher colaboradores para serem os guardiões de cada S. Por isso, identifique quem possui influência sobre as equipes e capacite-os. Assim, o objetivo é demonstrar aos demais as vantagens da metodologia, evidenciando as boas práticas. A criação dessa comissão deve identificar os problemas da empresa e, com base nos 5S, realizar análises de corrigir as falhas. Implementação A implementação é um trabalho realizado em conjunto com a comissão e também com os gestores. Isso porque a comissão permite que as etapas sejam cumpridas de acordo com o planejado e os gestores forneçam as condições para que a metodologia seja efetivamente aplicada. Dessa forma, é necessário que haja uma mobilização coletiva para que a metodologia faça sentido. E, para expor a importância dos 5S, uma boa apresentação a todos
25 de Maio – Dia nacional da Indústria

No dia 25 de maio, comemora-se no Brasil o Dia Nacional da Indústria. A data serve para homenagear o setor brasileiro, também conhecido como secundário, que é responsável por movimentar parte considerável da economia. Trabalhando com a produção dos mais diversos produtos, desde alimentos, vestuários e até tecnologia de ponta, o setor industrial é extremamente amplo. De forma mais geral, as indústrias podem ser dividias entre três tipos: indústrias de base, intermediárias e de bens de consumo. O primeiro, refere-se as indústrias pesadas – que são responsáveis por se apropriar da matéria prima bruta e transformar em produtos que serão usados pelas outras indústrias. Já as intermediárias são responsáveis por utilizar a matéria prima processada e produzir peças e ferramentas, necessárias para as indústrias de bens de consumo, que, por sua vez, tratam da produção de diversos produtos que irão para o mercado consumidor. Atualmente, o Brasil é uma das maiores potências no ramo industrial, dentre as nações consideradas subdesenvolvidas. Mas, a história do setor no país é relativamente recente, principalmente se comparada à outras nações da Europa Ocidental e aos Estados Unidos, que passaram pela Revolução Industrial, entre o século XVIII e XIX. Por outro lado, isso não significa que o Brasil não venha tendo avanços significativos no setor industrial há muito tempo. É possível reconhecer o primórdio de uma indústria brasileira ainda na época colonial. Porém, após o governo de Getúlio Vargas e JK, já em meados do século XX, o país finalmente pôde observar a consolidação de uma indústria nacional. Entretanto, é em 1948, durante a presidência de Gaspar Dutra, que surge a ideia para a criação do Dia Nacional da Indústria, após o falecimento de Roberto Simonsen, uma importante figura do meio. A história do 25 de maio O Dia Nacional da Indústria, em 25 de maio, foi escolhido em homenagem ao empresário e industrial Roberto Simonsen, que faleceu nessa mesma data, em 1948. Ele foi responsável pela primeira empresa de construção civil do país e ainda foi parte significativa da consolidação do parque industrial do Brasil. Não à toa, recebeu o título de Patrono da Indústria Nacional. Roberto Simonsen foi um brasileiro de muitos feitos. Além de sua grande contribuição para o avanço da indústria, ele era engenheiro, professor, historiador, político e foi aceito como membro da Academia Brasileira de Letras. Por fim, também presidiu entidades representativas importantes para o meio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Dessa forma, não seria exagero afirmar que muito do que a indústria brasileira é hoje, deve-se aos esforços, comprometimentos e incentivos de Simonsen. Setores industriais no Brasil Atualmente, o parque industrial brasileiro é extenso e diverso. No país, destacam-se a indústria de automobilística, petroquímica, alimentícia, de minerais, de vestuário, entre outras. Além disso, diversas áreas – como comércio, comunicação, educação e serviços públicos – dependem diretamente do funcionamento pleno dessas indústrias. Sendo assim, o setor industrial é muito maior do que seu próprio eixo, afetando diversas esferas de todo o Brasil. É possível perceber que a concentração do parque industrial brasileiro está, principalmente, no Sudeste. Porém, isso já apresenta algumas mudanças. Muitos estudos apontam para uma certa dispersão, principalmente de indústrias da área de infra-estrutura de transportes e energia, para outras regiões da nação. Entretanto, independentemente do tipo de produto que a indústria produz, em qual ramo ela se encontra e aonde sua base está localizada, há algo que todas necessitam igualmente: energia elétrica. Energia elétrica: a grande aliada da indústria Em maio também se comemora o dia Mundial da Energia Elétrica. E é inegável que a energia é um dos pré-requisitos mais importantes para o funcionamento pleno da indústria. Inclusive, o setor industrial é responsável por grande parte do consumo de energia no Brasil. E é por meio dela que é possível alimentar diversas áreas da sociedade e movimentar consideravelmente a economia. Neste contexto, cabe ao Ministério de Minas e Energia o planejamento de médio e longo prazos de modo a garantir o desenvolvimento, tornando o país atraente e seguro para investimentos de longo prazo. O Brasil tem um importante desafio para a próxima década que será o de promover a expansão da oferta de energia de modo a sustentar a retomada do crescimento econômico nacional. O governo deve resguardar a segurança energética e preservar o acesso à energia a preços competitivos. Outro grande desafio é a interconexão do SIN ao Sistema Isolado no Norte do país, onde a geração é predominantemente a diesel. Várias regiões estão localizadas em áreas remotas e, consequentemente, o acesso ao Sistema Interligado levará anos, senão décadas. Neste caso, as indústrias locais são bastante impactadas pela geração ineficiente de usinas com alto consumo específico. O governo deve buscar a contratação de usinas mais eficientes que reduzirão o custo de geração e de emissão de poluentes, tal qual ocorreu no leilão de Manoel Urbano e Assis Brasil no Acre. Ambas não estão interligadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional) e não possuem energia elétrica da concessionária. Cada cidade conta com uma usina de geração de energia elétrica com 2 MW de capacidade, através do aluguel de geradores de 550 KVA. Ao lançar novas licitações na modalidade de contratação de produtor independente de energia (PIE), o governo não só reforçará a busca por preços mais atrativos como também trará maior capacidade de competitividade a estas indústrias. Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post. Até mais!!
SUPPLY CHAIN: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

A supply chain (cadeia de suprimentos) é uma cadeia de operações que precisa de uma gestão que dê atenção a cada ponto. É necessário integrar os sistemas, garantir visibilidade e evitar erros para que problemas não se propaguem pela cadeia. Para isso, as empresas precisam saber exatamente o que é supply chain e como melhorar esse conceito. Ou seja, é inevitável um efeito dominó nesse sistema. Assim, erros até menores desencadeiam uma série de reações e dificuldades maiores quando são levados adiante. Por isso, se faz cada vez mais importante ter uma boa gestão de suprimentos nesses processos. Afinal, a supply chain é um conceito que perpassa todos os setores e segmentos, de modo a assegurar o bom funcionamento da mecânica do mercado. Felizmente, com as ferramentas tecnológicas atuais, é possível melhorar o nível de produtividade, escalar os resultados e reforçar a comunicação. Por isso, é importante entender mais sobre esse conceito e saber como otimizar cada etapa. O que é supply chain? A cadeia de suprimentos é um conjunto de processos interligados em sequência. Uma operação gera um resultado que se torna a entrada da próxima operação. É importante destacar que o conceito abrange todas as fases de um produto, desde sua concepção. Assim, envolve a coleta de matéria-prima, a produção, o armazenamento, a distribuição e o transporte. Da produção até chegar ao cliente. Nos casos de logística reversa, a cadeia também se preocupa com os processos de envio iniciados pelo cliente. Nesse sentido, requer a participação ativa de vários agentes, responsáveis por cada ponto. É fundamental integrar todos esses agentes para garantir uma comunicação eficaz e precisa. O supply chain aplicado na logística Os conceitos de supply chain e logística são distintos, apesar de serem tratados como sinônimos por muitas pessoas. Contudo, as melhores práticas da cadeia podem ser aplicadas para melhorar constantemente o fluxo logístico. A divisão que faz mais sentido é a que coloca a logística como um processo de movimentação de mercadorias, ao passo que a cadeia de suprimentos abrange os processos de produção, estudo de demanda, etc. Assim, em um esquema representativo, a logística comporia uma parte da cadeia, responsável pela movimentação de itens de centros de distribuição para outros e de armazéns para transportadoras. O fluxo logístico só termina de fato quando o produto chegou à loja final ou ao cliente. Contudo, a supply chain monitora tudo isso de perto. E como funciona o supply chain nas empresas? Como pontuamos de forma breve quando falamos sobre o que é supply chain, é fundamental falar em integração quando pensamos no funcionamento de uma cadeia de suprimentos. Para garantir uma comunicação sincronizada, sem erros sendo propagados, com o respeito dos prazos e do cuidado com os produtos, é fundamental que cada agente esteja conectado ao outro. Nesse sentido, os registros devem estar sincronizados, de modo a evitar erros de produtos não enviados, por exemplo, ou contagem errada de itens. Por esse motivo, é necessário discutir a importância de uma aplicação de gestão centralizada. Esse sistema ficaria responsável por controlar os dados, os registros e a movimentação dos produtos, bem como estimar a demanda, etc. Aliás, como vimos, a supply chain depende fortemente de uma boa análise de demanda. De certa forma, todo o processo é desencadeado como uma resposta para uma identificação de um espaço vago no mercado, algo a ser preenchido. A partir da coleta de necessidades do cliente, torna-se viável iniciar a produção e a busca por matérias-primas. Isso, por sua vez, ajuda a definir também os prazos, de modo que se consiga controlar quando cada operação deve entregar o seu resultado. Da mesma forma, a cadeia de suprimentos também se encarrega do relacionamento saudável com o cliente. É preciso administrar muito bem essa relação para garantir o máximo de satisfação e fidelização dos consumidores em todos os pontos. Gestão de Supply chain: como fazer? Agora que você já entendeu o que é supply chain e suas nuances, vamos compreender como fazer uma gestão inteligente. Um dos pontos é o uso da automação. A gestão da cadeia é beneficiada quando a empresa adota sistemas que realizam funções repetitivas e ajudam a agilizar os processos menores. Com a certeza de que haverá precisão, menos desgaste e menos cansaço nessas operações, é possível seguir adiante e continuar com o processo para garantir a produtividade. Outra questão é o uso de indicadores. Para assegurar o crescimento dos bons resultados, tenha uma boa visão com indicadores claros e consistentes. É sempre bom monitorar cada etapa de perto para assegurar qualidade e segurança Definir os indicadores ideais para cada fase é crucial para garantir o melhor dos cenários. Benefícios do Supply Chain para as empresas Vamos falar um pouco mais sobre os benefícios da cadeia de suprimentos. Um deles é a diminuição dos prazos. Uma gestão inteligente de cada um dos processos agiliza o fluxo de movimentação dos produtos, eliminando imprevistos. Tudo fica claro para a gestão, que consegue se planejar melhor. Uma vez que cada agente terá visibilidade e será monitorado de acordo com os indicadores, é viável assegurar que eles entreguem o esperado. Tudo segue de acordo com o planejamento geral, que respeita possíveis eventualidades em cada etapa. Por sua vez, essa redução no tempo para realizar tarefas também implica diminuição de custo de frete. Da mesma forma, isso gera maior produtividade. Outro benefício é a segurança do estoque e otimização dos produtos estocados. Os erros comuns na gestão são evitados, uma vez que a companhia consegue controlar melhor cada item, em cada seção do centro. É possível monitorar as mercadorias em cada ponto, em cada fase, desde o registro até a expedição do armazenamento. Dessa forma, a empresa verifica se os produtos estão sendo devidamente armazenados, de acordo com as condições de segurança e proteção. É viável garantir um cuidado específico para cada tipo de item. Outras vantagens: pontualidade no fluxo, antecipação de tendências, maior qualidade nas entregas e melhor gestão da relação com o cliente. Áreas que precisam do supply chain São várias as áreas e os segmentos que
Polímeros: Tudo que você precisa saber sobre esses Materiais.

A importância dos polímeros nas nossas vidas é evidente quando observamos suas aplicações em todos os setores da indústria e em áreas totalmente diversas, mas muito presentes no nosso cotidiano. Mas o que são os polímeros? Quais as suas aplicações e por que são tão utilizados assim? Nesta seção você vai saber como os polímeros são obtidos através da polimerização, sua fabricação e quais são os principais representantes de cada classe. Vai conhecer também a diversidade de polímeros existentes atualmente e suas principais propriedades químicas e físicas. O que são polímeros? A palavra polímero origina-se do grego poli (muitos) e mero (unidade de repetição ou partes). Dessa forma, um polímero é uma macromolécula composta por milhares de unidades de repetição. Essas unidades são os meros e fazem ligação covalente entre si. O monômero (uma molécula com uma unidade de repetição) é a matéria-prima para a produção de um polímero. Os polímeros são, na maioria das vezes, partes de um composto orgânico, com alta massa molar (mais de dez mil chegando até dez milhões). Os polímeros não foram inventados pelo homem, há muito tempo já existiam essas macromoléculas presentes na natureza e na vida da humanidade, como a lã, o couro, a madeira, entre outros exemplos. Contudo, com o avanço da ciência e tecnologia, tem-se os polímeros artificiais ou sintéticos. Com isso, tem-se uma primeira divisão desse material em dois grupos classificados quanto a sua ocorrência, sendo eles os polímeros naturais e os polímeros sintéticos. Polímeros Naturais Os polímeros naturais são aqueles encontrados na natureza (que derivam de animais e plantas) e também são chamados de biopolímeros. São grandes exemplos dessa classe: as proteínas, os polissacarídeos (amidos, celulose e glicogênio), a borracha (extraída da seringueira – látex), entre outros. São úteis na fabricação de diversos materiais como papel e pneus, além das proteínas e polissacarídeos estarem presentes nos alimentos que ingerimos e serem fundamentais para o corpo humano. Polímeros Sintéticos ou Artificiais Esses polímeros são produzidos em laboratório e surgiram da necessidade de imitar os polímeros naturais. São produzidos através da síntese: processo que surgiu na segunda metade do século XIX, após a descoberta da Química Orgânica, e por envolver reações químicas em laboratório, requer tecnologia sofisticada. São alguns exemplos: o polietileno (PEAD ou PEBD), que é o polímero de maior aplicação comercial, o polipropileno (PP), o poliestireno (PS), o policloreto de vinila (PVC), o teflon (PTFE), entre outros. Como os polímeros são produzidos? Os polímeros são produzidos por um processo químico conhecido por polimerização, sendo a reação que une quimicamente as moléculas de monômero, dando origem às macromoléculas. A polimerização pode ser realizada por: Ou seja, os polímeros são produzidos por um mesmo processo, porém cada um com suas especificidades. Além disso, a principal matéria prima para a produção dos polímeros é o petróleo, porém, por ser uma fonte esgotável, também são usados o gás natural e outras fontes renováveis, como o etanol (álcool etílico). A cadeia Petroquímica e o Plástico Essa produção está representada esquematicamente na imagem abaixo: A cadeia petroquímica e o plástico. Disponível em: https://www.broliato.com/br/faq/9/como-funciona-a-cadeia-petroquimica Após a extração do petróleo, tem-se a etapa de refinamento na qual são divididos os subprodutos desse recurso natural como mostrado acima. Em seguida, inicia-se o processo na cadeia da atividade petroquímica, separado em gerações (ou estágios). A primeira geração fornece os produtos petroquímicos básicos, como o eteno, propeno, butadieno, entre outros, que são os monômeros usados na polimerização citados anteriormente, por meio do craqueamento, no qual as moléculas são quebradas por aquecimento a altas temperaturas, transformando frações de cadeias carbônicas maiores em frações com cadeias carbônicas menores. A segunda geração transforma os petroquímicos básicos nos petroquímicos finais, como polietileno (PE), polipropileno (PP), polivinil cloreto (PVC), poliésteres, óxido de etileno etc, os quais são os polímeros gerados pela polimerização. A terceira geração é onde os produtos finais são quimicamente modificados ou conformados em produtos de consumo, ou seja, como de fato encontramos os produtos à venda. Além disso, a indústria do plástico é o setor que movimenta a maior quantidade de produtos fabricados com materiais petroquímicos. Na figura abaixo é mostrado o esquema de quais insumos são gerados pelo petróleo e gás natural separadamente para a produção dos polímeros. Figura 2: Fluxograma esquemático de insumos petroquímicos: a) obtidos a partir do petróleo; b) obtidos a partir do gás natural. Fonte: Antunes (2007, p. 94) Principais formas de fabricação dos polímeros Cada material tem sua forma de ser fabricado, dependendo do tipo de polímero, formato, tamanho, complexidade, etc. Para que seja possível a transformação da resina polimérica nos produtos finais, é necessário realizar o seu processamento de acordo com suas necessidades. O processamento dos polímeros exige muito conhecimento da matéria prima e suas características, pois é necessário que o procedimento ocorra em altas temperaturas para que o polímero seja fundido. Além disso, a forma de processamento está diretamente relacionada com o que se é esperado obter no produto final. Os processos de fabricação mais utilizados na produção de transformados plásticos são a extrusão e a moldagem por injeção. Porém, também podem ser fabricados a partir da termoformagem, por compressão, sopro ou rotomoldagem. Para saber mais sobre o assunto, acesse nosso conteúdo sobre o processamento de polímeros. Quais são as classes e seus representantes? Os polímeros possuem diversas classes de acordo com alguma propriedade ou característica, como citado no início, uma delas é dividida entre naturais e sintéticos. Porém, também podem ser classificados conforme sua reação ao calor e por possuírem propriedades distintas devido às suas interações moleculares, os quais se dividem em termoplásticos, termofixos e elastômeros. Os termoplásticos amolecem quando são aquecidos, processo que pode ser reversível. Em geral são bastante macios e flexíveis, apresentando um comportamento quando submetidos a uma tensão de tração semelhante ao dos metais. São exemplos dessa classe: polietileno (PE), poliestireno (PS), PET e cloreto de polivinila (PVC). Os termofixos apresentam grande número de ligações cruzadas, o que faz com que eles não amoleçam quando aquecidos. São, em geral, mais duros, rígidos e resistentes quando comparados aos termoplásticos. Borrachas vulcanizadas, epóxis e resinas fenólicas compõem esse grupo. Os elastômeros, classe das
Fechamento de embalagens: dicas essenciais para segurança no transporte

O fechamento de embalagens bem feito é a garantia de que o transporte de cargas possibilitará a entrega sem nenhum tipo de dano ao material. A fim de que os produtos cheguem intactos ao consumidor final ou às distribuidoras, o produto passa por processos de empacotamento, envelopamento, paletização etc. Dessa forma, envolve técnicas, equipamentos e insumos para que sejam garantidos, além da proteção às mercadorias, fatores como otimização de espaço — como é o caso da paletização. Assim, com a finalidade de garantir a segurança no transporte, se deve dar atenção para evitar de cometer alguns erros, sobretudo na escolha de embalagens. Vamos ver como isso é na prática? Continue a leitura! Fechamento de embalagens eficiente: o que considerar Entenda o que considerar ao escolher as embalagens para cada tipo de produto e evitar erros: Esta dica vale especialmente para embalagens de mercadorias frágeis. Objetos de vidro, porcelana e bebidas são exemplos. Esses tipos de produtos exigem embalagens resistentes, que os protejam bem. O plástico bolha é fundamental para essa proteção, assim como a caixa de papelão, muito resistente e usada para proteger qualquer tipo de carga. Além disso, é preciso ficar atento ao fechamento. As caixas devem ser bem lacradas — a fita gomada é uma das melhores opções para isso. Assim como as especificidades dos materiais frágeis, há aqueles que costumam ficar em estoque e que podem sofrer danos por causa da ação do tempo nas caixas de papelão. Como resolver? Com filme stretch! Com o reforço desse material, se consegue garantir que as mercadorias não vão deteriorar. O controle de qualidade de fechamento de embalagens na indústria é um processo fundamental para que se consiga manter o produto de acordo as especificações vigentes. Dessa forma, qualquer problema com a vedação da embalagem pode gerar problemas que comprometam a credibilidade da empresa junto ao seu cliente e, como resultado, ter sua saúde financeira prejudicada. Por isso, investir na automatização desse processo gera menos riscos e mais eficiência para o processo industrial. Equipamentos essenciais para o fechamento de embalagens Seladoras de caixas As seladoras de caixas são fundamentais para otimizar processos e eliminar os gargalos da produção. Além disso, são esses equipamentos que garantem a qualidade e segurança das embalagens. Da mesma forma, proporcionam benefícios como: Datadores Os datadores são os responsáveis pela inserção de informações como data de fabricação, vencimento do produto, número do lote etc. Envolvedoras de stretch As envolvedoras de filme stretch garantem o total controle no envolvimento do palete, além de padronizar esse processo e garantir economia no uso do insumo, sem desperdícios. Esses equipamentos garantem produtividade, redução de custos, maior segurança na carga e custo padronizado por palete. Precisando tirar dúvidas ou solicitar orçamento para a aquisição, aluguel ou comodato de máquinas ou para compra de insumos? Fale com um de nossos especialistas! Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários! Nos vemos no próximo post!
Motivos para ter uma empresa sustentável

Sustentabilidade é um dos assuntos mais relevantes no cenário mundial. Afinal, o meio ambiente é fundamental para termos uma vida saudável. Aliás, quando falamos do ramo empresarial, os consumidores têm dado prioridade para empresas engajadas com a saúde do planeta. Então, separamos alguns motivos para que sua empresa seja sustentável. Produza mais e gaste menos! Os recursos de sua empresa são fundamentais e devem ser tratados com sabedoria. Por isso, práticas sustentáveis são ótimas opções, pois, podem gerar economia de recursos. As práticas mais comuns são: diminuir o desperdício de água, usar lâmpadas de LED, reduzir o uso de papel e utilizar energia solar como fonte de energia. Instalar um projeto de captação de água de chuva, também pode gerar uma economia de 40% ou 60% com isso, fica menor a tributação na conta de água. Torne-se o queridinho do público! É um senso-comum social de que devemos preservar e ter responsabilidade ambiental. Então, empresas com engajamento em causas ambientais, são sempre as prediletas. Além disso, nós já falamos que economicamente pode ser muito saudável para que seu negócio se mantenha funcionando perfeitamente. Não se adequar a essa realidade pode significar maiores gastos em sua produção e não atingir os lucros esperados. Hoje, nossa cultura empresarial tem como foco três pilares: ambiental, financeiro e econômico. O mercado no geral está direcionando para essa cultura que não é mais tendência, é uma necessidade para o futuro. E aí, o que você acha desse assunto? Fique ligado que em breve, traremos novos conteúdos.
Mão de Obra Feminina na Indústria cresce quase 20%

História O caminho entre os direitos das mulheres e as lutas para a igualdade das minorias em geral estiveram sempre entrelaçados. Na época do Brasil Colônia (1500-1822), pouco foi conquistado. Vivia-se uma cultura enraizada de repressão às minorias, desigualdade e de patriarcado. As mulheres eram propriedade de seus pais, maridos, irmãos ou quaisquer que fossem os chefes da família. Nesse período, a luta das mulheres era focada em algumas carências extremamente significativas à época: direito à vida política, educação, direito ao divórcio e livre acesso ao mercado de trabalho. Fonte: https://www.politize.com.br/ Mulheres na Indústria Não é de hoje que as mulheres batalham por igualdade e no ramo da indústria não é diferente, e é até mais difícil, por ter mais presença masculina. As mulheres vêm conquistando espaço em diversos segmentos da indústria brasileira, representando já 32% da força de trabalho com maior presença no ramo de confecções e artigos do vestuário. Porém, não é o bastante. Os espaços fabris ainda são fortemente dominados pelos homens, tendo o setor automobilístico com mais distinções de gênero e salariais. Procura pela formação técnica O crescimento de mulheres, até em cursos técnicos aumentou 65% e a participação na indústria atingiu quase 20% nos últimos 10 anos, o que é um grande marco. O interesse de mulheres em cursos técnicos, a procura pela formação tem crescido. É fruto de diversas vantagens que o segmento oferta aos trabalhadores, como salário e maior qualificação técnica. Quais segmentos são os mais procurados O segmento com maior número de mulheres empregadas na indústria foi: mineração, materiais de transporte, alimentos e bebidas, madeira e mobiliário, indústria mecânica e papel e gráfico. Nós da Aplastik Embalagens desejamos um Feliz dia das Mulheres!!!