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Desperdício de Mercadoria = Novos Produtos

Prejudica o Meio Ambiente Junho é o mês do Meio Ambiente, por isso mais do que nunca o desperdício de alimentos gera todos os impactos ambientais da produção de alimentos (uso intensivo e poluição da terra e dos recursos hídricos, exacerbação da perda de biodiversidade, emissões de gases de efeito estufa) sem nenhum dos benefícios de alimentar as pessoas. Sabemos que atualmente desperdiçar é perder dinheiro e prejudicar o meio ambiente. Contamos com diversos tipos de embalagens industriais que garantem o bom manejo e durabilidade em qualquer produto que seja, mas, mesmo assim, podem ocorrer erros. O desperdício que iria ser jogado fora, pode se tornar um novo produto! Esses resíduos, dependendo do jeito da sua produção, podem ser perdidos. Pesquisadores descobriram uma forma de não jogar fora produtos descartados pela indústria de suco, por exemplo, e invés disso eles reaproveitam e criam cosméticos naturais. O maracujá é um excelente exemplo de propriedades antioxidantes perfeitos para cosméticos. Já parou para pensar que seu desperdício pode se tornar um novo produto para seus clientes? Fale com o nosso time temos a solução ideal para demanda! Até o próximo post.

Como organizar um depósito: 7 dicas que vale a pena conferir

Organizar um estoque é uma tarefa complexa e necessária, que gera muitos benefícios na cadeia logística. Não importa qual é o seu segmento: quanto mais organização, melhores são os resultados. Cada produto que entra deve ser registrado, de modo que saia corretamente no prazo estimado. Deve ser fácil encontrar cada um e garantir que estejam em condições ideais de temperatura e segurança. Mais regras surgem a depender do tipo de produto estocado. Assim, é importante entender as melhores práticas quando falamos em como organizar um depósito. É necessário também buscar visibilidade e apoio da tecnologia para controlar melhor os itens, mesmo em uma escala crescente. Com isso, você consegue agilizar as operações e evitar dores de cabeça no gerenciamento das mercadorias que entram e saem.  A importância de saber como organizar um depósito Organizar um depósito é crucial para a saúde das operações logísticas. Ao controlar isso, a empresa garante uma série de pontos positivos. Um deles é o controle para evitar perdas de produtos. Ao gerenciar melhor o estoque e o layout do depósito, é possível evitar desaparecimento de itens que entraram e problemas que tornam essas mercadorias inacessíveis. Desse modo, é viável obter maior agilidade no fluxo logístico. Afinal, na cadeia de suprimentos, velocidade é importante: um dos deveres é cumprir os prazos sem nenhum problema para não causar dificuldades para o processo seguinte.  Cada agente deve fazer sua parte para gerar resultados ótimos para o consumidor final. Pense em um estoque de peças automotivas ou de materiais de construção, por exemplo. É preciso seguir regras para não criar entraves na rotina de produção. Então, a organização do depósito se torna essencial. Outro ponto positivo é a localização de itens. Para achar os produtos de forma mais fácil, é preciso ter uma boa lógica de organização e de registro. Isso facilita inclusive o trabalho dos colaboradores, que não precisam se esforçar demais para cumprir suas funções. Também vale mencionar que um centro de distribuição ou armazém que se organiza bem consegue otimizar sua reputação no mercado. Dessa maneira, é fácil conseguir parcerias e relações de negócio com transportadoras, e-commerces e outras empresas. Como organizar um depósito: 6 dicas fundamentais Para te ajudar a entender como organizar um depósito, vamos finalmente mencionar algumas dicas de ouro. Acompanhe. Defina as categorias dos produtos do depósito Categorizar os produtos é uma forma de dividir bem o controle e garantir a atenção devida a cada classe de itens, de forma padronizada. Cada categoria com mercadorias similares pode ser armazenada em uma seção, de acordo com as necessidades e os cuidados para cada produto. Essas categorias podem ser definidas a depender das características: tipos, tamanhos, sensibilidade com relação a danos, etc. Você pode também trabalhar com outras lógicas, a depender do que funciona melhor. A categorização é crucial para ajudar na localização dos itens, bem como no controle exato deles em softwares auxiliares. Cadastre todos os produtos que entram Sobretudo, é crucial cadastrar todos os itens assim que entram no depósito. Nesse sentido, vale contar com o apoio de alguma ferramenta que registra os produtos e confere a eles algum número identificador ou código.  É importante registrar as informações relevantes, como quem enviou o produto, para onde ele está destinado, qual é o prazo de expedição, as características e condições ideais de armazenamento, etc. Cada produto naturalmente requer um conjunto de características diferentes. Alimentos, por exemplo, precisam de data de validade; peças precisam do tamanho; etc. Esse cadastro bem feito ajuda nas tarefas de localizar, manusear e controlar exatamente a separação e a expedição. Defina as responsabilidades  O trabalho logístico é um trabalho coordenado, de várias etapas e funções. Então, é preciso definir muito bem as responsabilidades entre a equipe. Separar os trabalhos de cada colaborador ajuda a organizar melhor essas tarefas e garantir que elas sejam devidamente cumpridas. Assim, é viável evitar que um funcionário fique sobrecarregado e negligencie suas funções.  Pense estrategicamente na estrutura do local  Quando falamos em como organizar um depósito, o layout é de extrema importância. A forma como a estrutura está definida e organizada gera um impacto enorme na agilidade, na eficiência e no controle dos itens.  Aqui, você pode optar pela lógica que for mais conveniente. Em alguns estoques, as empresas dividem as seções de acordo com os prazos de expedição; em outros, eles dividem por tipos de produtos.  O mais importante é seguir um padrão e organizar o layout pensando, inclusive, na movimentação dos itens a partir do momento em que entram no depósito.  O ideal é otimizar ao máximo a movimentação e garantir que não haja congestionamento. Ou seja, pense bem nas rotas.  Além do layout em si, a empresa deve pensar também na estrutura e nos elementos estruturais que ajudam a atender a demandas específicas. Prateleiras, vãos, porta pallets e outros itens que variam a depender do tipo de estoque.  Equipamentos serão necessários? Não esqueça deles É sempre bom lembrar dos equipamentos que ajudam no controle e no planejamento de estoque.  Itens como empilhadeiras, carrinhos, paleteiras e outros ajudam nas funções operacionais, permitindo que as empresas obtenham maior eficiência e consigam acessar rapidamente toda a estrutura do depósito. Sobretudo, essas ferramentas servem como um ótimo apoio para seus colaboradores, por conta da automação de certas tarefas. Pense em otimizar a vida deles para evitar acidentes e gargalos nas operações. Defina como fará o acompanhamento do inventário O inventário do estoque é crucial também. Não esqueça de organizar seus itens e listar todos eles de acordo com as informações mais importantes para obter acurácia. Também é fundamental definir a periodicidade desse inventário (será atualizado anualmente? Mensalmente?). Dica bônus: como organizar um depósito? A tecnologia chegou para ajudar! Antes de terminar, precisamos ressaltar o poder da tecnologia para auxiliar na organização e no controle de depósitos.  O ERP, por exemplo, é uma das soluções automatizadas que registram produtos, asseguram a gestão deles em tempo real e permitem controle sobre os prazos de expedição para evitar erros. A automação ajuda a aprimorar o trabalho humano para atender a demandas

SUPPLY CHAIN: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

A supply chain (cadeia de suprimentos) é uma cadeia de operações que precisa de uma gestão que dê atenção a cada ponto. É necessário integrar os sistemas, garantir visibilidade e evitar erros para que problemas não se propaguem pela cadeia.  Para isso, as empresas precisam saber exatamente o que é supply chain e como melhorar esse conceito. Ou seja, é inevitável um efeito dominó nesse sistema. Assim, erros até menores desencadeiam uma série de reações e dificuldades maiores quando são levados adiante.  Por isso, se faz cada vez mais importante ter uma boa gestão de suprimentos nesses processos. Afinal, a supply chain é um conceito que perpassa todos os setores e segmentos, de modo a assegurar o bom funcionamento da mecânica do mercado. Felizmente, com as ferramentas tecnológicas atuais, é possível melhorar o nível de produtividade, escalar os resultados e reforçar a comunicação. Por isso, é importante entender mais sobre esse conceito e saber como otimizar cada etapa.  O que é supply chain? A cadeia de suprimentos é um conjunto de processos interligados em sequência. Uma operação gera um resultado que se torna a entrada da próxima operação.  É importante destacar que o conceito abrange todas as fases de um produto, desde sua concepção. Assim, envolve a coleta de matéria-prima, a produção, o armazenamento, a distribuição e o transporte. Da produção até chegar ao cliente. Nos casos de logística reversa, a cadeia também se preocupa com os processos de envio iniciados pelo cliente.  Nesse sentido, requer a participação ativa de vários agentes, responsáveis por cada ponto. É fundamental integrar todos esses agentes para garantir uma comunicação eficaz e precisa. O supply chain aplicado na logística Os conceitos de supply chain e logística são distintos, apesar de serem tratados como sinônimos por muitas pessoas.  Contudo, as melhores práticas da cadeia podem ser aplicadas para melhorar constantemente o fluxo logístico. A divisão que faz mais sentido é a que coloca a logística como um processo de movimentação de mercadorias, ao passo que a cadeia de suprimentos abrange os processos de produção, estudo de demanda, etc. Assim, em um esquema representativo, a logística comporia uma parte da cadeia, responsável pela movimentação de itens de centros de distribuição para outros e de armazéns para transportadoras.  O fluxo logístico só termina de fato quando o produto chegou à loja final ou ao cliente. Contudo, a supply chain monitora tudo isso de perto. E como funciona o supply chain nas empresas? Como pontuamos de forma breve quando falamos sobre o que é supply chain, é fundamental falar em integração quando pensamos no funcionamento de uma cadeia de suprimentos.  Para garantir uma comunicação sincronizada, sem erros sendo propagados, com o respeito dos prazos e do cuidado com os produtos, é fundamental que cada agente esteja conectado ao outro. Nesse sentido, os registros devem estar sincronizados, de modo a evitar erros de produtos não enviados, por exemplo, ou contagem errada de itens. Por esse motivo, é necessário discutir a importância de uma aplicação de gestão centralizada.  Esse sistema ficaria responsável por controlar os dados, os registros e a movimentação dos produtos, bem como estimar a demanda, etc. Aliás, como vimos, a supply chain depende fortemente de uma boa análise de demanda. De certa forma, todo o processo é desencadeado como uma resposta para uma identificação de um espaço vago no mercado, algo a ser preenchido. A partir da coleta de necessidades do cliente, torna-se viável iniciar a produção e a busca por matérias-primas. Isso, por sua vez, ajuda a definir também os prazos, de modo que se consiga controlar quando cada operação deve entregar o seu resultado. Da mesma forma, a cadeia de suprimentos também se encarrega do relacionamento saudável com o cliente. É preciso administrar muito bem essa relação para garantir o máximo de satisfação e fidelização dos consumidores em todos os pontos.  Gestão de Supply chain: como fazer? Agora que você já entendeu o que é supply chain e suas nuances, vamos compreender como fazer uma gestão inteligente. Um dos pontos é o uso da automação. A gestão da cadeia é beneficiada quando a empresa adota sistemas que realizam funções repetitivas e ajudam a agilizar os processos menores. Com a certeza de que haverá precisão, menos desgaste e menos cansaço nessas operações, é possível seguir adiante e continuar com o processo para garantir a produtividade. Outra questão é o uso de indicadores. Para assegurar o crescimento dos bons resultados, tenha uma boa visão com indicadores claros e consistentes. É sempre bom monitorar cada etapa de perto para assegurar qualidade e segurança Definir os indicadores ideais para cada fase é crucial para garantir o melhor dos cenários.  Benefícios do Supply Chain para as empresas Vamos falar um pouco mais sobre os benefícios da cadeia de suprimentos. Um deles é a diminuição dos prazos. Uma gestão inteligente de cada um dos processos agiliza o fluxo de movimentação dos produtos, eliminando imprevistos. Tudo fica claro para a gestão, que consegue se planejar melhor. Uma vez que cada agente terá visibilidade e será monitorado de acordo com os indicadores, é viável assegurar que eles entreguem o esperado. Tudo segue de acordo com o planejamento geral, que respeita possíveis eventualidades em cada etapa.  Por sua vez, essa redução no tempo para realizar tarefas também implica diminuição de custo de frete. Da mesma forma, isso gera maior produtividade. Outro benefício é a segurança do estoque e otimização dos produtos estocados. Os erros comuns na gestão são evitados, uma vez que a companhia consegue controlar melhor cada item, em cada seção do centro. É possível monitorar as mercadorias em cada ponto, em cada fase, desde o registro até a expedição do armazenamento. Dessa forma, a empresa verifica se os produtos estão sendo devidamente armazenados, de acordo com as condições de segurança e proteção. É viável garantir um cuidado específico para cada tipo de item.  Outras vantagens: pontualidade no fluxo, antecipação de tendências, maior qualidade nas entregas e melhor gestão da relação com o cliente. Áreas que precisam do supply chain São várias as áreas e os segmentos que

Polímeros: Tudo que você precisa saber sobre esses Materiais.

A importância dos polímeros nas nossas vidas é evidente quando observamos suas aplicações em todos os setores da indústria e em áreas totalmente diversas, mas muito presentes no nosso cotidiano. Mas o que são os polímeros? Quais as suas aplicações e por que são tão utilizados assim? Nesta seção você vai saber como os polímeros são obtidos através da polimerização, sua fabricação e quais são os principais representantes de cada classe. Vai conhecer também a diversidade de polímeros existentes atualmente e suas principais propriedades químicas e físicas. O que são polímeros? A palavra polímero origina-se do grego poli (muitos) e mero (unidade de repetição ou partes). Dessa forma, um polímero é uma macromolécula composta por milhares de unidades de repetição. Essas unidades são os meros e fazem ligação covalente entre si. O monômero (uma molécula com uma unidade de repetição) é a matéria-prima para a produção de um polímero. Os polímeros são, na maioria das vezes, partes de um composto orgânico, com alta massa molar (mais de dez mil chegando até dez milhões). Os polímeros não foram inventados pelo homem, há muito tempo já existiam essas macromoléculas presentes na natureza e na vida da humanidade, como a lã, o couro, a madeira, entre outros exemplos. Contudo, com o avanço da ciência e tecnologia, tem-se os polímeros artificiais ou sintéticos. Com isso, tem-se uma primeira divisão desse material em dois grupos classificados quanto a sua ocorrência, sendo eles os polímeros naturais e os polímeros sintéticos. Polímeros Naturais Os polímeros naturais são aqueles encontrados na natureza (que derivam de animais e plantas) e também são chamados de biopolímeros. São grandes exemplos dessa classe: as proteínas, os polissacarídeos (amidos, celulose e glicogênio), a borracha (extraída da seringueira – látex), entre outros. São úteis na fabricação de diversos materiais como papel e pneus, além das proteínas e polissacarídeos estarem presentes nos alimentos que ingerimos e serem fundamentais para o corpo humano. Polímeros Sintéticos ou Artificiais Esses polímeros são produzidos em laboratório e surgiram da necessidade de imitar os polímeros naturais. São produzidos através da síntese: processo que surgiu na segunda metade do século XIX, após a descoberta da Química Orgânica, e por envolver reações químicas em laboratório, requer tecnologia sofisticada. São alguns exemplos: o polietileno (PEAD ou PEBD), que é o polímero de maior aplicação comercial, o polipropileno (PP), o poliestireno (PS), o policloreto de vinila (PVC), o teflon (PTFE), entre outros. Como os polímeros são produzidos? Os polímeros são produzidos por um processo químico conhecido por polimerização, sendo a reação que une quimicamente as moléculas de monômero, dando origem às macromoléculas. A polimerização pode ser realizada por: Ou seja, os polímeros são produzidos por um mesmo processo, porém cada um com suas especificidades.  Além disso, a principal matéria prima para a produção dos polímeros é o petróleo, porém, por ser uma fonte esgotável, também são usados o gás natural e outras fontes renováveis, como o etanol (álcool etílico). A cadeia Petroquímica e o Plástico Essa produção está representada esquematicamente na imagem abaixo: A cadeia petroquímica e o plástico. Disponível em: https://www.broliato.com/br/faq/9/como-funciona-a-cadeia-petroquimica Após a extração do petróleo, tem-se a etapa de refinamento na qual são divididos os subprodutos desse recurso natural como mostrado acima. Em seguida, inicia-se o processo na cadeia da atividade petroquímica, separado em gerações (ou estágios). A primeira geração fornece os produtos petroquímicos básicos, como o eteno, propeno, butadieno, entre outros, que são os monômeros usados na polimerização citados anteriormente, por meio do craqueamento, no qual as moléculas são quebradas por aquecimento a altas temperaturas, transformando frações de cadeias carbônicas maiores em frações com cadeias carbônicas menores. A segunda geração transforma os petroquímicos básicos nos petroquímicos finais, como polietileno (PE), polipropileno (PP), polivinil cloreto (PVC), poliésteres, óxido de etileno etc, os quais são os polímeros gerados pela polimerização. A terceira geração é onde os produtos finais são quimicamente modificados ou conformados em produtos de consumo, ou seja, como de fato encontramos os produtos à venda. Além disso, a indústria do plástico é o setor que movimenta a maior quantidade de produtos fabricados com materiais petroquímicos. Na figura abaixo é mostrado o esquema de quais insumos são gerados pelo petróleo e gás natural separadamente para a produção dos polímeros. Figura 2: Fluxograma esquemático de insumos petroquímicos: a) obtidos a partir do petróleo; b) obtidos a partir do gás natural. Fonte: Antunes (2007, p. 94) Principais formas de fabricação dos polímeros Cada material tem sua forma de ser fabricado, dependendo do tipo de polímero, formato, tamanho, complexidade, etc. Para que seja possível a transformação da resina polimérica nos produtos finais, é necessário realizar o seu processamento de acordo com suas necessidades. O processamento dos polímeros exige muito conhecimento da matéria prima e suas características, pois é necessário que o procedimento ocorra em altas temperaturas para que o polímero seja fundido. Além disso, a forma de processamento está diretamente relacionada com o que se é esperado obter no produto final. Os processos de fabricação mais utilizados na produção de transformados plásticos são a extrusão e a moldagem por injeção. Porém, também podem ser fabricados a partir da termoformagem, por compressão, sopro ou rotomoldagem. Para saber mais sobre o assunto, acesse nosso conteúdo sobre o processamento de polímeros. Quais são as classes e seus representantes? Os polímeros possuem diversas classes de acordo com alguma propriedade ou característica, como citado no início, uma delas é dividida entre naturais e sintéticos. Porém, também podem ser classificados conforme sua reação ao calor e por possuírem propriedades distintas devido às suas interações moleculares, os quais se dividem em termoplásticos, termofixos e elastômeros. Os termoplásticos amolecem quando são aquecidos, processo que pode ser reversível. Em geral são bastante macios e flexíveis, apresentando um comportamento quando submetidos a uma tensão de tração semelhante ao dos metais. São exemplos dessa classe: polietileno (PE), poliestireno (PS), PET e cloreto de polivinila (PVC). Os termofixos apresentam grande número de ligações cruzadas, o que faz com que eles não amoleçam quando aquecidos. São, em geral, mais duros, rígidos e resistentes quando comparados aos termoplásticos. Borrachas vulcanizadas, epóxis e resinas fenólicas compõem esse grupo. Os elastômeros, classe das

Tipos de paletização e organização dos paletes com Stretch

Existem vários tipos de paletização? Vamos descobrir! A paletização é um método de organização de estoque onde a empresa armazena produtos e materiais sobre paletes, que podem ser manuseados de forma mais prática e ágil. Esse método é capaz de aumentar a produtividade e reduzir os custos da gestão de estoques (tanto de produtos acabados quanto de materiais) de uma indústria e por isso é muito utilizado. Por isso, criamos um artigo abordando quais os tipos de paletização, benefícios e organização dos paletes. Leia agora! Qual o objetivo da paletização? Antes de mais nada, é importante esclarecer o que é paletização e como funciona para a logística. Basicamente, a paletização é um método de organização de estoques. Nesse método, os produtos, mercadorias e matérias-primas são armazenados sobre paletes (ou pallets). Sendo assim, agiliza e facilita os processos e melhora o aproveitamento do espaço. Além disso, a paletização é capaz de aumentar a produtividade dos funcionários e diminuir os custos com a gestão dos estoques, inclusive reduzindo os danos aos produtos. Na paletização, ao invés de a empresa empilhar as caixas contendo mercadorias e matérias-primas diretamente em prateleiras ou em contato com o chão, o pallet é utilizado como base para acomodar as caixas. Tipos de paletização Dependendo dos produtos fabricados, existem diferentes tipos de paletização que podem ser mais recomendados.  Veja os mais comuns:  Empilhamento em blocos Neste tipo de armazenagem os paletes com os produtos são colocados no chão do estoque e os próximos paletes são colocados sobre os primeiros, formando uma pilha de produtos. Como os primeiros produtos ficarão presos debaixo dos últimos, esse método de armazenagem só é recomendado para indústrias que utilizem a metodologia LIFO (last in, first out – último a entrar, primeiro a sair), já que a primeira remessa de estoque será a última a ser utilizada.  Quadros de armazenagem Neste tipo de armazenagem por paletização são utilizados frames móveis que podem ir até o teto do armazém e os paletes são colocados sobre eles. A ideia é utilizar todo o espaço disponível no armazém, sendo ideal para empresas que precisam estocar produtos por um tempo maior ou sem prazo de utilização. Estantes convencionais Aqui os paletes são organizados em estantes que são capazes de armazenar diversos paletes com apenas um nível de profundidade. Sendo assim, é possível acessar qualquer palete a qualquer momento sem precisar mexer nos demais produtos. Esse tipo de paletização é ideal para indústrias que trabalham com modelos como o FIFO (first in, first ou – primeiro a entrar, primeiro a sair), já que os produtos mais antigos no estoque podem ser acessados facilmente. A desvantagem é que é necessário mais espaço para a empilhadeira acessar as prateleiras em todo o estoque. Estantes de dupla profundidade Aqui a empresa pode juntar duas estantes ou usar estantes de dupla profundidade para diminuir o espaço necessário para corredores no estoque. A desvantagem é que para acessar o palete no segundo nível de profundidade o primeiro nível precisará ser removido antes. As diferentes formas de montar os paletes Há três formas de fazer isso:   Seja qual for seu sistema de paletização, temos os insumos ideal para proteger ainda mais sua carga.   Esperamos que tenha gostado do artigo.  Caso queira mais informações sobre sistemas de paletização e os insumos necessários para esse processo, fale com a APLASTIK EMBALAGENS! Entre em contato conosco agora!

Embalagens fechadas corretamente: dicas essenciais para segurança no transporte

O fechamento de embalagens bem feito é a garantia de que o transporte de cargas possibilitará a entrega sem nenhum tipo de dano ao material.A fim de que os produtos cheguem intactos ao consumidor final ou às distribuidoras, o produto passa por processos de empacotamento, envelopamento, paletização etc. Dessa forma, envolve técnicas, equipamentos e insumos para que sejam garantidos, além da proteção às mercadorias, fatores como otimização de espaço — como é o caso da paletização com filme stretch.  Assim, com a finalidade de garantir a segurança no transporte, se deve dar atenção para evitar de cometer alguns erros, sobretudo na escolha de embalagens.  Vamos ver como isso é na prática? Continue a leitura! Fechamento de embalagens eficiente: o que considerar Entenda o que considerar ao escolher as embalagens para cada tipo de produto e evitar erros:   1.      Sempre considerar as características de cada produto Esta dica vale especialmente para embalagens de mercadorias frágeis. Objetos de vidro, porcelana e bebidas são exemplos. Esses tipos de produtos exigem embalagens resistentes, que os protejam bem. O plástico bolha é fundamental para essa proteção, assim como a caixa de papelão, muito resistente e usada para proteger qualquer tipo de carga.  Além disso, é preciso ficar atento ao fechamento. As  caixas devem ser bem lacradas — a fita gomada é uma das melhores opções para isso.  Assim como as especificidades dos materiais frágeis, há aqueles que costumam ficar em estoque e que podem sofrer danos por causa da ação do tempo nas caixas de papelão.  Como resolver? Com filme stretch! Com o reforço desse material, se consegue garantir que as mercadorias não vão deteriorar.  2.      Ter um controle de qualidade de fechamento de embalagens O controle de qualidade de fechamento de embalagens na indústria é um processo fundamental para que se consiga manter o produto de acordo as especificações vigentes. Dessa forma, qualquer problema com a vedação da embalagem pode gerar problemas que comprometam a credibilidade da empresa junto ao seu cliente e, como resultado, ter sua saúde financeira prejudicada.  Por isso, investir na automatização desse processo gera menos riscos e mais eficiência com insumos preparados para o processo industrial.    Precisando tirar dúvidas ou solicitar orçamento para a aquisição, aluguel ou comodato de máquinas ou para compra de insumos?    Fale com um de nossos especialistas! Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários! Nos vemos no próximo post!

Automatizar os processos para economizar insumos

O fato de economizar insumos está diretamente ligado ao processo produtivo. Dessa forma, a automatização de processos se torna fundamental para isso. Um processo de produção envolve diversas etapas e pode ser algo complexo. Quanto mais conseguirmos otimizar esses procedimentos, melhores serão os resultados do negócio. Afinal, diminuindo os gastos, desperdícios e tempo, a produtividade será maior. Neste artigo, vamos mostrar como os processos automatizados podem contribuir para atingir esse objetivo. Veja mais a seguir. A importância de economizar insumos pela automazatização de processos Insumo é tudo aquilo que faz parte da produção de um serviço ou produto. A lógica de economizá-lo é simples de ser entendida, afinal, sempre é melhor gastarmos menos do que mais, certo? Isso fica ainda melhor quando conseguimos economizar e, ainda assim, não prejudicar a qualidade e o rendimento do negócio. Imagina então conseguir tudo isso e ainda aumentar nossa produtividade? Por isso, pensar em um bom planejamento para a realização de uma economia de insumos é de extrema importância. Afinal, ajuda a reduzir gastos e também evita desperdícios, controlando estoque e produção, melhorando a alocação de força de trabalho e caixa,  podendo aumentar a lucratividade. Mas afinal, como economizar insumos? Um dos meios para trabalhar com a economia de insumos é optando por automatizar os processos. Essa prática de automação é bastante benéfica para melhorar o rendimento dos colaboradores, evitar falhas e diminuir o tempo gasto em uma produção, o que, consequentemente, a aumentará. A automatização de processos é mais assertiva e oferece padronização ao seu empreendimento. Mas como fazer isso? Há alguns meios que veremos a seguir: Benefícios O benefício da automação industrial está ligado à redução de gastos tendo em vista a otimização da produção. Dessa forma, é possível atender altas demandas em um curto prazo de tempo para maior rentabilidade do negócio. Mas é preciso atenção ao optar por uma máquina que ajude a aumentar sua produtividade com maior economia de custos, assim como na escolha do fornecedor de insumos. Por isso, temos uma ótima dica: Aplastik Embalagens. A empresa tem uma linha completa de insumos para a indústria. Caso queira mais informações, você pode entrar em contato com nossa empresa e falar com um de nossos consultores.

Como evitar o desperdício de filme stretch

O filme stretch é tipo de embalagem bastante usado nas indústrias para a etapa de paletização de cargas e por esse motivo, é outro insumo que pode ser desperdiçado e onerar os custos da empresa.  O consumo desnecessário desse insumo pode ser combatido com a padronização de processos, como a quantidade de filme stretch utilizado para envolver os pallets. Algumas formas de verificar isso são: mapear o processo de envelopamento de pallets a fim de tentar identificar os principais fatores que comprometem o uso desnecessário de filme stretch; fazer as manutenções necessárias na máquinas (de preferência preditiva e preventiva) para aumentar sua confiabilidade  de operação para um melhor aproveitamento; padronizar o processo de envelopamento com filme stretch, focando no menor consumo possível; conscientizar a equipe sobre a importância do uso correto do filme.  Sabe quem pode ajudar nesses processos? A Aplastik! Desde a aquisição da máquina, com as manutenções, dicas para consumo eficiente de filme stretch e muito mais.  Basta entrar em contato com a empresa e falar com um de nossos especialistas. Vamos trocar ideias, orientar e encontrar a melhor solução! Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários! Até o próximo post!

30 de Outubro – Dia do Comerciário.

A compreensão dos significados do dia do Comércio se concentra no início do século XX, época em que os trabalhadores da área de comércio eram extremamente explorados por seus patrões e encaravam dia após dia jornadas de trabalho abusivas, que muitas vezes superavam as 12 horas consecutivas. Folgas praticamente não existiam e nos feriados eles também eram obrigados a trabalhar, já que nesses períodos o comércio também ficava altamente aquecido. Os caixeiros, como também eram conhecidos os comerciantes naquele período histórico, eram muito ameaçados e maltratados no sistema trabalhista daquele momento. Fatigados e revoltados por estarem sendo praticamente escravizados eles começaram a criar grupos e associações para se conhecerem e se apoiarem, iniciativa que formaria o que hoje chamamos de sindicatos trabalhistas. Esses grupos e suas manifestações aos poucos foram se espalhando por todo o território nacional e ganhando corpo em suas reinvindicações e cada vez mais vozes em seus protestos. Foi então que em 29 de Outubro de 1932 5 mil comerciários marcharam até o Palácio do Catete, onde se encontrava o Governo Federativo da nossa República. Sem ter outra escolha, o então presidente Getúlio Vargas recebeu em seu gabinete os reclamantes. Acabou cedendo aos seus pedidos e assinou no mesmo dia o Decreto de Lei 4042, no qual se determinava que aqueles que trabalham com comércio só devem trabalhar 8 horas diariamente, além de ter descanso remunerado aos domingos. Na data posterior a mesma lei foi publicada no diário oficial da união. Em 2013, a presidente Dilma Rousseff reconheceu a sua validade, mantendo viva a tradição de luta dos comerciários de todo o nosso país. . O que é comemorado nesse dia? O Comerciário é o profissional que atua na área de vendas de produtos. Inicialmente, a venda de produtos era feita somente em troca de dinheiro, mas atualmente, com o avanço da tecnologia, existem recursos que facilitam este processo, como cartão de crédito, débito e boletos. Mais recentemente, foi lançado pelo governo federal o pix, que facilitou ainda mais as modalidades de pagamento e aqui na Aplastk trabalhamos com todas elas. Os comerciários geralmente não precisam de um estudo mais aprofundado para exercer sua profissão, porém existem alguns estabelecimentos que gostam de dedicar um dia inteiro para mostrar como eles podem melhorar as suas técnicas de venda. No Brasil se celebra no dia do Comerciário os direitos que eles conquistaram no ano de 32 na mesma data, ou seja, celebra-se a jornada de 8 horas e também o direito de folgar aos domingos, substituído por uma folga semanal. É comemorado o fim de uma era de abusos e intransigências trabalhistas por parte de patrões que só visavam o lucro, sem se importar com a vida de seus empregados. Além disso, é dado àqueles que estão no comércio a possibilidade de descansar nesse dia, aproveitando-o para fazerem o que bem entenderem!  O Dia do Comerciário é comemorado em 30 de outubro no Brasil, e costuma ser feriado para estabelecimentos que atuam com comércio.   . . Gostou do conteúdo? Semana que vem teremos mais conteúdos especiais! Até a próxima!. . .

Filme Stretch: Você conhece as vantagens desse insumo?

O Filme Stretch é muito usado no processo de transporte de mercadorias, especialmente no armazenamento e proteção de produtos paletizados, seja contra fissuras do próprio transporte ou atrito com outros produtos. O filme representa definitivamente a melhor solução técnica e econômica. Além de todos esses benefícios, é um produto reciclável e atóxico ao meio ambiente, o que o torna o preferido de consumo entre o segmento industrial. Entre os segmentos que consomem este produtos estão; frascos, cerâmicas, latas, tampas, refrigerantes, movimentação de cargas, agricultura… Existem duas formas distintas de usar o filme, sendo elas, manual – ideal, principalmente, para pequenas e médias empresas que possuem um fluxo pequeno de produção – e também automatizada, recomendada para médias e grandes empresas que possuem uma demanda muito grande de produção. A automatização desse serviço garante entre inúmeras vantagens, a rapidez da paletização e a economia de filme durante o processo, com a comprovação de economia em até 40%, além de permitir a conjugação melhor de várias caixas evitando perdas. Para uma melhor estabilização de pallet dos seus produtos, recomendamos que procurem sempre filmes com melhor qualidade de desempenho. A empresa Pólitan é a mais recomendada para a comercialização destes, além de contar com uma qualidade de atendimento e pós venda temos também uma linha para automatização industrial completa com técnicos preparados 24h por dia para lhe atender. Para saber mais, ligue ou entre em contato através do nosso chat, estamos sempre prontos para te atender. Até o próximo post!.