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5 Dicas para Otimizar a Produção Industrial: A Importância das Embalagens Industriais de Qualidade

A indústria está constantemente em busca de maneiras de otimizar a produção, melhorar a eficiência e reduzir custos. Nesse cenário, a escolha das embalagens industriais desempenha um papel fundamental. Embora muitas vezes seja subestimada, a qualidade das embalagens pode impactar significativamente a automação industrial, a logística e a eficiência geral da indústria. Neste artigo, destacaremos cinco dicas para otimizar a produção industrial, com foco especial na escolha das embalagens industriais de qualidade. 1. Automatização Industrial A automação industrial é um dos principais pilares da otimização da produção. Investir em equipamentos e sistemas automatizados pode aumentar a eficiência, reduzir erros e garantir um fluxo de trabalho mais consistente. No entanto, para que a automação funcione perfeitamente, é essencial contar com embalagens industriais que sejam compatíveis com os processos automatizados. O uso de máquinas de embalagem e sistemas de manipulação de carga requer embalagens que possam ser facilmente integradas ao processo de automação. 2. Embalagens Industriais de Qualidade A qualidade das embalagens industriais é fundamental para proteger os produtos durante o transporte e o armazenamento. Optar por embalagens resistentes e duráveis, como o filme stretch, é essencial para garantir que os produtos cheguem aos clientes em perfeitas condições. Além disso, o uso de fitas de arqueação e fitas adesivas de alta qualidade contribui para a segurança da carga e a integridade dos produtos. 3. Personalização das Embalagens Cada indústria e produto têm requisitos específicos de embalagem. A personalização das embalagens industriais é uma maneira eficaz de otimizar a produção. Embalagens personalizadas podem reduzir o desperdício de material, melhorar a eficiência do armazenamento e facilitar a identificação dos produtos. Considere a possibilidade de trabalhar com fornecedores que ofereçam soluções de embalagem personalizada para atender às necessidades exclusivas da sua indústria. 4. Eficiência Logística A logística desempenha um papel vital na otimização da produção industrial. Embalagens bem projetadas e de qualidade facilitam o processo de logística, tornando-o mais eficiente. Embalagens que são fáceis de manusear, empilhar e transportar contribuem para reduzir os tempos de carregamento e descarregamento, economizando tempo e dinheiro. 5. Revisão Contínua e Aperfeiçoamento Por fim, é essencial adotar uma mentalidade de revisão contínua e aperfeiçoamento. Acompanhe de perto o desempenho das embalagens industriais escolhidas e busque constantemente maneiras de melhorar. Esteja aberto a feedbacks dos funcionários e parceiros de logística para identificar áreas de melhoria. À medida que a indústria evolui, é importante adaptar suas embalagens e processos para garantir que você esteja sempre na vanguarda da eficiência. Em conclusão, as embalagens industriais desempenham um papel vital na otimização da produção industrial. A escolha de embalagens de qualidade, a personalização, a compatibilidade com a automação industrial e o foco na eficiência logística são passos essenciais para impulsionar a eficiência e o sucesso da sua indústria. Lembre-se de que investir em embalagens de qualidade não apenas protege seus produtos, mas também contribui para uma produção mais eficiente e competitiva na indústria.

O Filme Stretch e a Revolução na Logística e Armazenamento na Indústria 4.0

A indústria 4.0 trouxe consigo uma série de avanços tecnológicos que estão transformando a maneira como as empresas gerenciam suas operações. No coração dessa revolução, as embalagens industriais, em particular o Filme Stretch, estão desempenhando um papel crucial na proteção de produtos, aumento da produtividade e otimização de processos de armazenamento e logística. Neste artigo, vamos explorar os cinco principais benefícios do Filme Stretch nesse contexto. 1. Proteção de Produto Aprimorada Um dos principais desafios da logística é garantir que os produtos cheguem ao seu destino final em perfeitas condições. O Filme Stretch atua como um escudo protetor, envolvendo as mercadorias e protegendo-as contra poeira, umidade, arranhões e danos durante o transporte. Isso é especialmente importante em um ambiente onde a qualidade do produto é uma prioridade máxima. 2. Aumento da Produtividade    A embalagem manual de cargas pode ser um processo demorado e cansativo. O Filme Stretch, quando utilizado em máquinas de embalagem, automatiza esse processo, economizando tempo e mão de obra. Isso se traduz em maior produtividade e redução de custos operacionais, permitindo que as empresas se concentrem em tarefas mais estratégicas. 3. Economia de Espaço de Armazenamento    A otimização do espaço de armazenamento é fundamental para empresas que lidam com grandes volumes de mercadorias. O Filme Stretch ajuda a compactar as cargas, reduzindo o espaço necessário para armazenamento. Isso não apenas economiza espaço, mas também facilita o acesso e a organização das mercadorias, melhorando a eficiência da logística de armazenamento. 4. Estabilidade e Segurança na Movimentação de Carga    Durante o transporte e movimentação de carga, a estabilidade é essencial para evitar acidentes e perdas. O Filme Stretch oferece uma aderência firme e uniforme, garantindo que as mercadorias permaneçam no lugar, mesmo em condições adversas. Isso reduz o risco de danos e perdas, tornando a movimentação de carga mais segura e confiável. 5. Sustentabilidade Ambiental    A indústria 4.0 também trouxe uma maior conscientização ambiental. O Filme Stretch, quando utilizado de forma eficiente, pode reduzir o desperdício de material de embalagem em comparação com outras opções. Além disso, o uso de filme stretch reciclável contribui para a redução do impacto ambiental, alinhando-se com as metas de sustentabilidade da empresa. Em resumo, o Filme Stretch está desempenhando um papel fundamental na revolução da logística e armazenamento na indústria 4.0. Sua capacidade de proteger produtos, aumentar a produtividade, economizar espaço, garantir a estabilidade e promover a sustentabilidade o torna uma escolha essencial para empresas que buscam otimizar suas operações logísticas. À medida que a tecnologia continua a avançar, é provável que o Filme Stretch desempenhe um papel ainda maior na eficiência e eficácia da cadeia de suprimentos moderna. Portanto, é crucial que as empresas considerem sua implementação como parte integrante de sua estratégia de logística e armazenamento na era da indústria 4.0.   Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post!

COMO ARMAZENAR E TRANSPORTAR PRODUTOS FRÁGEIS

O que você precisa saber para armazenar e enviar produtos frágeis Você produz ou trabalha com produtos delicados? Então você sabe muito bem que é preciso redobrar o cuidado na hora de armazenar e enviar produtos frágeis. Muitos problemas – e prejuízos – podem ser evitados ao adotar as medidas corretas. Afinal, qualidade é entregar um produto intacto, do jeito que seu cliente espera e precisa. Mesmo quando você não possui um fluxo de mercadorias constante, armazéns ou centros logísticos, é preciso armazenar e estocar os produtos até viabilizar o transporte. Resumindo, não importa o tamanho da empresa, a logística é determinante para o sucesso de qualquer negócio. Quais produtos são considerados frágeis? Existe uma infinidade de produtos que podem ser encaixados nessa categoria, mas vamos trazer aqui dois exemplos abrangentes e focados no segmento alimentício que precisam ser tratados com o máximo de cuidado para chegarem ao cliente nas melhores condições na hora de armazenar e enviar produtos frágeis. Bebidas A cautela precisa ser redobrada neste tipo de carga para conservar o sabor e a coloração dos líquidos. Já o transporte precisa de uma proteção específica contra a ação de raios solares e quedas da carga na carroceria. Também se recomenda a instalação de pallets para corrigir a inclinação do solo. Além disso, o veículo deve ter um sistema de suspensão próprio. Na etapa de carregamento, certifique-se de que os produtos estejam embalados da maneira correta e empilhados sem ultrapassar o nível recomendado. Na carroceria, disponha as cargas do pallet mais pesado para o mais leve, distribuindo o peso por igual. Verifique se há não peças sobressalentes ou sujeiras que possam comprometer a carga. Alimentos perecíveis Frutas, verduras, carnes e hortaliças fazem parte desta categoria. Como são mais suscetíveis às variações de temperatura, é importante cuidar no manuseio para evitar avarias, contaminações e perda de características nutricionais, visuais e de frescor. O transporte desses alimentos, com licenças específicas, deve ser feito em carrocerias com temperatura e ventilação adequada. Falando do transporte de cargas sensíveis… Ter referências é sempre o melhor caminho. Confira o tempo de mercado da empresa, experiências de outros usuários, diferenciais em relação a sua frota e seus profissionais, além das tecnologias empregadas para proteger a carga. Afinal, a forma de a empresa atuar é determinante para que não ocorram atrasos na entrega. Como o prazo de validade e perecibilidade costuma ser menor em produtos frágeis, atrasos podem comprometer o tempo de permanência deles nas prateleiras. O que mais posso (e devo) fazer para proteger os produtos na hora de armazenar e enviar produtos frágeis Proteção individual Temperatura, pressão, perfuração, vibração e oxidação. Esses e muitos outros agentes interferem na qualidade de um produto; por isso, as embalagens precisam ser de fácil acomodação e resistentes para preservarem a integridade da mercadoria. O formato da embalagem deve facilitar o transporte e otimizar ao máximo o espaço disponível para estocagem. Você conhece os 5 níveis de classificação de embalagens? São eles: Nível 1 – conserva o produto pois está em contato direto com ele Nível 2 – tem a função de proteger a embalagem primária Nível 3 – geralmente disponibilizada no varejo para embalar os dois primeiros níveis Nível 4 – servem para facilitar a movimentação e a armazenagem Nível 5 – permite enviar mercadorias a distância muito longas Produtos frágeis no lugar certo Materiais frágeis e perecíveis devem ser separados dos demais produtos, pois necessitam de condições diferentes de movimentação, empilhamento, acondicionamento e ventilação. Isso evita possíveis danos que podem ocorrer antes mesmo de eles saírem da estocagem. Dê prioridade à proteção da mercadoria levando em conta as características do material e a condição do transporte. Sinalize sempre Usar sinalização na embalagem é obrigatório, ainda mais se o produto for frágil. Assim, todos que entrarem em contato com a mercadoria poderão identificar o grau de fragilidade e a natureza do conteúdo e, é claro, tomar o devido cuidado. Utilize avisos e setas informando o que se deve ou não fazer e orientando como posicionar corretamente o produto. Frágeis em cima Há procedimentos básicos que também ficam para trás na hora de movimentar, armazenar e enviar produtos frágeis. Por exemplo, a ordem de empilhamento. Deixar produtos frágeis embaixo de itens mais resistentes pode representar grandes perdas de mercadorias. Reduza prejuízos monitorando essa atividade junto a sua equipe. Checklist de cuidados no transporte de alimentos e bebidas 1. Verifique se os produtos estão embalados corretamente, de acordo com o nível de fragilidade e protegidos de contaminação 2. Averigue se cada mercadoria está identificada e com a data de validade e lote corretos 3. Atenção ao peso máximo de empilhamento 4. Faça o monitoramento da temperatura no local de armazenamento e no transporte 5. Proteja os produtos contra intempéries no transporte (raios solares e umidade) 6. Utilize pallets para nivelar o solo 7. No carregamento, distribua o peso por igual, deixe mais perto das laterais os produtos que serão entregues primeiro e verifique se não há elementos que possam avariar a carga 8. Antes do transporte para distribuição, confira a documentação da carga e a autorização exigida para a movimentação 9. Treine sua equipe para que a descarga seja feita com agilidade e segurança, com o mínimo de prejuízo. Gostou? Siga esse passo a passo e garanta a satisfação de seus clientes e os melhores resultados para sua empresa.

OTIMIZANDO PROCESSOS INDUSTRIAIS: AUMENTANDO A PRODUÇÃO INDUSTRIAL ATRAVÉS DO CONTROLE AVANÇADO DE PROCESSOS

Primeiro se automatiza, depois se otimiza, essa é uma premissa utilizada na área de automação industrial, uma vez que o investimento inicial se dá para a implantação da plataforma de controle operacional, visando a produção planejada da indústria. Otimização de processos é a colocação de instrumentos, equipamentos, limites operacionais e de capacidade em um ponto ótimo de operação, normalmente acima das regiões de conforto operacional, entregando aumento de produção com a mesma plataforma existente, no mesmo nível de segurança. A utilização de uma plataforma de otimização de processos, como foco no aumento da produção é o primeiro degrau de investimento dentro da área de O&M (Operação e Manutenção), para que se justifique dentro da área de automação industrial, chamamos de Controle Avançado de Processo. Os primeiros centros de operação de processos tinham o foco na operação e no controle de malhas, normalmente limitados aos controles PID convencionais, formando conjuntos de malhas, comandadas individualmente. Na evolução os centros de operação hoje além desta função de comando e controle dispõem de tecnologia de Controle Avançado, operando com multivariáveis correlacionadas, com algoritmos que aperfeiçoam os controle de processos, utilizando-se de tecnologias de IA (Inteligência Artificial), levando os processos a limites ótimos de operação. A Variabilidade de Processos é um dos maiores desafios nas operações de plantas, ele se dá por diversos motivos, que ocasionam a dificuldade de colocar o processo num ponto ótimo de operação, provocando perdas e elevação de custos produtivos. A utilização de malhas de controle com PID convencionais coloca o processo em limites que não deixam subir o nível de operação, dentre os motivos é que as malhas não são interligadas para análise do comportamento do processo em conjunto, com isso, ruídos, variabilidade e sintonia passam a ser dificultadores nestes tipos de malhas. Mas o que é Controle Avançado? Na prática podemos definir Controle Avançado como: Uma técnica preditiva, isto é, um sistema capaz de prever por antecipação a variabilidade do processo, através da utilização de modelos; Ser multivariável, o controle passa a ter leitura de duas ou mais variáveis para obter comportamento e promover uma saída de controle; Atuar no nível acima do regulatório, este é um modelo que atua de forma complementar ao Controle Avançado em um nível acima desta camada. Com estas definições, o Controle Avançado deve pelo menos atender dois destes itens. Há diversas tecnologias para Controle Avançado, vamos entender como elas atuam no processo, o APC – Advanced Process Control, que é o Controle Avançado de Processo é uma técnica que tem como foco a diminuição da Variabilidade do Processo, comentado anteriormente como um grande desafio na produção. O RTO – Real Time Optimization (Otimização em Tempo Real), ele atua juntamente com o APC, porém seu objetivo principal é elevar o ponto de operação, com isso se ganha diretamente na produção. Com o MPC – Model Predictive Control (Controle Preditivo com Modelo), tem-se o Controle, a Predição e a Otimização, onde através do conjunto Operação e Engenharia, consegue-se obter o máximo do ponto ótimo de operação, utilizando-se as técnicas comentadas. O funcionamento de um sistema de Controle Avançado, por exemplo, do tipo MPC, possui modelos matemático pré-definidos, conhecidos do processo e seu comportamento, para tomada de ações de controle. Os Controles Avançados atuam de forma inferencial, isto é utilizam-se modelos de conhecimento de processo de cada malha, interessante observar que em sua atuação ele elimina o que não está no modelo, integrando o processo. Com este modelo o processo é levado a limites antes não explorados, onde o operador não colocar mais o SP (Set Point) e sim os limites de operação, mudando a forma operacional. Os benefícios na utilização dos controles avançados podem destacar: Aumento da Produção / Rendimento Melhoria na Qualidade dos Produtos Redução dos Custos de Produção Aumento da Eficiência Energética Para implantar um sistema de Controle Avançado na planta, podemos ter uma visão geral de como deve ser seguido: Planejamento – foco em Rentabilidade, o que quero ganhar? Projeto – foco no que se tem, entender como são as malhas atuais; Implantação – infraestrutura de comunicação, analisar o que se tem e o que se deve ter para colocar em funcionamento; Comissionamento – pré-operação e treinamento, iniciar as operações com cada malha testando os modelos e treinando os operadores para este novo tipo de operação; Partida – liberação no modo Avançado e manutenção, colocar as malhas em operação em modo avançado e iniciar o ciclo de melhorias, que é constante e é a manutenção do sistema, pois não é estático. Como esta tecnologia é baseada em carga computacional, isto é, necessita de hardware robusto para processamento matemático, houve uma evolução na aplicação das mesmas, visto temos um grande crescimento na potência de processamento nos últimos anos. Os próprios DCS e PLC são uma tendência em ter os cartões de Controle Avançado já incorporados, visando já uma implantação direta no controlador. Com estas facilidades e benefícios há uma tendência de cada vez mais as Especificações Técnicas (ET) de automação ter a premissa da colocação de Controles Avançados já previstos em plantas. Concluímos que a utilização de Controle Avançado é benefício direto e imediato na produtividade industrial, representando a fronteira da diminuição do custo relacionado com o aumento da produção, utilizando-se a mesma estrutura física de malhas de planta com modelos convencionais.

Integradores de Sistemas de Automação Industrial e os desafios da Indústria 4.0

Todos sabemos que a tecnologia na sociedade moderna que vivemos, altera-se de tempos em tempos os modelos econômicos, deixando velhos conceitos e abrindo oportunidades para novos tempos, é sabido, no mínimo sentido, que estamos em uma grande transição no mundo. O tema aqui exposto é sobre as empresas e profissionais que prestam serviços de entrega de soluções em automação industrial, é claro e evidente que neste mercado, muita coisa mudou, desde estruturas de negócios, lucratividade, tecnologias e procedimentos de projetos. Para tanto o momento é de reflexão, pois a transição ocorre e, não sabemos como será o futuro, não temos pretensão de escrever sobre isso, é muito arriscado, todavia nos propomos a apresentar fatos, estudos e experiência nesta área, com o principal objetivo, de apoiar estas empresas e profissionais de serviços, que se deparam dia a dia com dificuldades, muitas vezes sem um entendimento mais claro, dando margens a explicações que levam normalmente a justificativa da crise que hora vivemos, todavia, esta mesma crise, apenas acelerou as mudanças nas relações de mercado, que nos propomos a expor aqui. Quando pensamos em mudança de mundo, mercado, produção e consumo, podemos pensar que a escassez aumenta em função do aumento da população, que quer consumir cada vez mais, o custo aumenta, pois, a oferta e demanda ainda é nosso modelo econômico vigente, agora o componente conhecimento, individual e em grupo, passa a ser mais um elemento de análise, pois as pessoas tem mais acesso a informações, conhecimento e transforma o mercado que atuam. Em nosso mercado de uma forma geral, em função das mudanças, podemos pontuar o passado e o futuro, de forma a criar uma delimitação para nosso tema: Antes O valor da venda do que se produzia remunerava toda a cadeia produtiva, mesmo com baixa eficiência na produção A competição praticamente não existia, pois, as barreiras de entrada eram muito grandes e havia baixa tecnologia As referências de consumo eram locais Atualmente Sem escala, não se consegue remunerar toda a cadeia que é muito maior e o custo altera a eficiência diretamente As barreiras de entrada diminuíram, aumentando muito a competição entre empresa devido a tecnologia O mercado é global – mesmo que o consumo seja local pensamos na globalização Em relação a área de Automação Industrial, que vamos tratar aqui somente por automação, uma vez que nosso foco é falar da indústria, podemos pontuar os seguintes fatos que estão ocorrendo: As empresas de integração de automação cada vez têm menos lucratividade, assumindo mais riscos O conhecimento tecnológico cada vez é mais democrático, fácil e barato A sensação de falta de entrega de valor na automação é cada vez maior no cliente final Mas o que aconteceu com a automação? Essa é a grande pergunta. Não queremos esgotar o assunto e nem definir uma regra, apenas mostrar uma visão geral. Tanto a sociedade, a economia e a política, vivem Ciclos de Vida, em nosso caso vamos pontuar a 3ª Revolução Industrial, ocorrida próximo de 1969, que foi a incorporação da eletrônica no meio produtivo, alterando totalmente a produção industrial, neste momento houve o rompimento do velho modelo de produção, dando lugar há uma nova tecnologia. Quando ocorre uma grade mudança, ou uma revolução desta envergadura, cria-se um novo modelo de mercado, onde no seu início, a chamada Barreira de Entrada, isto é, a dificuldade que se impõe a novos entrantes no mercado é muito grande, haja vista, poucas empresas conhecerem este novo mundo que se descortina, todavia, inicia-se uma “corrida” para poder participar deste novo mercado. Como o tempo, a tecnologia não para e o conhecimento vai se disseminando, se pensarmos nesta 3ª revolução, temos algo como 40 anos ocorridos, nesta linha do tempo, a barreira diminui, aumentando a participação de novas empresas no mercado, aumento de concorrência, chegando a um ponto de muita facilidade de participar deste negócio. O problema é que quando a barreira de entrada é muito pequena e a concorrência cresce muito, o Valor de entrega individual das empresas, cai na mesma proporção, interferindo diretamente no lucro das mesmas, chegando a um ponto, que tende a ser insustentável o próprio negócio, no modelo atual. E é isso que está ocorrendo, haja vista, que estamos em mais um final de ciclo econômico, abrindo um novo formado, para nós da automação isso estamos chamando de Indústria 4.0, que podemos apontar seu início em 2011, ainda em transição, todavia já incomodando empresas e profissionais que atuam nesta área. Para quem usa ou compra automação, há uma visão ou até mesmo uma busca, onde podemos mostrar as principais abaixo: Automação é cara e é um commodities Buscam segurança na operação e alta disponibilidade A operação não deve pensar em tecnologia A tecnologia deve ser alinhada ao negócio (estratégica), agregar valor Projetos internos com falta de mão de obra, prazo e orçamento apertado Espera uma automação modular, replicante, amigável e fácil de customizar Que a automação conecte gestão industrial Que a automação tenha manutenção de ativos e diagnósticos fácil A automação vem mudando e dando nova forma enxergar soluções: De hardware e software para sistemas integrados De algoritmos para aplicações De malhas e lógica para integração da informação De centrado na tecnologia para centrado no negócio De melhores tecnologias para melhores parceiros Há em automação um conflito “trade off”, que gera dificuldades para equilibrar a viabilidade de negócios e tecnologia: Na engenharia, cada cliente quer um projeto especial e os custos de profissionais são muitos altos Na tecnologia, busca-se padrões e modelos (pré-formatados) e produtos de baixo custo Vamos entender um pouco da história da automação, na visão de integração, onde no início: A automação (conhecimento) “pertencia” ao profissional A solução era regionalizada A entrega era um fragmento (ou parte) Hoje temos uma outra realidade: A automação (necessidade) é de cada pelo cliente A solução é global A entrega é do pacote (solução) Também, em função da aplicação comum da automação, gerou-se alguns mitos: A Automação desemprega – Não, automação mantém a empresa empregando A Automação é cara – Não,

COMO APRIMORAR A GESTÃO DE ENERGIA NA MANUFATURA COM A ISO 50001

Os números registrados nos últimos anos sobre o consumo energético no setor industrial não são nada animadores. É o que revela uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicando que o segmento industrial é responsável por cerca de 41% do gasto de energia do país – representado por 573 mil unidades industriais. Outra análise, realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO), demonstrou que a manufatura é considerada o setor com o maior potencial para a geração de riqueza na economia, mas é também o que mais desperdiça energia a nível nacional. Esses dados comprovam que a indústria brasileira possui uma grande parcela de culpa em relação ao uso desproporcional de eletricidade que, além de causar sérios impactos ao meio ambiente, também atinge o orçamento de empresas e de toda a nação. O que mais desperdiça energia na indústria? Afinal, você sabe quais são os fatores que mais contribuem para o desperdício de energia na sua indústria? Ainda de acordo com a CNI, equipamentos como motores elétricos, refrigeração, ar comprimido e iluminação podem ser responsáveis por mais de 50% de todo o desperdício energético da companhia. Confira abaixo outras fontes prejudiciais para o consumo de energia na indústria: Transformadores; Fornos elétricos e estufas; Sistemas de ar condicionado e ventilação; Sistema de ar comprimido; Sistema de refrigeração; Sistema de bombeamento de água; Elevadores e escadas rolantes. Com a finalidade de melhorar a eficiência de equipamentos e, ao mesmo tempo, preservar recursos naturais e reduzir custos financeiros, foi criada uma norma para aprimorar a gestão energética nas organizações. Descubra no próximo tópico como essa regulamentação pode beneficiar a sua fábrica. O que é a ISO 50001? Passou a vigorar, no dia 15 de junho de 2011, a norma que estabelece requisitos mínimos para o estabelecimento, implantação e manutenção de um Sistema de Gestão de Energia (SGE). A ISO 50001 é uma diretriz reconhecida internacionalmente e desenvolvida pela International Organization for Standardization (ISO). No Brasil, ela é intitulada como ABNT NBR ISO 50001 e está sob responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma é recomendada para todas as categorias e portes de empresa, independente do seu setor de atuação. No entanto, ela é mais aplicada em companhias que possuem um consumo energético alto, como é o caso da indústria. Ela foi baseada em princípios comuns a outras normas ISO, como a 9001 (Sistema de Gestão de Qualidade) e a 14001 (Sistema de Gestão Ambiental). 3 passos para obter a certificação Para receber o selo ISO 50001, a empresa deve passar por três etapas importantes: 1 – Primeiramente, a empresa precisa ter em mãos o arquivo que compila todas as normas a serem empregadas dentro da organização. Ele pode ser adquirido através do site oficial da ABNT. 2 – É necessário analisar quais os setores, ou mesmo se toda a empresa, são passíveis de receber o selo. A partir da definição, adequam-se os processos aos requisitos presentes na ISO. 3 – O último passo é contratar um órgão certificador independente (sem qualquer vínculo com a empresa) para constatar se a companhia realmente está em conformidade com os princípios estabelecidos na norma. Quais são as vantagens? Após certificada, a empresa deve traçar estratégias para melhorar continuamente o seu Sistema de Gestão de Energia, com o objetivo de se manter com o selo e aperfeiçoar continuamente suas práticas de eficiência energética. A equipe da empresa TECNICON, que desenvolve soluções em sistemas gerenciais, listou uma série de benefícios que a sua organização pode ter com a implementação da norma: Atitudes preventivas no gerenciamento de riscos; Redução na emissão de gases poluentes; Melhora na utilização de equipamentos e instalações elétricas; Crescimento da produtividade – sem afetar a segurança; Redução do consumo energético; Monitoramento constante do uso de energia; Adoção de novas tecnologias de eficiência energética; Conscientização dos colaboradores; Aumenta o desempenho global da companhia; Maior transparência na gestão dos recursos; Integração com outros sistemas de gestão; Reduz despesas com eletricidade; Demonstra mais credibilidade aos clientes e parceiros; E muito mais. Como melhorar a eficiência energética do setor? Agora que você já conhece a norma para aperfeiçoar a gestão energética, bem como os benefícios obtidos através dela, ficou bem mais fácil implementar medidas para a redução de energia na sua companhia. O segmento industrial é o que mais necessita de recursos energéticos para os processos produtivos e, portanto, deve adotar práticas voltadas à otimização em diversos departamentos. Veja agora algumas estratégias para a redução de desperdícios na manufatura: Iluminação – Muitos não acreditam, mas o gasto com iluminação é muito alto em grandes empresas. O uso de lâmpadas corretas pode amenizar esse problema, deixando o ambiente mais iluminado e seguro para os colaboradores. Recomenda-se O maior aproveitamento da luz natural, apagar as luzes em dependências vazias, utilização de circuitos independentes, instalação de sensores de presença, sistema de gerenciamento do consumo de energia por controle digital, dar preferência a luminárias fluorescentes ou LED (com o Selo Procel), pintar as paredes com cores claras (para refletir melhor a claridade). Instalações elétricas – As instalações elétricas industriais devem passar por manutenções contínuas, tendo em vista a grande carga de energia depositada nelas diariamente. Recomenda-se a manutenção de todos os elementos que compõem a instalação elétrica (transformadores, postes de recepção, fusíveis, disjuntores, tomadas, interruptores), verificar a potência da instalação, substituir transformadores e fiações antigas. Máquinas e equipamentos – O chão de fábrica de qualquer empresa de manufatura é composto por diversas máquinas de alta tensão que ficam ligadas 24h por dia e aumentam drasticamente o gasto de energia. Sugere-se o desligamento em períodos ociosos, realizar inspeções periódicas, trocá-los por modelos atualizados com melhor eficiência energética, substituir regularmente as peças, analisar a lubrificação, monitorar vibração e temperatura. Sistemas de ar comprimido – Os compressores de ar são equipamentos muito utilizados no setor industrial e têm por objetivo captar o ar presente no ambiente, armazenando-o sob alta pressão e transformando-o em ar comprimido. Eles servem para analisar os níveis terminais de pressão, vazão e

DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS: COMO FAZER?

Imagine o seguinte cenário do desenvolvimento de produto: Há três empresas. A primeira já estabelecida no mercado, acredita que possui a confiança necessária do seu público-alvo e por isso não precisa inovar e desenvolver novos produtos. A segunda é uma empresa relativamente nova, ainda não estabelecida no mercado, que desenvolveu um produto inovador e melhor. A terceira é uma empresa mais nova ainda, que precisa desenvolver um produto para conseguir se adentrar no mercado. Neste cenário, é visível que o mercado está se tornando cada vez mais competitivo, e com isso, todas essas empresas estão em uma mesma situação: Preciso inovar se não vou ficar para trás. O que eu faço? Por onde eu começo?   Começando o desenvolvimento de produto A partir do momento que a empresa realiza esses questionamentos, é necessário que todas as áreas da empresa, marketing, financeiro, engenharia, estejam de acordo e em confluência de ideias para que haja uma viabilidade econômica e que o projeto alcance o sucesso. Como desenvolver um novo produto não é uma tarefa fácil, quando todos estão de acordo e se a sua empresa seguir as etapas abaixo da melhor maneira possível, esse caminho se tornará mais tranquilo. O resultado, por consequência, será com certeza excederá as expectativas e conquistará o público desejado.   Etapas do Desenvolvimento de Produto Planejamento No momento em que todas as áreas estão discutindo se o projeto é viável ou não, é nesta hora que os riscos devem ser elencados e medidos, e todos os lucros devem ser considerados. Não tenha medo de ser redundante ou muito específico! A etapa de planejamento definirá o futuro de todos os processos e as medidas tomadas até a obtenção de um resultado de sucesso – ou não. Após todos os riscos e lucros do projeto serem considerados, é necessário montar a equipe que vai realizar o projeto, definindo as lideranças que vão guiar o processo. Essa equipe deve se reunir e ter um momento para gerar as ideias, ou mais conhecido no mundo corporativo, realizar um brainstorming.  A equipe deve gerar o máximo de ideias possíveis, que devem ter como base as tendências do mercado, objetivos do negócio e público-alvo, sempre levando em consideração o consumidor, as tendências de vendas e ações da concorrência. Depois desse brainstorming, todas as ideias devem passar por um processo de seleção, eliminando as que não são viáveis economicamente e tecnicamente. As que cumprirem esses pré-requisitos avançam para a próxima etapa.   Projeto e Prototipagem Com a ideia final aprovada, agora é o momento de estruturar o projeto e pensar no protótipo do produto desejado. Para essa etapa, primeiro é importante criar um modelo 3D a partir do desenho. Com os softwares atuais, essa etapa se torna bem mais tranquila e ainda proporciona outras vantagens além do visual, pois é possível simular como o produto reagiria sobre forças externas, apontando qual material deveria ser o mais indicado. A análise de qual material é mais indicado para o produto é imprescindível para que todo o projeto funcione. Esse processo é chamado de seleção de materiais, no qual se escolherá qual classe de material (metais, polímeros, cerâmicas ou compósitos cumprirá as principais exigências do produto (esforço mecânico, design, formato). É importante selecionar mais de uma opção de material para que o Financeiro consiga avaliar qual é mais viável financeiramente. Com o projeto pronto e o material selecionado, agora é hora de partir para o protótipo, que é uma prévia do produto final. Se foi investido grande parte do tempo nas partes de modelagem 3D e seleção de matérias, o protótipo, além de possuir todas as normas e especificações exigidas pelas agências de regulamentação, terá quase todas as características esperadas e serão precisos poucos ajustes para que se chegue no produto ideal. Essa etapa do desenvolvimento de produto é a mais definidora, pois é nesse momento que se terá mais gastos com toda parte de engenharia. Portanto, realizando todas as simulações e selecionando o melhor material, o protótipo será o mais parecido da realidade e precisará de menos modificações, logo, os gastos serão minimizados e a frustração será menor.   Pesquisa de Mercado Essa etapa deve permear todo o processo de desenvolvimento de produto. Desde o momento de a empresa decidir entrar em um determinado mercado ou apenas analisar como está a amplitude e concorrência do que ela está inserida no momento. Quando se tem um protótipo pronto, chega o momento de realizar um teste preliminar para determinar se o produto será compreendido pelo público-alvo. Antes de ir para a pesquisa, é necessário realizar uma análise do mercado em potencial em conjunto com equipes de Marketing e de Relações Públicas, que devem ser as mais engajadas nesse momento, pois são elas que criarão a melhor estratégia para abordar o possível público-alvo. Essa pesquisa pode ser feita de várias maneiras diferentes, como: Enviando questionários de e-mail para sua base de clientes já cadastrada; Realizando entrevistas; Montando dinâmicas de grupos; Formulário nas redes sociais em grupos de interesse; Fornecendo amostras do produto em lugares estratégicos. Todos esses passos e tantos outros são essenciais nessa etapa do projeto, procurando o que se pode melhorar no produto, mas também são importantes posteriormente a etapa final, procurando um feedback dos clientes.   Lançamento Depois que o protótipo passar por um primeiro teste de mercado, e tendo conhecimento sobre as reações possíveis dos clientes, é necessário realizar as últimas alterações para se chegar no produto final. Após isso, novamente junto com a equipe de Marketing, é hora de traçar um plano de como será realizada a divulgação. É importante ter atenção na produção do primeiro lote que sairá, tendo certeza de que tudo está como planejado e com 100% de qualidade. Ainda assim, é preciso considerar que a pesquisa de mercado foi feita com uma parcela que ainda não representa toda a sua base de clientes, então tenha a mente aberta a tudo que os consumidores disserem. Em especial, atente-se aos comentários negativos, já que eles funcionam como um diagnóstico do seu

OS EFEITOS DA INDÚSTRIA 4.0

O que é Indústria 4.0 A indústria 4.0 é a transformação que vem revolucionando a forma com que as empresas trabalham e distribuem seus produtos. Também chamada de 4ª revolução industrial, ela engloba um amplo sistema de tecnologias avançadas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem que estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo.   Benefícios da Indústria 4.0 Os benefícios alcançados com a implantação da indústria 4.0 são muitos. O uso das tecnologias digitais na indústria permitiram aumentar em 22%, em média, a capacidade produtiva de micro, pequenas e médias empresas dos segmentos de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e calçados. Muitos ainda acreditam que falar de indústria 4.0 é falar de ferramentas complexas, extremamente caras, e que somente grandes empresas com atuação internacional têm acesso ao novo modo de produção.   Como adaptar a Indústria 4.0 ao seu negócio São os pequenos processos que têm impacto significativo na produtividade, pois aumenta a eficiência do uso de recursos e no desenvolvimento de produtos em larga escala, além de propiciar a integração do Brasil em cadeias globais de valor. Além disso, implicará em transformações na gestão empresarial, principalmente em dois aspectos. O primeiro está relacionado à estratégia para implementar tecnologias, como a cooperação entre as áreas de tecnologia de informação (TI) e as de produção.   Como escolher a melhor máquina no seu negócio Aqui na APLASTIK EMBALAGENS temos uma equipe especializada, pronta para te ajudar a achar a máquina ideal para seu negócio, seja ele de pequeno, médio e grande porte. Faça um orçamento conosco, sem compromisso e entre também na era da indústria 4.   Fale com um de nossos especialistas.

Desperdício de Mercadoria = Novos Produtos

Prejudica o Meio Ambiente Junho é o mês do Meio Ambiente, por isso mais do que nunca o desperdício de alimentos gera todos os impactos ambientais da produção de alimentos (uso intensivo e poluição da terra e dos recursos hídricos, exacerbação da perda de biodiversidade, emissões de gases de efeito estufa) sem nenhum dos benefícios de alimentar as pessoas. Sabemos que atualmente desperdiçar é perder dinheiro e prejudicar o meio ambiente. Contamos com diversos tipos de embalagens industriais que garantem o bom manejo e durabilidade em qualquer produto que seja, mas, mesmo assim, podem ocorrer erros. O desperdício que iria ser jogado fora, pode se tornar um novo produto! Esses resíduos, dependendo do jeito da sua produção, podem ser perdidos. Pesquisadores descobriram uma forma de não jogar fora produtos descartados pela indústria de suco, por exemplo, e invés disso eles reaproveitam e criam cosméticos naturais. O maracujá é um excelente exemplo de propriedades antioxidantes perfeitos para cosméticos. Já parou para pensar que seu desperdício pode se tornar um novo produto para seus clientes? Fale com o nosso time temos a solução ideal para demanda! Até o próximo post.

Empregabilidade e mercado da indústria de bebidas no Brasil

Entenda as principais características de uma das maiores áreas da indústria nacional. Esse tipo de indústria engloba mais de 3 mil empresas que fabricam diversos produtos, incluindo água, sucos, cervejas e refrigerantes.  Então, no artigo de hoje você irá conhecer mais sobre o setor e quais são os tipos de máquinas mais adequadas para atender as necessidades desta indústria.  Conforme o Perfil Setorial da Indústria, plataforma da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor de bebidas faz parte da chamada indústria de transformação.  No que lhe concerne, essa contribui com 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria brasileira.  Segundo o mesmo Perfil Setorial, mais de 120 mil pessoas trabalham no setor de bebidas em nosso país.  Um dado surpreendente e merece destaque é que devido ao tamanho do mercado consumidor, 99% das bebidas produzidas em solo nacional são voltadas para o consumo interno. Ampla variedade de bebidas comercializadas: A quantidade de produtos vendidos varia muito conforme a empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.  A Kikkoman, por exemplo, concentra-se na fabricação de saquê (tradicional bebida alcoólica japonesa) e outros produtos fora da indústria de bebidas (como arroz e molhos).  Inovações sustentáveis e tecnologias na indústria de bebidas: Assim como acontece com outras indústrias, as empresas de bebidas também precisam se reinventar, sempre apresentando novidades e demonstrando estar cada vez mais próximas de seu público consumidor.  Um assunto que vem ganhando cada vez mais relevância todos os anos é a sustentabilidade,  um exemplo de preocupação com o meio ambiente é o da Coca-Cola.  Em setembro de 2021, a filial brasileira de uma das maiores corporações norte-americanas do mundo anunciou uma mudança importante: a água mineral Crystal tornou-se a primeira garrafa de água composta apenas por material PET-reciclável, dispensando por completo o uso de matéria-prima virgem. O objetivo é reduzir o nível de emissões de CO2 e o descarte incorreto de embalagens.  A iniciativa faz parte de uma estratégia maior: até o ano de 2030, todas as embalagens da água Crystal serão corretamente destinadas, fazendo com que a operação não gere nenhum resíduo. Outro caso que pode ser considerado aqui é o da startup Zé Delivery, criada dentro da Ambev em 2016 pelo Fundo de Bebidas da ZX Ventures, hub de inovação e aceleração responsável por desenvolver soluções para consumidores. Trata-se de um aplicativo que, no começo, consistia na entrega de bebidas alcoólicas na casa do cliente, sempre pelo menor preço e com a garantia de estarem geladas. Atualmente, o Zé Delivery ampliou a gama de produtos ofertados para além das cervejas, tornando-se uma espécie de mercado virtual. Agora, estão disponíveis para compra itens como refrigerantes, sucos, gelo, carnes para churrasco, carvão, salgadinhos, chocolates e outros. Qual a máquina mais adequada para o setor de bebidas? Como você acompanhou, a indústria de bebidas é importante para abastecer o mercado nacional. Mas também é extremamente necessário que haja o equipamento e insumos adequados para que a produção, armazenamento e logística aconteçam da melhor forma. Pensando nisso, conheça quais são os insumos industriais ideais que a APLASTIK oferece para sua produção ter a eficiência que seu negócio precisa.  Insumos Industriais: As embalagens industriais da APLASTIK possuem a tecnologia mais avançada para aumentar a qualidade e rapidez dos seus processos. Aqui você pode encontrar: Disponibilizamos diversos modelos e medidas de embalagens industriais, para todos os tipos de necessidade. Em nosso site temos disponíveis que você precisa para fazer seu negócio crescer, independentemente do tamanho da sua empresa!   Fale com nossa equipe!