Personalização de embalagens: 6 razões para costumiza-lás

A personalização de embalagens é muito importante. Impactar as pessoas com o nome da sua empresa ajuda os clientes a facilmente reconhecê-la. É por isso que marcas grandes e pequenas customizam suas caixas com o logotipo como sua solução de embalagem. Ele não só causa uma impressão memorável nos clientes, mas também permite que eles conheçam mais sobre sua marca. Embalagens customizadas aumentam o valor estético da empresa e também abrem o caminho para atrair novos clientes. A logo e o marketing são importantes para pequenas marcas fazerem seus nomes no mercado. Mas isso não significa que marcas grandes e famosas possam ignorar isso. Caixas personalizadas com o logotipo são um meio fácil de promover sua marca. Quanto mais pessoas virem sua embalagem, mais pessoas ficarão familiarizadas com ela. Anunciar através de outros canais é muito caro, mas a propaganda com embalagens personalizadas é um modo barato de criar sua identidade. Considerando tudo isso, resolvemos elencar 6 motivos para você customizar as suas embalagens. Boa leitura! O que é a personalização de embalagens? Em primeiro lugar, vale falar do que se trata a personalização de embalagens. Ela nada mais é do que quando se deixa a embalagem com uma identidade única, de forma que você entenda que aquela embalagem foi customizada, em vez de ser igual a todas as outras. A personalização vai de acordo com as preferências de cada um. Sendo assim, as embalagens podem variar nas cores, padrões e ilustrações na personalização, por exemplo. Por que fazer a personalização de embalagens? Entendendo agora o que é a personalização de embalagens, podemos falar sobre suas vantagens. Te daremos 6 razões para você investir nisso! Embalagens customizadas com sua marca definem sua empresa A personalização de embalagens é o meio mais fácil de dizer aos clientes quem está por trás do produto de qualidade. Um logotipo define quem você é como marca, qual é sua história e o que você serve. Sua empresa pode dar uma resposta para todas essas questões colocando um logotipo nas suas embalagens customizadas. É por isso que o logotipo é tão importante para sua embalagem. Para iniciantes ou recém-chegados, a marca não é apenas colocar o logotipo. Mas é mais do que isso. Além do slogan da marca, cores e fontes também representam sua marca. O logotipo ajuda a aumentar o reconhecimento Como as pessoas podem reconhecer instantaneamente uma marca por trás do produto? A resposta é simples: o logotipo. Escolha um logotipo simples para suas embalagens de atacado. Será fácil para os clientes lembrar e reconhecer sua marca nas prateleiras. É o rosto de sua marca então ela deve ser parte do design de sua embalagem. As pessoas preferem comprar de uma marca familiar. Se você tem um design e logotipo consistentes, as pessoas se tornam conhecidas por sua marca. Isso resultará em compras repetidas e altas vendas. Afeta positivamente sua marca A embalagem customizada pode ter influência positiva ou negativa na imagem de sua marca. Se você incluir seu logotipo no design da embalagem, dá a impressão de que você é uma marca de renome e os clientes irão confiar mais na sua marca. Imagine se você receber um pacote sem nenhum nome da empresa ou identidade inesperadamente. É possível que você considere a marca como de baixa qualidade e que não tem nenhum valor estético. Sendo assim, isso criará uma imagem negativa da sua marca e você poderá perder a lealdade do consumidor. Da mesma forma, no sentido inverso, isso afeta positivamente a sua marca. Desempenha um papel primordial no marketing e promoção As embalagens customizadas têm um papel essencial no marketing por causa de sua identidade nelas. Como você promoveria seu nome se sua embalagem não estiver correta? Usar o logotipo nas embalagens é uma estratégia inteligente que funciona bem para atingir os objetivos de sua marca. Constrói seu relacionamento com os clientes Conectar-se com seus clientes em um nível emocional beneficiará você no longo prazo. Quando você apresenta seu produto você não tem a chance de encontrar seus clientes pessoalmente. Nesse cenário, sua embalagem atua como um vendedor silencioso e se comunica com os clientes. Isso porque as embalagens de marca constroem uma relação de confiança com os clientes. Elas mostrarão a seus clientes que você valoriza a experiência deles e deseja entregar o melhor. Você precisará da lealdade de seu cliente para repetir negócios e para mais vendas. Ajuda adquirir novos clientes Por último, as personalizações de embalagens com o logotipo ajudam a atrair mais consumidores quando comparadas com embalagens comuns sem o logotipo. O produto certamente atrai a atenção do cliente, mas se não existir um logotipo não valerá de nada. Atualmente, as pessoas normalmente preferem itens de marcas a produtos locais sem marcas. Um logotipo definitivamente ajudará você a aumentar o seu círculo de clientes. Ajuda você a manter antigos clientes e atrair um novo. Estabeleça-se com uma marca forte e com embalagens reconhecidas. Afinal, como personalizar as embalagens da sua empresa? Agora que você já está convencido de que a personalização de embalagens é uma boa ideia para seu negócio, você pode estar se perguntando: como realizá-lo? Você pode realizar isso de maneira manual, escolhendo o material que irá usar para embalar, além de quais serão as ilustrações e detalhes que você vai querer. No entanto, se você achar isso complicado, você pode também investir em empresas especializadas nisso. Saiba como a APLASTIK pode te ajudar A APLASTIK oferece soluções de personalização para as fitas adesivas de suas embalagens. As fitas podem ser manuais ou automáticas. Com elas, você pode aproveitar uma série de benefícios para o seu negócio. Aumento de produtividade Com a máquina de selar industrial, juntamente com as fitas automáticas personalizadas, você pode ter um processo até 5 vezes mais rápido do que de forma manual, e, o melhor, sem desperdícios de insumo. Redução de custo Com a automação do processo, a empresa gasta menos com mão de obra na etapa de embalagem. Desse modo, os custos caem. Retorno de investimento A
25 de Maio – Dia nacional da Indústria

No dia 25 de maio, comemora-se no Brasil o Dia Nacional da Indústria. A data serve para homenagear o setor brasileiro, também conhecido como secundário, que é responsável por movimentar parte considerável da economia. Trabalhando com a produção dos mais diversos produtos, desde alimentos, vestuários e até tecnologia de ponta, o setor industrial é extremamente amplo. De forma mais geral, as indústrias podem ser dividias entre três tipos: indústrias de base, intermediárias e de bens de consumo. O primeiro, refere-se as indústrias pesadas – que são responsáveis por se apropriar da matéria prima bruta e transformar em produtos que serão usados pelas outras indústrias. Já as intermediárias são responsáveis por utilizar a matéria prima processada e produzir peças e ferramentas, necessárias para as indústrias de bens de consumo, que, por sua vez, tratam da produção de diversos produtos que irão para o mercado consumidor. Atualmente, o Brasil é uma das maiores potências no ramo industrial, dentre as nações consideradas subdesenvolvidas. Mas, a história do setor no país é relativamente recente, principalmente se comparada à outras nações da Europa Ocidental e aos Estados Unidos, que passaram pela Revolução Industrial, entre o século XVIII e XIX. Por outro lado, isso não significa que o Brasil não venha tendo avanços significativos no setor industrial há muito tempo. É possível reconhecer o primórdio de uma indústria brasileira ainda na época colonial. Porém, após o governo de Getúlio Vargas e JK, já em meados do século XX, o país finalmente pôde observar a consolidação de uma indústria nacional. Entretanto, é em 1948, durante a presidência de Gaspar Dutra, que surge a ideia para a criação do Dia Nacional da Indústria, após o falecimento de Roberto Simonsen, uma importante figura do meio. A história do 25 de maio O Dia Nacional da Indústria, em 25 de maio, foi escolhido em homenagem ao empresário e industrial Roberto Simonsen, que faleceu nessa mesma data, em 1948. Ele foi responsável pela primeira empresa de construção civil do país e ainda foi parte significativa da consolidação do parque industrial do Brasil. Não à toa, recebeu o título de Patrono da Indústria Nacional. Roberto Simonsen foi um brasileiro de muitos feitos. Além de sua grande contribuição para o avanço da indústria, ele era engenheiro, professor, historiador, político e foi aceito como membro da Academia Brasileira de Letras. Por fim, também presidiu entidades representativas importantes para o meio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Dessa forma, não seria exagero afirmar que muito do que a indústria brasileira é hoje, deve-se aos esforços, comprometimentos e incentivos de Simonsen. Setores industriais no Brasil Atualmente, o parque industrial brasileiro é extenso e diverso. No país, destacam-se a indústria de automobilística, petroquímica, alimentícia, de minerais, de vestuário, entre outras. Além disso, diversas áreas – como comércio, comunicação, educação e serviços públicos – dependem diretamente do funcionamento pleno dessas indústrias. Sendo assim, o setor industrial é muito maior do que seu próprio eixo, afetando diversas esferas de todo o Brasil. É possível perceber que a concentração do parque industrial brasileiro está, principalmente, no Sudeste. Porém, isso já apresenta algumas mudanças. Muitos estudos apontam para uma certa dispersão, principalmente de indústrias da área de infra-estrutura de transportes e energia, para outras regiões da nação. Entretanto, independentemente do tipo de produto que a indústria produz, em qual ramo ela se encontra e aonde sua base está localizada, há algo que todas necessitam igualmente: energia elétrica. Energia elétrica: a grande aliada da indústria Em maio também se comemora o dia Mundial da Energia Elétrica. E é inegável que a energia é um dos pré-requisitos mais importantes para o funcionamento pleno da indústria. Inclusive, o setor industrial é responsável por grande parte do consumo de energia no Brasil. E é por meio dela que é possível alimentar diversas áreas da sociedade e movimentar consideravelmente a economia. Neste contexto, cabe ao Ministério de Minas e Energia o planejamento de médio e longo prazos de modo a garantir o desenvolvimento, tornando o país atraente e seguro para investimentos de longo prazo. O Brasil tem um importante desafio para a próxima década que será o de promover a expansão da oferta de energia de modo a sustentar a retomada do crescimento econômico nacional. O governo deve resguardar a segurança energética e preservar o acesso à energia a preços competitivos. Outro grande desafio é a interconexão do SIN ao Sistema Isolado no Norte do país, onde a geração é predominantemente a diesel. Várias regiões estão localizadas em áreas remotas e, consequentemente, o acesso ao Sistema Interligado levará anos, senão décadas. Neste caso, as indústrias locais são bastante impactadas pela geração ineficiente de usinas com alto consumo específico. O governo deve buscar a contratação de usinas mais eficientes que reduzirão o custo de geração e de emissão de poluentes, tal qual ocorreu no leilão de Manoel Urbano e Assis Brasil no Acre. Ambas não estão interligadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional) e não possuem energia elétrica da concessionária. Cada cidade conta com uma usina de geração de energia elétrica com 2 MW de capacidade, através do aluguel de geradores de 550 KVA. Ao lançar novas licitações na modalidade de contratação de produtor independente de energia (PIE), o governo não só reforçará a busca por preços mais atrativos como também trará maior capacidade de competitividade a estas indústrias. Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post. Até mais!!
SUPPLY CHAIN: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

A supply chain (cadeia de suprimentos) é uma cadeia de operações que precisa de uma gestão que dê atenção a cada ponto. É necessário integrar os sistemas, garantir visibilidade e evitar erros para que problemas não se propaguem pela cadeia. Para isso, as empresas precisam saber exatamente o que é supply chain e como melhorar esse conceito. Ou seja, é inevitável um efeito dominó nesse sistema. Assim, erros até menores desencadeiam uma série de reações e dificuldades maiores quando são levados adiante. Por isso, se faz cada vez mais importante ter uma boa gestão de suprimentos nesses processos. Afinal, a supply chain é um conceito que perpassa todos os setores e segmentos, de modo a assegurar o bom funcionamento da mecânica do mercado. Felizmente, com as ferramentas tecnológicas atuais, é possível melhorar o nível de produtividade, escalar os resultados e reforçar a comunicação. Por isso, é importante entender mais sobre esse conceito e saber como otimizar cada etapa. O que é supply chain? A cadeia de suprimentos é um conjunto de processos interligados em sequência. Uma operação gera um resultado que se torna a entrada da próxima operação. É importante destacar que o conceito abrange todas as fases de um produto, desde sua concepção. Assim, envolve a coleta de matéria-prima, a produção, o armazenamento, a distribuição e o transporte. Da produção até chegar ao cliente. Nos casos de logística reversa, a cadeia também se preocupa com os processos de envio iniciados pelo cliente. Nesse sentido, requer a participação ativa de vários agentes, responsáveis por cada ponto. É fundamental integrar todos esses agentes para garantir uma comunicação eficaz e precisa. O supply chain aplicado na logística Os conceitos de supply chain e logística são distintos, apesar de serem tratados como sinônimos por muitas pessoas. Contudo, as melhores práticas da cadeia podem ser aplicadas para melhorar constantemente o fluxo logístico. A divisão que faz mais sentido é a que coloca a logística como um processo de movimentação de mercadorias, ao passo que a cadeia de suprimentos abrange os processos de produção, estudo de demanda, etc. Assim, em um esquema representativo, a logística comporia uma parte da cadeia, responsável pela movimentação de itens de centros de distribuição para outros e de armazéns para transportadoras. O fluxo logístico só termina de fato quando o produto chegou à loja final ou ao cliente. Contudo, a supply chain monitora tudo isso de perto. E como funciona o supply chain nas empresas? Como pontuamos de forma breve quando falamos sobre o que é supply chain, é fundamental falar em integração quando pensamos no funcionamento de uma cadeia de suprimentos. Para garantir uma comunicação sincronizada, sem erros sendo propagados, com o respeito dos prazos e do cuidado com os produtos, é fundamental que cada agente esteja conectado ao outro. Nesse sentido, os registros devem estar sincronizados, de modo a evitar erros de produtos não enviados, por exemplo, ou contagem errada de itens. Por esse motivo, é necessário discutir a importância de uma aplicação de gestão centralizada. Esse sistema ficaria responsável por controlar os dados, os registros e a movimentação dos produtos, bem como estimar a demanda, etc. Aliás, como vimos, a supply chain depende fortemente de uma boa análise de demanda. De certa forma, todo o processo é desencadeado como uma resposta para uma identificação de um espaço vago no mercado, algo a ser preenchido. A partir da coleta de necessidades do cliente, torna-se viável iniciar a produção e a busca por matérias-primas. Isso, por sua vez, ajuda a definir também os prazos, de modo que se consiga controlar quando cada operação deve entregar o seu resultado. Da mesma forma, a cadeia de suprimentos também se encarrega do relacionamento saudável com o cliente. É preciso administrar muito bem essa relação para garantir o máximo de satisfação e fidelização dos consumidores em todos os pontos. Gestão de Supply chain: como fazer? Agora que você já entendeu o que é supply chain e suas nuances, vamos compreender como fazer uma gestão inteligente. Um dos pontos é o uso da automação. A gestão da cadeia é beneficiada quando a empresa adota sistemas que realizam funções repetitivas e ajudam a agilizar os processos menores. Com a certeza de que haverá precisão, menos desgaste e menos cansaço nessas operações, é possível seguir adiante e continuar com o processo para garantir a produtividade. Outra questão é o uso de indicadores. Para assegurar o crescimento dos bons resultados, tenha uma boa visão com indicadores claros e consistentes. É sempre bom monitorar cada etapa de perto para assegurar qualidade e segurança Definir os indicadores ideais para cada fase é crucial para garantir o melhor dos cenários. Benefícios do Supply Chain para as empresas Vamos falar um pouco mais sobre os benefícios da cadeia de suprimentos. Um deles é a diminuição dos prazos. Uma gestão inteligente de cada um dos processos agiliza o fluxo de movimentação dos produtos, eliminando imprevistos. Tudo fica claro para a gestão, que consegue se planejar melhor. Uma vez que cada agente terá visibilidade e será monitorado de acordo com os indicadores, é viável assegurar que eles entreguem o esperado. Tudo segue de acordo com o planejamento geral, que respeita possíveis eventualidades em cada etapa. Por sua vez, essa redução no tempo para realizar tarefas também implica diminuição de custo de frete. Da mesma forma, isso gera maior produtividade. Outro benefício é a segurança do estoque e otimização dos produtos estocados. Os erros comuns na gestão são evitados, uma vez que a companhia consegue controlar melhor cada item, em cada seção do centro. É possível monitorar as mercadorias em cada ponto, em cada fase, desde o registro até a expedição do armazenamento. Dessa forma, a empresa verifica se os produtos estão sendo devidamente armazenados, de acordo com as condições de segurança e proteção. É viável garantir um cuidado específico para cada tipo de item. Outras vantagens: pontualidade no fluxo, antecipação de tendências, maior qualidade nas entregas e melhor gestão da relação com o cliente. Áreas que precisam do supply chain São várias as áreas e os segmentos que
DIFERENÇA ENTRE MICRAS

Quando falamos em embalagens temos que associar sempre à sua espessura, pois de acordo com cada produto a ser armazenado a micra muda. Mas vamos lá, afinal o que é micra? A unidade de medida – Micra – é o plural de Mícron ou Micrometro, cada Mícron equivale a dividir 1 milímetro por 1000 ou seja 0,001 milímetro. Basicamente na linha das embalagens é a distância perpendicular entre duas faces do plástico seja ele Stretch ou mesmo Poliolefínico (POF), por meio da determinação da espessura de um material, e de sua natureza química, pode-se obter informações sobre suas propriedades mecânicas e de barreira a gases e ao vapor d’água, bem como estimar a vida útil do produto por ela embalado. E agora, qual micra escolher? Bom, como dito anteriormente: cada carga/produto tem suas propriedades e cada um necessita de um tipo de embalagem ideal, ora mais espesso ora menos. A micra nada mais é do que a espessura da embalagem, sendo assim, na hora de escolher é bom se atentar a alguns fatores, tais como: seu produto é pontiagudo, após embalado será utilizado em altas ou baixas temperaturas etc.Bom, cargas como caixas, fardos ou quais que sejam mais pontiagudas, a depender do estiramento a ser aplicado, devem utilizar embalagens de 25 micras a acima, afim de evitar a perfuração da mesma, podendo optar também pelas Fitas PET para gerar ainda mais segura à carga; já para cargas que precisam de menor estiramento ou que não possuem pontas e nem causam riscos de perfuração podem usar embalagens com menos micras, tais como as de 17 micras. Isto quando falamos de filme stretch. Você encontra o que precisa na Aplastik. Aqui na Aplastik Embalagens trabalhamos com as principais micras, para atender todos os públicos, agora saiba como escolher e qual a micra ideal para embalar seus produtos. Gerando assim, economia em sua linha de produção e proteção à sua carga. Entre em contato conosco e saiba qual é a embalagem ideal para o seu produto.
Polímeros: Tudo que você precisa saber sobre esses Materiais.

A importância dos polímeros nas nossas vidas é evidente quando observamos suas aplicações em todos os setores da indústria e em áreas totalmente diversas, mas muito presentes no nosso cotidiano. Mas o que são os polímeros? Quais as suas aplicações e por que são tão utilizados assim? Nesta seção você vai saber como os polímeros são obtidos através da polimerização, sua fabricação e quais são os principais representantes de cada classe. Vai conhecer também a diversidade de polímeros existentes atualmente e suas principais propriedades químicas e físicas. O que são polímeros? A palavra polímero origina-se do grego poli (muitos) e mero (unidade de repetição ou partes). Dessa forma, um polímero é uma macromolécula composta por milhares de unidades de repetição. Essas unidades são os meros e fazem ligação covalente entre si. O monômero (uma molécula com uma unidade de repetição) é a matéria-prima para a produção de um polímero. Os polímeros são, na maioria das vezes, partes de um composto orgânico, com alta massa molar (mais de dez mil chegando até dez milhões). Os polímeros não foram inventados pelo homem, há muito tempo já existiam essas macromoléculas presentes na natureza e na vida da humanidade, como a lã, o couro, a madeira, entre outros exemplos. Contudo, com o avanço da ciência e tecnologia, tem-se os polímeros artificiais ou sintéticos. Com isso, tem-se uma primeira divisão desse material em dois grupos classificados quanto a sua ocorrência, sendo eles os polímeros naturais e os polímeros sintéticos. Polímeros Naturais Os polímeros naturais são aqueles encontrados na natureza (que derivam de animais e plantas) e também são chamados de biopolímeros. São grandes exemplos dessa classe: as proteínas, os polissacarídeos (amidos, celulose e glicogênio), a borracha (extraída da seringueira – látex), entre outros. São úteis na fabricação de diversos materiais como papel e pneus, além das proteínas e polissacarídeos estarem presentes nos alimentos que ingerimos e serem fundamentais para o corpo humano. Polímeros Sintéticos ou Artificiais Esses polímeros são produzidos em laboratório e surgiram da necessidade de imitar os polímeros naturais. São produzidos através da síntese: processo que surgiu na segunda metade do século XIX, após a descoberta da Química Orgânica, e por envolver reações químicas em laboratório, requer tecnologia sofisticada. São alguns exemplos: o polietileno (PEAD ou PEBD), que é o polímero de maior aplicação comercial, o polipropileno (PP), o poliestireno (PS), o policloreto de vinila (PVC), o teflon (PTFE), entre outros. Como os polímeros são produzidos? Os polímeros são produzidos por um processo químico conhecido por polimerização, sendo a reação que une quimicamente as moléculas de monômero, dando origem às macromoléculas. A polimerização pode ser realizada por: Ou seja, os polímeros são produzidos por um mesmo processo, porém cada um com suas especificidades. Além disso, a principal matéria prima para a produção dos polímeros é o petróleo, porém, por ser uma fonte esgotável, também são usados o gás natural e outras fontes renováveis, como o etanol (álcool etílico). A cadeia Petroquímica e o Plástico Essa produção está representada esquematicamente na imagem abaixo: A cadeia petroquímica e o plástico. Disponível em: https://www.broliato.com/br/faq/9/como-funciona-a-cadeia-petroquimica Após a extração do petróleo, tem-se a etapa de refinamento na qual são divididos os subprodutos desse recurso natural como mostrado acima. Em seguida, inicia-se o processo na cadeia da atividade petroquímica, separado em gerações (ou estágios). A primeira geração fornece os produtos petroquímicos básicos, como o eteno, propeno, butadieno, entre outros, que são os monômeros usados na polimerização citados anteriormente, por meio do craqueamento, no qual as moléculas são quebradas por aquecimento a altas temperaturas, transformando frações de cadeias carbônicas maiores em frações com cadeias carbônicas menores. A segunda geração transforma os petroquímicos básicos nos petroquímicos finais, como polietileno (PE), polipropileno (PP), polivinil cloreto (PVC), poliésteres, óxido de etileno etc, os quais são os polímeros gerados pela polimerização. A terceira geração é onde os produtos finais são quimicamente modificados ou conformados em produtos de consumo, ou seja, como de fato encontramos os produtos à venda. Além disso, a indústria do plástico é o setor que movimenta a maior quantidade de produtos fabricados com materiais petroquímicos. Na figura abaixo é mostrado o esquema de quais insumos são gerados pelo petróleo e gás natural separadamente para a produção dos polímeros. Figura 2: Fluxograma esquemático de insumos petroquímicos: a) obtidos a partir do petróleo; b) obtidos a partir do gás natural. Fonte: Antunes (2007, p. 94) Principais formas de fabricação dos polímeros Cada material tem sua forma de ser fabricado, dependendo do tipo de polímero, formato, tamanho, complexidade, etc. Para que seja possível a transformação da resina polimérica nos produtos finais, é necessário realizar o seu processamento de acordo com suas necessidades. O processamento dos polímeros exige muito conhecimento da matéria prima e suas características, pois é necessário que o procedimento ocorra em altas temperaturas para que o polímero seja fundido. Além disso, a forma de processamento está diretamente relacionada com o que se é esperado obter no produto final. Os processos de fabricação mais utilizados na produção de transformados plásticos são a extrusão e a moldagem por injeção. Porém, também podem ser fabricados a partir da termoformagem, por compressão, sopro ou rotomoldagem. Para saber mais sobre o assunto, acesse nosso conteúdo sobre o processamento de polímeros. Quais são as classes e seus representantes? Os polímeros possuem diversas classes de acordo com alguma propriedade ou característica, como citado no início, uma delas é dividida entre naturais e sintéticos. Porém, também podem ser classificados conforme sua reação ao calor e por possuírem propriedades distintas devido às suas interações moleculares, os quais se dividem em termoplásticos, termofixos e elastômeros. Os termoplásticos amolecem quando são aquecidos, processo que pode ser reversível. Em geral são bastante macios e flexíveis, apresentando um comportamento quando submetidos a uma tensão de tração semelhante ao dos metais. São exemplos dessa classe: polietileno (PE), poliestireno (PS), PET e cloreto de polivinila (PVC). Os termofixos apresentam grande número de ligações cruzadas, o que faz com que eles não amoleçam quando aquecidos. São, em geral, mais duros, rígidos e resistentes quando comparados aos termoplásticos. Borrachas vulcanizadas, epóxis e resinas fenólicas compõem esse grupo. Os elastômeros, classe das
Tecnologia de Embalagens: Inovação e Sustentabilidade

Hoje em dia muito se ouve falar em “Inovação” e “Sustentabilidade”, essas duas palavras, apesar de simples, são cruciais para alavancar o seu negócio no mercado atual. O problema é que nem sempre é tão fácil conciliar Inovação e Sustentabilidade na própria empresa, afinal existem produtos e serviços que possuem suas próprias matérias primas, sendo nem sempre viável trocá-las para algo mais sustentável. Então, qual o primeiro passo a ser dado e quais serão os passos seguintes? Uma boa alternativa para começar a tornar seu empreendimento mais positivo para o planeta e ainda melhorar seu retorno financeiro, é investir em tecnologias alternativas para a fabricação de embalagens. Ao final desse texto, você entenderá alguns prós e contras dessa alternativa e muitas dicas de como investir nessa tecnologia de acordo com o seu tipo de negócio. Nesse sentido, é nítido que há algum tempo, embalagens deixaram de ser apenas um “recipiente” para transportar/armazenar produtos. O consumidor atual preza que essas embalagens gerem menos impacto ambiental e sejam mais leves. Além disso, elas também devem apresentar uma estética atrativa ao consumidor, praticidade na forma e tamanho, conveniência na retenção do alimento, fácil descarte, reciclagem e/ ou reutilização, além de seguir requisitos legais impostos por cada país. Em virtude disso, a tecnologia na fabricação de embalagens é responsável pela inovação e crescimento desse mercado. Investindo nessas tecnologias você pode descomplicar o armazenamento, melhorar a durabilidade de produtos, e agilizar etapas logísticas, fazendo com que sua empresa ande um bom caminho em direção à otimização de recursos e redução de resíduos, obtendo assim um bom lucro, ao mesmo tempo que é ambientalmente responsável. Mas qual o melhor tipo de embalagens para se investir? De acordo com os dados da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), entre os principais segmentos da indústria de embalagens no Brasil, destacam-se o de materiais plásticos, com cerca de 39% do faturamento do setor, seguido pelas embalagens metálicas (18,1%), papelão ondulado (17,3%), cartolina e papelão (11,5%), papel (5,1%) e vidro (4,4%). Porém, essas informações são muito vagas para tomar uma decisão. Primeiramente você deve se fazer algumas perguntas, como: >> Saiba mais, falando agora mesmo com um de nossos especialista. Com as respostas para essas perguntas em mãos, podemos seguir então para qual a melhor tecnologia de fabricação das embalagens para o seu negócio. Vejamos agora dicas particulares para diferentes ramos da indústria. Para a indústria alimentícia, a princípio, um dos requisitos para as embalagens de alimentos era que elas desempenhassem um papel passivo, ou seja, não devia haver interações com os alimentos. Porém, conforme o tempo foi passando as embalagens foram sofrendo constantes mudanças tecnológicas que possibilitaram que as mesmas tivessem indicações sensoriais ou mostrassem ao consumidor se aquele produto alimentício está conservado e em boas condições de compra. Algumas das aplicações para embalagens ativas são: Embalagem ativa Definição/Finalidade Filmes antimicrobianos Incorporação de compostos antimicrobianos na embalagem. Absorvedores de Etileno Utilizados para aumento da vida útil de vegetais. Absorvedores de oxigênio Incorporação de compostos reativos com o O2 na forma de sachê. Absorvedores de umidade Incorporação de umectantes no sistema. Liberadores ou absorvedores de sabor e odor Incorporação de aromas visando a melhoria da qualidade sensorial do alimento. Fonte: Vasconcelos & Melo Filho, 2010 Dentro dessas alternativas de tecnologias com papel ativo para produtos alimentícios, podemos destacar alguns, como: E para outros ramos da indústria? Se seu produto não é alimentício, como escolher uma tecnologia que vai te ajudar a reduzir desperdícios, melhorar a estética sem precisar de todos esses “extras” que uma embalagem para alimentos deve ter? Bom, vamos lá. Para embalagens de cosméticos, produtos de limpeza e produtos não perecíveis em geral, uma ótima alternativa são embalagens feitas de polímeros, fabricadas por processo de injeção por conta desse processo permitir a fabricação de embalagens mais leves. A redução de alguns gramas de peso pode ter um impacto muito importante, representando até 70% do custo total da peça. Alguns materiais específicos são mais indicados para ser usado nesse processo de injeção, como os copolímeros de etileno Surlyn PC 500 e Surlyn PC 3000, lançados pela DuPont em 2017, uma vez que, oferecem transparência à embalagem final, mas também podem ser translúcidos, coloridos, metalizados, receber hot stamping (impressão em relevo) e impressão a laser, tornando-se a matéria-prima ideal para esse tipo de embalagens. Existe ainda a possibilidade de adaptar suas embalagens para serem fabricadas a partir do uso de recursos recicláveis e reutilizáveis, tendo como consequência a redução de resíduos e aumentando a sustentabilidade, contribuindo para a harmonia entre meio ambiente e sociedade. Depois de todo esse compilado de informações, podemos concluir que o investimento em tecnologia para a aquisição de embalagens proporciona ao seu negócio a oportunidade de agregar valor ao seu produto. Além disso, o uso dessas tecnologias não apenas reduz custos, mas também gera mais competitividade, proporcionando uma melhor experiência ao consumidor e criando uma confiança do consumidor pela sua marca. Assim, fica claro por que investir na tecnologia das embalagens industriais Aplastik é uma solução para seu negócio ser lucrativo e sustentável. Por fim, fechamos com a opinião de um especialista no assunto a respeito da escolha de investir na tecnologia das embalagens, Pedro Tana, Executivo de Contas da Plataforma Digital SIG: “Essa tomada de decisão está ligada à capacidade da empresa de aumentar seus lucros, fazer compras e produzir de formas mais inteligentes. Assim, erra-se menos e, principalmente, reduzem-se os riscos”, diz. Vale lembrar que isso leva à redução de desperdícios de ponta a ponta do processo, gerando o mínimo impacto possível em todo o ciclo produtivo. Quer saber que tipo de material é ideal para embalagens dentro do seu ramo produtivo e dar o primeiro passo para uma produção tecnológica e sem desperdícios? Entre em contato conosco, e solicite um orçamento sem compromisso. Caminhemos juntos para um futuro tecnológico e com responsabilidade ambiental.
Fechamento de embalagens: dicas essenciais para segurança no transporte

O fechamento de embalagens bem feito é a garantia de que o transporte de cargas possibilitará a entrega sem nenhum tipo de dano ao material. A fim de que os produtos cheguem intactos ao consumidor final ou às distribuidoras, o produto passa por processos de empacotamento, envelopamento, paletização etc. Dessa forma, envolve técnicas, equipamentos e insumos para que sejam garantidos, além da proteção às mercadorias, fatores como otimização de espaço — como é o caso da paletização. Assim, com a finalidade de garantir a segurança no transporte, se deve dar atenção para evitar de cometer alguns erros, sobretudo na escolha de embalagens. Vamos ver como isso é na prática? Continue a leitura! Fechamento de embalagens eficiente: o que considerar Entenda o que considerar ao escolher as embalagens para cada tipo de produto e evitar erros: Esta dica vale especialmente para embalagens de mercadorias frágeis. Objetos de vidro, porcelana e bebidas são exemplos. Esses tipos de produtos exigem embalagens resistentes, que os protejam bem. O plástico bolha é fundamental para essa proteção, assim como a caixa de papelão, muito resistente e usada para proteger qualquer tipo de carga. Além disso, é preciso ficar atento ao fechamento. As caixas devem ser bem lacradas — a fita gomada é uma das melhores opções para isso. Assim como as especificidades dos materiais frágeis, há aqueles que costumam ficar em estoque e que podem sofrer danos por causa da ação do tempo nas caixas de papelão. Como resolver? Com filme stretch! Com o reforço desse material, se consegue garantir que as mercadorias não vão deteriorar. O controle de qualidade de fechamento de embalagens na indústria é um processo fundamental para que se consiga manter o produto de acordo as especificações vigentes. Dessa forma, qualquer problema com a vedação da embalagem pode gerar problemas que comprometam a credibilidade da empresa junto ao seu cliente e, como resultado, ter sua saúde financeira prejudicada. Por isso, investir na automatização desse processo gera menos riscos e mais eficiência para o processo industrial. Equipamentos essenciais para o fechamento de embalagens Seladoras de caixas As seladoras de caixas são fundamentais para otimizar processos e eliminar os gargalos da produção. Além disso, são esses equipamentos que garantem a qualidade e segurança das embalagens. Da mesma forma, proporcionam benefícios como: Datadores Os datadores são os responsáveis pela inserção de informações como data de fabricação, vencimento do produto, número do lote etc. Envolvedoras de stretch As envolvedoras de filme stretch garantem o total controle no envolvimento do palete, além de padronizar esse processo e garantir economia no uso do insumo, sem desperdícios. Esses equipamentos garantem produtividade, redução de custos, maior segurança na carga e custo padronizado por palete. Precisando tirar dúvidas ou solicitar orçamento para a aquisição, aluguel ou comodato de máquinas ou para compra de insumos? Fale com um de nossos especialistas! Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários! Nos vemos no próximo post!
Tipos de paletização e organização dos paletes com Stretch

Existem vários tipos de paletização? Vamos descobrir! A paletização é um método de organização de estoque onde a empresa armazena produtos e materiais sobre paletes, que podem ser manuseados de forma mais prática e ágil. Esse método é capaz de aumentar a produtividade e reduzir os custos da gestão de estoques (tanto de produtos acabados quanto de materiais) de uma indústria e por isso é muito utilizado. Por isso, criamos um artigo abordando quais os tipos de paletização, benefícios e organização dos paletes. Leia agora! Qual o objetivo da paletização? Antes de mais nada, é importante esclarecer o que é paletização e como funciona para a logística. Basicamente, a paletização é um método de organização de estoques. Nesse método, os produtos, mercadorias e matérias-primas são armazenados sobre paletes (ou pallets). Sendo assim, agiliza e facilita os processos e melhora o aproveitamento do espaço. Além disso, a paletização é capaz de aumentar a produtividade dos funcionários e diminuir os custos com a gestão dos estoques, inclusive reduzindo os danos aos produtos. Na paletização, ao invés de a empresa empilhar as caixas contendo mercadorias e matérias-primas diretamente em prateleiras ou em contato com o chão, o pallet é utilizado como base para acomodar as caixas. Tipos de paletização Dependendo dos produtos fabricados, existem diferentes tipos de paletização que podem ser mais recomendados. Veja os mais comuns: Empilhamento em blocos Neste tipo de armazenagem os paletes com os produtos são colocados no chão do estoque e os próximos paletes são colocados sobre os primeiros, formando uma pilha de produtos. Como os primeiros produtos ficarão presos debaixo dos últimos, esse método de armazenagem só é recomendado para indústrias que utilizem a metodologia LIFO (last in, first out – último a entrar, primeiro a sair), já que a primeira remessa de estoque será a última a ser utilizada. Quadros de armazenagem Neste tipo de armazenagem por paletização são utilizados frames móveis que podem ir até o teto do armazém e os paletes são colocados sobre eles. A ideia é utilizar todo o espaço disponível no armazém, sendo ideal para empresas que precisam estocar produtos por um tempo maior ou sem prazo de utilização. Estantes convencionais Aqui os paletes são organizados em estantes que são capazes de armazenar diversos paletes com apenas um nível de profundidade. Sendo assim, é possível acessar qualquer palete a qualquer momento sem precisar mexer nos demais produtos. Esse tipo de paletização é ideal para indústrias que trabalham com modelos como o FIFO (first in, first ou – primeiro a entrar, primeiro a sair), já que os produtos mais antigos no estoque podem ser acessados facilmente. A desvantagem é que é necessário mais espaço para a empilhadeira acessar as prateleiras em todo o estoque. Estantes de dupla profundidade Aqui a empresa pode juntar duas estantes ou usar estantes de dupla profundidade para diminuir o espaço necessário para corredores no estoque. A desvantagem é que para acessar o palete no segundo nível de profundidade o primeiro nível precisará ser removido antes. As diferentes formas de montar os paletes Há três formas de fazer isso: Seja qual for seu sistema de paletização, temos os insumos ideal para proteger ainda mais sua carga. Esperamos que tenha gostado do artigo. Caso queira mais informações sobre sistemas de paletização e os insumos necessários para esse processo, fale com a APLASTIK EMBALAGENS! Entre em contato conosco agora!
Insumos para automação na indústria otimiza tempo e aumenta a produtividade

Você sabe por que investir na automação industrial e quais os melhores insumos para isso? O objetivo de qualquer empresa é atingir e entregar bons resultados no menor espaço de tempo possível. Isso é um grande diferencial e pode ser decisivo para a empresa garantir vantagem competitiva. Uma das formas de alcançar esse objetivo é por meio da automação e insumos adequados para tal. No segmento industrial, por exemplo, faz toda a diferença ter processos mais ágeis e otimização de tempo, de mão de obra e evitar o retrabalho, muitas vezes necessário por causa de falha humana. Por isso, é necessário entender como a produtividade aumenta com a automação sem que atrapalhe a qualidade de produção. E de que forma a automação pode ajudar na produtividade? Elaboramos este artigo com o objetivo de falar sobre esse tema. Acompanhe! O que é automação na indústria e quais insumos eu posso utilizar? A automação na indústria é o processo de substituição do trabalho humano pelo de máquinas inteligentes e os insumos também mudam, por exemplo: onde antes era utiliza fita adesiva manual agora será usado fita adesiva automática. É importante para a produção, pois se trata de otimizar processos e facilitar atividades rotineiras, e, dessa forma, proporcionar um trabalho rápido e padronizado. O resultado é um aumento na produtividade, na produção e nos lucros, além de redução de tempo e de custos. Por que automatizar a produção? A automação na indústria promove diversos benefícios, conforme já vimos. Ter os processos automatizados no cenário industrial significa desenvolver atividades de baixo custo, em larga escala e em segurança. Como saber que é o momento de automatizar? Ou que é preciso? Bem, é fácil saber disso. Pense em quantos processos a empresa desenvolve e o quão repetitivas são as tarefas. Quanto tempo os trabalhadores demoram para fazê-las? Pense nisso no tempo de um mês e de um ano. Dessa forma, você consegue identificar que provavelmente está desperdiçando tempo e dinheiro em atividades repetitivas, que poderiam Objetivos da automação na indústria O objetivo principal da automação na indústria é criar mecanismos que sejam capazes de produzir o melhor produto com o menor custo. Alguns objetivos que devem ser buscados nos projetos de automação industrial são: Aumento da produtividade como ponto principal É muito comum algumas pessoas pensarem que a produtividade está ligada à capacidade de cada colaborador, de modo individual. Porém, os processos repetitivos e mal elaborados, podem afetar o rendimento e travar a produtividade da sua equipe. As tarefas operacionais, ao serem automatizadas, permitem que os colaboradores realizem funções que demandam maior esforço ou atenção, impactando na produtividade como um todo. Contudo, vale ressaltar que o processo de automação deve ser feito do modo correto para evitar retrabalhos e a necessidade de interferência humana. Mas vale lembrar que, acima de tudo, uma produção automatizada significa uma produção com velocidade. Equipamentos como empacotadoras e seladoras geram maior economia ao separar, com maior exatidão, a quantidade do produto a ser embalado. Portanto, sua utilização com outros equipamentos como seladoras, datadores, envasadoras e paletizadoras, economizam também com a mão de obra, que é reduzida devido a utilização de máquinas automáticas. Esperamos que tenham gostado do conteúdo. Para mais informações sobre automação e equipamentos, consulte-nos!
Embalagens fechadas corretamente: dicas essenciais para segurança no transporte

O fechamento de embalagens bem feito é a garantia de que o transporte de cargas possibilitará a entrega sem nenhum tipo de dano ao material.A fim de que os produtos cheguem intactos ao consumidor final ou às distribuidoras, o produto passa por processos de empacotamento, envelopamento, paletização etc. Dessa forma, envolve técnicas, equipamentos e insumos para que sejam garantidos, além da proteção às mercadorias, fatores como otimização de espaço — como é o caso da paletização com filme stretch. Assim, com a finalidade de garantir a segurança no transporte, se deve dar atenção para evitar de cometer alguns erros, sobretudo na escolha de embalagens. Vamos ver como isso é na prática? Continue a leitura! Fechamento de embalagens eficiente: o que considerar Entenda o que considerar ao escolher as embalagens para cada tipo de produto e evitar erros: 1. Sempre considerar as características de cada produto Esta dica vale especialmente para embalagens de mercadorias frágeis. Objetos de vidro, porcelana e bebidas são exemplos. Esses tipos de produtos exigem embalagens resistentes, que os protejam bem. O plástico bolha é fundamental para essa proteção, assim como a caixa de papelão, muito resistente e usada para proteger qualquer tipo de carga. Além disso, é preciso ficar atento ao fechamento. As caixas devem ser bem lacradas — a fita gomada é uma das melhores opções para isso. Assim como as especificidades dos materiais frágeis, há aqueles que costumam ficar em estoque e que podem sofrer danos por causa da ação do tempo nas caixas de papelão. Como resolver? Com filme stretch! Com o reforço desse material, se consegue garantir que as mercadorias não vão deteriorar. 2. Ter um controle de qualidade de fechamento de embalagens O controle de qualidade de fechamento de embalagens na indústria é um processo fundamental para que se consiga manter o produto de acordo as especificações vigentes. Dessa forma, qualquer problema com a vedação da embalagem pode gerar problemas que comprometam a credibilidade da empresa junto ao seu cliente e, como resultado, ter sua saúde financeira prejudicada. Por isso, investir na automatização desse processo gera menos riscos e mais eficiência com insumos preparados para o processo industrial. Precisando tirar dúvidas ou solicitar orçamento para a aquisição, aluguel ou comodato de máquinas ou para compra de insumos? Fale com um de nossos especialistas! Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários! Nos vemos no próximo post!