O Filme Stretch e a Revolução na Logística e Armazenamento na Indústria 4.0

A indústria 4.0 trouxe consigo uma série de avanços tecnológicos que estão transformando a maneira como as empresas gerenciam suas operações. No coração dessa revolução, as embalagens industriais, em particular o Filme Stretch, estão desempenhando um papel crucial na proteção de produtos, aumento da produtividade e otimização de processos de armazenamento e logística. Neste artigo, vamos explorar os cinco principais benefícios do Filme Stretch nesse contexto. 1. Proteção de Produto Aprimorada Um dos principais desafios da logística é garantir que os produtos cheguem ao seu destino final em perfeitas condições. O Filme Stretch atua como um escudo protetor, envolvendo as mercadorias e protegendo-as contra poeira, umidade, arranhões e danos durante o transporte. Isso é especialmente importante em um ambiente onde a qualidade do produto é uma prioridade máxima. 2. Aumento da Produtividade A embalagem manual de cargas pode ser um processo demorado e cansativo. O Filme Stretch, quando utilizado em máquinas de embalagem, automatiza esse processo, economizando tempo e mão de obra. Isso se traduz em maior produtividade e redução de custos operacionais, permitindo que as empresas se concentrem em tarefas mais estratégicas. 3. Economia de Espaço de Armazenamento A otimização do espaço de armazenamento é fundamental para empresas que lidam com grandes volumes de mercadorias. O Filme Stretch ajuda a compactar as cargas, reduzindo o espaço necessário para armazenamento. Isso não apenas economiza espaço, mas também facilita o acesso e a organização das mercadorias, melhorando a eficiência da logística de armazenamento. 4. Estabilidade e Segurança na Movimentação de Carga Durante o transporte e movimentação de carga, a estabilidade é essencial para evitar acidentes e perdas. O Filme Stretch oferece uma aderência firme e uniforme, garantindo que as mercadorias permaneçam no lugar, mesmo em condições adversas. Isso reduz o risco de danos e perdas, tornando a movimentação de carga mais segura e confiável. 5. Sustentabilidade Ambiental A indústria 4.0 também trouxe uma maior conscientização ambiental. O Filme Stretch, quando utilizado de forma eficiente, pode reduzir o desperdício de material de embalagem em comparação com outras opções. Além disso, o uso de filme stretch reciclável contribui para a redução do impacto ambiental, alinhando-se com as metas de sustentabilidade da empresa. Em resumo, o Filme Stretch está desempenhando um papel fundamental na revolução da logística e armazenamento na indústria 4.0. Sua capacidade de proteger produtos, aumentar a produtividade, economizar espaço, garantir a estabilidade e promover a sustentabilidade o torna uma escolha essencial para empresas que buscam otimizar suas operações logísticas. À medida que a tecnologia continua a avançar, é provável que o Filme Stretch desempenhe um papel ainda maior na eficiência e eficácia da cadeia de suprimentos moderna. Portanto, é crucial que as empresas considerem sua implementação como parte integrante de sua estratégia de logística e armazenamento na era da indústria 4.0. Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post!
OTIMIZANDO PROCESSOS INDUSTRIAIS: AUMENTANDO A PRODUÇÃO INDUSTRIAL ATRAVÉS DO CONTROLE AVANÇADO DE PROCESSOS

Primeiro se automatiza, depois se otimiza, essa é uma premissa utilizada na área de automação industrial, uma vez que o investimento inicial se dá para a implantação da plataforma de controle operacional, visando a produção planejada da indústria. Otimização de processos é a colocação de instrumentos, equipamentos, limites operacionais e de capacidade em um ponto ótimo de operação, normalmente acima das regiões de conforto operacional, entregando aumento de produção com a mesma plataforma existente, no mesmo nível de segurança. A utilização de uma plataforma de otimização de processos, como foco no aumento da produção é o primeiro degrau de investimento dentro da área de O&M (Operação e Manutenção), para que se justifique dentro da área de automação industrial, chamamos de Controle Avançado de Processo. Os primeiros centros de operação de processos tinham o foco na operação e no controle de malhas, normalmente limitados aos controles PID convencionais, formando conjuntos de malhas, comandadas individualmente. Na evolução os centros de operação hoje além desta função de comando e controle dispõem de tecnologia de Controle Avançado, operando com multivariáveis correlacionadas, com algoritmos que aperfeiçoam os controle de processos, utilizando-se de tecnologias de IA (Inteligência Artificial), levando os processos a limites ótimos de operação. A Variabilidade de Processos é um dos maiores desafios nas operações de plantas, ele se dá por diversos motivos, que ocasionam a dificuldade de colocar o processo num ponto ótimo de operação, provocando perdas e elevação de custos produtivos. A utilização de malhas de controle com PID convencionais coloca o processo em limites que não deixam subir o nível de operação, dentre os motivos é que as malhas não são interligadas para análise do comportamento do processo em conjunto, com isso, ruídos, variabilidade e sintonia passam a ser dificultadores nestes tipos de malhas. Mas o que é Controle Avançado? Na prática podemos definir Controle Avançado como: Uma técnica preditiva, isto é, um sistema capaz de prever por antecipação a variabilidade do processo, através da utilização de modelos; Ser multivariável, o controle passa a ter leitura de duas ou mais variáveis para obter comportamento e promover uma saída de controle; Atuar no nível acima do regulatório, este é um modelo que atua de forma complementar ao Controle Avançado em um nível acima desta camada. Com estas definições, o Controle Avançado deve pelo menos atender dois destes itens. Há diversas tecnologias para Controle Avançado, vamos entender como elas atuam no processo, o APC – Advanced Process Control, que é o Controle Avançado de Processo é uma técnica que tem como foco a diminuição da Variabilidade do Processo, comentado anteriormente como um grande desafio na produção. O RTO – Real Time Optimization (Otimização em Tempo Real), ele atua juntamente com o APC, porém seu objetivo principal é elevar o ponto de operação, com isso se ganha diretamente na produção. Com o MPC – Model Predictive Control (Controle Preditivo com Modelo), tem-se o Controle, a Predição e a Otimização, onde através do conjunto Operação e Engenharia, consegue-se obter o máximo do ponto ótimo de operação, utilizando-se as técnicas comentadas. O funcionamento de um sistema de Controle Avançado, por exemplo, do tipo MPC, possui modelos matemático pré-definidos, conhecidos do processo e seu comportamento, para tomada de ações de controle. Os Controles Avançados atuam de forma inferencial, isto é utilizam-se modelos de conhecimento de processo de cada malha, interessante observar que em sua atuação ele elimina o que não está no modelo, integrando o processo. Com este modelo o processo é levado a limites antes não explorados, onde o operador não colocar mais o SP (Set Point) e sim os limites de operação, mudando a forma operacional. Os benefícios na utilização dos controles avançados podem destacar: Aumento da Produção / Rendimento Melhoria na Qualidade dos Produtos Redução dos Custos de Produção Aumento da Eficiência Energética Para implantar um sistema de Controle Avançado na planta, podemos ter uma visão geral de como deve ser seguido: Planejamento – foco em Rentabilidade, o que quero ganhar? Projeto – foco no que se tem, entender como são as malhas atuais; Implantação – infraestrutura de comunicação, analisar o que se tem e o que se deve ter para colocar em funcionamento; Comissionamento – pré-operação e treinamento, iniciar as operações com cada malha testando os modelos e treinando os operadores para este novo tipo de operação; Partida – liberação no modo Avançado e manutenção, colocar as malhas em operação em modo avançado e iniciar o ciclo de melhorias, que é constante e é a manutenção do sistema, pois não é estático. Como esta tecnologia é baseada em carga computacional, isto é, necessita de hardware robusto para processamento matemático, houve uma evolução na aplicação das mesmas, visto temos um grande crescimento na potência de processamento nos últimos anos. Os próprios DCS e PLC são uma tendência em ter os cartões de Controle Avançado já incorporados, visando já uma implantação direta no controlador. Com estas facilidades e benefícios há uma tendência de cada vez mais as Especificações Técnicas (ET) de automação ter a premissa da colocação de Controles Avançados já previstos em plantas. Concluímos que a utilização de Controle Avançado é benefício direto e imediato na produtividade industrial, representando a fronteira da diminuição do custo relacionado com o aumento da produção, utilizando-se a mesma estrutura física de malhas de planta com modelos convencionais.
O que é Automação Industrial?

Neste artigo, vamos nos empenhar para resumir uma dos questionamentos mais recorrentes que temos aqui no site. Vou tentar oferecer aos nossos leitores, principalmente aos mais leigos, uma visão resumida sobre a dúvida: O que é automação industrial? Afinal, o que é automação industrial? Para entender o que é automação industrial, vamos primeiramente voltar aos anos 50. Foi nessa época, também conhecida como anos dourados, que o termo automação começou a se popularizar. Assim, descrevia-se a movimentação automática de materiais. Vale a pena destacar que desde a segunda metade do século XVIII o homem já estava tentando avançar no campo da automação quando o sistema de produção agrário e artesanal da Inglaterra transformava-se em industrial. De volta ao século XXI, se você refletir por um instante, poderá notar o quanto a automação faz parte do nosso dia-a-dia: começando ainda pelo momento em que acordamos com o nosso despertador (rádio-relógio, smartphone, TV, etc.), já programado para ser ativado em um horário pré-determinado. Não raro, esses sistemas estão interligados a diversos outros processos e redes de automação maiores, projetados e mantidos por técnicos em automação industrial e engenheiros. Para ficar mais claro, pense no funcionamento de um metrô. Trazendo para a nossa realidade, o sistema de metrô – a grosso modo – é um conjunto de vagões que devem parar em locais pré-determinados ao longo de um circuito fechado. Entretanto, os próprios vagões possuem seus sistemas de automação. Alguns exemplos são: Fechar as portas Aumentar gradativamente a velocidade a medida que se afastar da estação Anunciar o nome da próxima estação através do sistema de áudio Diminuir gradativamente a velocidade ao se aproximar da próxima estação Parar na estação Aguardar um determinado intervalo de tempo Repetir ciclo E indo um pouco mais afundo, também vamos perceber que os aparelhos de ar-condicionado presentes dentro de cada vagão do metrô possuem suas próprias rotinas automatizadas. Como, por exemplo, ligar caso a temperatura esteja acima de 25° C. A história da Automação Industrial Desde a pré-história, o homem já tentava mecanizar suas atividades. Não é por acaso que a roda, moinhos movidos por vento ou força animal e rodas d’água foram inventados. Essas invenções demonstram as primeiras tentativas do homem de poupar esforço para realizar seu trabalho. A automação industrial começou a ganhar destaque na sociedade por volta da segunda metade do século XVIII, na Inglaterra. Foi nessa época que os sistemas de produção artesanal e agrário começaram a se transformar em industrial e foram desenvolvidos os primeiros dispositivos simples e semiautomáticos. Entretanto, somente no início do século XX que os sistemas se tornaram inteiramente automáticos. A necessidade de aumento na produção e produtividade fez com que houvesse diversas séries de inovações tecnológicas neste sentido: Máquinas com capacidade de produzir com maior rapidez e precisão, comparado com o trabalho feito à mão A utilização do vapor como fonte de energia, em substituição à energia muscular (manual) e hidráulica Foi aproximadamente no ano de 1788 que James Watt criou o que pode ser considerado um dos primeiros sistemas de controle com realimentação. Tratava-se de um dispositivo de regulava o fluxo de vapor em máquinas. Por volta de 1870, a energia elétrica começou a ser introduzida. Inicialmente, estimulou indústrias como a do aço, química e de máquinas-ferramenta. A diferença entre automação e mecanização Um ponto que vale destacar é a diferença entre a automação e a mecanização. Mesmo que em um primeiro instante estas duas palavras possam dar a impressão de ter um significado semelhante, seus conceitos são completamente diferentes. A automação industrial permite realizarmos algum trabalho através de máquinas controladas automaticamente. Já a mecanização simplesmente se limita ao emprego de máquinas para executar alguma tarefa, substituindo o esforço físico. Também já publicamos aqui um artigo explicando a diferença entre automação e instrumentação. A utilização de computadores na Automação Industrial No século XX, os computadores, servomecanismos e controladores programáveis passaram a fazer parte da tecnologia da automação. Hoje, os computadores podem ser considerados a principal base da automação industrial contemporânea. A partir desde momento, podemos começar a considerar que o desenvolvimento da tecnologia da automação industrial está diretamente ligada com a evolução dos computadores de um modo geral. Além disso, as redes industriais surgiram quando houve a necessidade de comunicação entre equipamentos e sistemas distintos. Já em 1948, John T. Parsons criou um método que consistia no uso de cartões perfurados com informações que serviam para controlar movimentos de uma máquina-ferramenta. Este método foi apresentado para a Força Aérea, que investiu em outros projetos do Laboratório de Servomecanismos do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). Após alguns anos, isto acabou culminando em um protótipo de fresadora com três eixos com servomecanismos de posição. A partir deste momento, várias empresas privadas que fabricavam máquinas-ferramentas começaram a desenvolver projetos particulares. Foi assim que surgiu o comando numérico. O MIT também desenvolveu a linguagem de programação APT (do inglês, Automatically Programmed Tools, ou “Ferramentas Programadas Automaticamente”) para ajudar na entrada de comandos de trajetórias de ferramentas na máquina. O primeiro robô industrial E finalmente em 1954 surgiram os primeiros robôs (do tcheco robota, que significa “escravo”) pelas mãos do americano George Devol, que alguns anos depois fundaria a fábrica de robôs Unimation. Inicialmente, eles substituíram a mão-de-obra no transporte de materiais perigosos, mas poucos anos depois, a GM instalou robôs em sua linha de produção para a soldagem de carrocerias. Os processos de automação industrial continuaram a evoluir até chegar nos dias atuais, onde temos diferentes níveis de controle de automação industrial, explicados através da pirâmide da automação industrial. Para você, o que é automação industrial? Encerramos aqui nosso artigo com uma breve introdução sobre o que é automação industrial. Vimos um pouco sobre o desenvolvimento da automação industrial ao longo da história e como a evolução dos computadores nas últimas décadas está diretamente relacionada com o aperfeiçoamento dos sistemas de automação industrial existentes hoje.
COMO APRIMORAR A GESTÃO DE ENERGIA NA MANUFATURA COM A ISO 50001

Os números registrados nos últimos anos sobre o consumo energético no setor industrial não são nada animadores. É o que revela uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicando que o segmento industrial é responsável por cerca de 41% do gasto de energia do país – representado por 573 mil unidades industriais. Outra análise, realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO), demonstrou que a manufatura é considerada o setor com o maior potencial para a geração de riqueza na economia, mas é também o que mais desperdiça energia a nível nacional. Esses dados comprovam que a indústria brasileira possui uma grande parcela de culpa em relação ao uso desproporcional de eletricidade que, além de causar sérios impactos ao meio ambiente, também atinge o orçamento de empresas e de toda a nação. O que mais desperdiça energia na indústria? Afinal, você sabe quais são os fatores que mais contribuem para o desperdício de energia na sua indústria? Ainda de acordo com a CNI, equipamentos como motores elétricos, refrigeração, ar comprimido e iluminação podem ser responsáveis por mais de 50% de todo o desperdício energético da companhia. Confira abaixo outras fontes prejudiciais para o consumo de energia na indústria: Transformadores; Fornos elétricos e estufas; Sistemas de ar condicionado e ventilação; Sistema de ar comprimido; Sistema de refrigeração; Sistema de bombeamento de água; Elevadores e escadas rolantes. Com a finalidade de melhorar a eficiência de equipamentos e, ao mesmo tempo, preservar recursos naturais e reduzir custos financeiros, foi criada uma norma para aprimorar a gestão energética nas organizações. Descubra no próximo tópico como essa regulamentação pode beneficiar a sua fábrica. O que é a ISO 50001? Passou a vigorar, no dia 15 de junho de 2011, a norma que estabelece requisitos mínimos para o estabelecimento, implantação e manutenção de um Sistema de Gestão de Energia (SGE). A ISO 50001 é uma diretriz reconhecida internacionalmente e desenvolvida pela International Organization for Standardization (ISO). No Brasil, ela é intitulada como ABNT NBR ISO 50001 e está sob responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma é recomendada para todas as categorias e portes de empresa, independente do seu setor de atuação. No entanto, ela é mais aplicada em companhias que possuem um consumo energético alto, como é o caso da indústria. Ela foi baseada em princípios comuns a outras normas ISO, como a 9001 (Sistema de Gestão de Qualidade) e a 14001 (Sistema de Gestão Ambiental). 3 passos para obter a certificação Para receber o selo ISO 50001, a empresa deve passar por três etapas importantes: 1 – Primeiramente, a empresa precisa ter em mãos o arquivo que compila todas as normas a serem empregadas dentro da organização. Ele pode ser adquirido através do site oficial da ABNT. 2 – É necessário analisar quais os setores, ou mesmo se toda a empresa, são passíveis de receber o selo. A partir da definição, adequam-se os processos aos requisitos presentes na ISO. 3 – O último passo é contratar um órgão certificador independente (sem qualquer vínculo com a empresa) para constatar se a companhia realmente está em conformidade com os princípios estabelecidos na norma. Quais são as vantagens? Após certificada, a empresa deve traçar estratégias para melhorar continuamente o seu Sistema de Gestão de Energia, com o objetivo de se manter com o selo e aperfeiçoar continuamente suas práticas de eficiência energética. A equipe da empresa TECNICON, que desenvolve soluções em sistemas gerenciais, listou uma série de benefícios que a sua organização pode ter com a implementação da norma: Atitudes preventivas no gerenciamento de riscos; Redução na emissão de gases poluentes; Melhora na utilização de equipamentos e instalações elétricas; Crescimento da produtividade – sem afetar a segurança; Redução do consumo energético; Monitoramento constante do uso de energia; Adoção de novas tecnologias de eficiência energética; Conscientização dos colaboradores; Aumenta o desempenho global da companhia; Maior transparência na gestão dos recursos; Integração com outros sistemas de gestão; Reduz despesas com eletricidade; Demonstra mais credibilidade aos clientes e parceiros; E muito mais. Como melhorar a eficiência energética do setor? Agora que você já conhece a norma para aperfeiçoar a gestão energética, bem como os benefícios obtidos através dela, ficou bem mais fácil implementar medidas para a redução de energia na sua companhia. O segmento industrial é o que mais necessita de recursos energéticos para os processos produtivos e, portanto, deve adotar práticas voltadas à otimização em diversos departamentos. Veja agora algumas estratégias para a redução de desperdícios na manufatura: Iluminação – Muitos não acreditam, mas o gasto com iluminação é muito alto em grandes empresas. O uso de lâmpadas corretas pode amenizar esse problema, deixando o ambiente mais iluminado e seguro para os colaboradores. Recomenda-se O maior aproveitamento da luz natural, apagar as luzes em dependências vazias, utilização de circuitos independentes, instalação de sensores de presença, sistema de gerenciamento do consumo de energia por controle digital, dar preferência a luminárias fluorescentes ou LED (com o Selo Procel), pintar as paredes com cores claras (para refletir melhor a claridade). Instalações elétricas – As instalações elétricas industriais devem passar por manutenções contínuas, tendo em vista a grande carga de energia depositada nelas diariamente. Recomenda-se a manutenção de todos os elementos que compõem a instalação elétrica (transformadores, postes de recepção, fusíveis, disjuntores, tomadas, interruptores), verificar a potência da instalação, substituir transformadores e fiações antigas. Máquinas e equipamentos – O chão de fábrica de qualquer empresa de manufatura é composto por diversas máquinas de alta tensão que ficam ligadas 24h por dia e aumentam drasticamente o gasto de energia. Sugere-se o desligamento em períodos ociosos, realizar inspeções periódicas, trocá-los por modelos atualizados com melhor eficiência energética, substituir regularmente as peças, analisar a lubrificação, monitorar vibração e temperatura. Sistemas de ar comprimido – Os compressores de ar são equipamentos muito utilizados no setor industrial e têm por objetivo captar o ar presente no ambiente, armazenando-o sob alta pressão e transformando-o em ar comprimido. Eles servem para analisar os níveis terminais de pressão, vazão e
OS EFEITOS DA INDÚSTRIA 4.0

O que é Indústria 4.0 A indústria 4.0 é a transformação que vem revolucionando a forma com que as empresas trabalham e distribuem seus produtos. Também chamada de 4ª revolução industrial, ela engloba um amplo sistema de tecnologias avançadas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem que estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo. Benefícios da Indústria 4.0 Os benefícios alcançados com a implantação da indústria 4.0 são muitos. O uso das tecnologias digitais na indústria permitiram aumentar em 22%, em média, a capacidade produtiva de micro, pequenas e médias empresas dos segmentos de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e calçados. Muitos ainda acreditam que falar de indústria 4.0 é falar de ferramentas complexas, extremamente caras, e que somente grandes empresas com atuação internacional têm acesso ao novo modo de produção. Como adaptar a Indústria 4.0 ao seu negócio São os pequenos processos que têm impacto significativo na produtividade, pois aumenta a eficiência do uso de recursos e no desenvolvimento de produtos em larga escala, além de propiciar a integração do Brasil em cadeias globais de valor. Além disso, implicará em transformações na gestão empresarial, principalmente em dois aspectos. O primeiro está relacionado à estratégia para implementar tecnologias, como a cooperação entre as áreas de tecnologia de informação (TI) e as de produção. Como escolher a melhor máquina no seu negócio Aqui na APLASTIK EMBALAGENS temos uma equipe especializada, pronta para te ajudar a achar a máquina ideal para seu negócio, seja ele de pequeno, médio e grande porte. Faça um orçamento conosco, sem compromisso e entre também na era da indústria 4. Fale com um de nossos especialistas.
Desperdício de Mercadoria = Novos Produtos

Prejudica o Meio Ambiente Junho é o mês do Meio Ambiente, por isso mais do que nunca o desperdício de alimentos gera todos os impactos ambientais da produção de alimentos (uso intensivo e poluição da terra e dos recursos hídricos, exacerbação da perda de biodiversidade, emissões de gases de efeito estufa) sem nenhum dos benefícios de alimentar as pessoas. Sabemos que atualmente desperdiçar é perder dinheiro e prejudicar o meio ambiente. Contamos com diversos tipos de embalagens industriais que garantem o bom manejo e durabilidade em qualquer produto que seja, mas, mesmo assim, podem ocorrer erros. O desperdício que iria ser jogado fora, pode se tornar um novo produto! Esses resíduos, dependendo do jeito da sua produção, podem ser perdidos. Pesquisadores descobriram uma forma de não jogar fora produtos descartados pela indústria de suco, por exemplo, e invés disso eles reaproveitam e criam cosméticos naturais. O maracujá é um excelente exemplo de propriedades antioxidantes perfeitos para cosméticos. Já parou para pensar que seu desperdício pode se tornar um novo produto para seus clientes? Fale com o nosso time temos a solução ideal para demanda! Até o próximo post.
25 de Maio – Dia nacional da Indústria

No dia 25 de maio, comemora-se no Brasil o Dia Nacional da Indústria. A data serve para homenagear o setor brasileiro, também conhecido como secundário, que é responsável por movimentar parte considerável da economia. Trabalhando com a produção dos mais diversos produtos, desde alimentos, vestuários e até tecnologia de ponta, o setor industrial é extremamente amplo. De forma mais geral, as indústrias podem ser dividias entre três tipos: indústrias de base, intermediárias e de bens de consumo. O primeiro, refere-se as indústrias pesadas – que são responsáveis por se apropriar da matéria prima bruta e transformar em produtos que serão usados pelas outras indústrias. Já as intermediárias são responsáveis por utilizar a matéria prima processada e produzir peças e ferramentas, necessárias para as indústrias de bens de consumo, que, por sua vez, tratam da produção de diversos produtos que irão para o mercado consumidor. Atualmente, o Brasil é uma das maiores potências no ramo industrial, dentre as nações consideradas subdesenvolvidas. Mas, a história do setor no país é relativamente recente, principalmente se comparada à outras nações da Europa Ocidental e aos Estados Unidos, que passaram pela Revolução Industrial, entre o século XVIII e XIX. Por outro lado, isso não significa que o Brasil não venha tendo avanços significativos no setor industrial há muito tempo. É possível reconhecer o primórdio de uma indústria brasileira ainda na época colonial. Porém, após o governo de Getúlio Vargas e JK, já em meados do século XX, o país finalmente pôde observar a consolidação de uma indústria nacional. Entretanto, é em 1948, durante a presidência de Gaspar Dutra, que surge a ideia para a criação do Dia Nacional da Indústria, após o falecimento de Roberto Simonsen, uma importante figura do meio. A história do 25 de maio O Dia Nacional da Indústria, em 25 de maio, foi escolhido em homenagem ao empresário e industrial Roberto Simonsen, que faleceu nessa mesma data, em 1948. Ele foi responsável pela primeira empresa de construção civil do país e ainda foi parte significativa da consolidação do parque industrial do Brasil. Não à toa, recebeu o título de Patrono da Indústria Nacional. Roberto Simonsen foi um brasileiro de muitos feitos. Além de sua grande contribuição para o avanço da indústria, ele era engenheiro, professor, historiador, político e foi aceito como membro da Academia Brasileira de Letras. Por fim, também presidiu entidades representativas importantes para o meio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Dessa forma, não seria exagero afirmar que muito do que a indústria brasileira é hoje, deve-se aos esforços, comprometimentos e incentivos de Simonsen. Setores industriais no Brasil Atualmente, o parque industrial brasileiro é extenso e diverso. No país, destacam-se a indústria de automobilística, petroquímica, alimentícia, de minerais, de vestuário, entre outras. Além disso, diversas áreas – como comércio, comunicação, educação e serviços públicos – dependem diretamente do funcionamento pleno dessas indústrias. Sendo assim, o setor industrial é muito maior do que seu próprio eixo, afetando diversas esferas de todo o Brasil. É possível perceber que a concentração do parque industrial brasileiro está, principalmente, no Sudeste. Porém, isso já apresenta algumas mudanças. Muitos estudos apontam para uma certa dispersão, principalmente de indústrias da área de infra-estrutura de transportes e energia, para outras regiões da nação. Entretanto, independentemente do tipo de produto que a indústria produz, em qual ramo ela se encontra e aonde sua base está localizada, há algo que todas necessitam igualmente: energia elétrica. Energia elétrica: a grande aliada da indústria Em maio também se comemora o dia Mundial da Energia Elétrica. E é inegável que a energia é um dos pré-requisitos mais importantes para o funcionamento pleno da indústria. Inclusive, o setor industrial é responsável por grande parte do consumo de energia no Brasil. E é por meio dela que é possível alimentar diversas áreas da sociedade e movimentar consideravelmente a economia. Neste contexto, cabe ao Ministério de Minas e Energia o planejamento de médio e longo prazos de modo a garantir o desenvolvimento, tornando o país atraente e seguro para investimentos de longo prazo. O Brasil tem um importante desafio para a próxima década que será o de promover a expansão da oferta de energia de modo a sustentar a retomada do crescimento econômico nacional. O governo deve resguardar a segurança energética e preservar o acesso à energia a preços competitivos. Outro grande desafio é a interconexão do SIN ao Sistema Isolado no Norte do país, onde a geração é predominantemente a diesel. Várias regiões estão localizadas em áreas remotas e, consequentemente, o acesso ao Sistema Interligado levará anos, senão décadas. Neste caso, as indústrias locais são bastante impactadas pela geração ineficiente de usinas com alto consumo específico. O governo deve buscar a contratação de usinas mais eficientes que reduzirão o custo de geração e de emissão de poluentes, tal qual ocorreu no leilão de Manoel Urbano e Assis Brasil no Acre. Ambas não estão interligadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional) e não possuem energia elétrica da concessionária. Cada cidade conta com uma usina de geração de energia elétrica com 2 MW de capacidade, através do aluguel de geradores de 550 KVA. Ao lançar novas licitações na modalidade de contratação de produtor independente de energia (PIE), o governo não só reforçará a busca por preços mais atrativos como também trará maior capacidade de competitividade a estas indústrias. Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post. Até mais!!
SUPPLY CHAIN: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

A supply chain (cadeia de suprimentos) é uma cadeia de operações que precisa de uma gestão que dê atenção a cada ponto. É necessário integrar os sistemas, garantir visibilidade e evitar erros para que problemas não se propaguem pela cadeia. Para isso, as empresas precisam saber exatamente o que é supply chain e como melhorar esse conceito. Ou seja, é inevitável um efeito dominó nesse sistema. Assim, erros até menores desencadeiam uma série de reações e dificuldades maiores quando são levados adiante. Por isso, se faz cada vez mais importante ter uma boa gestão de suprimentos nesses processos. Afinal, a supply chain é um conceito que perpassa todos os setores e segmentos, de modo a assegurar o bom funcionamento da mecânica do mercado. Felizmente, com as ferramentas tecnológicas atuais, é possível melhorar o nível de produtividade, escalar os resultados e reforçar a comunicação. Por isso, é importante entender mais sobre esse conceito e saber como otimizar cada etapa. O que é supply chain? A cadeia de suprimentos é um conjunto de processos interligados em sequência. Uma operação gera um resultado que se torna a entrada da próxima operação. É importante destacar que o conceito abrange todas as fases de um produto, desde sua concepção. Assim, envolve a coleta de matéria-prima, a produção, o armazenamento, a distribuição e o transporte. Da produção até chegar ao cliente. Nos casos de logística reversa, a cadeia também se preocupa com os processos de envio iniciados pelo cliente. Nesse sentido, requer a participação ativa de vários agentes, responsáveis por cada ponto. É fundamental integrar todos esses agentes para garantir uma comunicação eficaz e precisa. O supply chain aplicado na logística Os conceitos de supply chain e logística são distintos, apesar de serem tratados como sinônimos por muitas pessoas. Contudo, as melhores práticas da cadeia podem ser aplicadas para melhorar constantemente o fluxo logístico. A divisão que faz mais sentido é a que coloca a logística como um processo de movimentação de mercadorias, ao passo que a cadeia de suprimentos abrange os processos de produção, estudo de demanda, etc. Assim, em um esquema representativo, a logística comporia uma parte da cadeia, responsável pela movimentação de itens de centros de distribuição para outros e de armazéns para transportadoras. O fluxo logístico só termina de fato quando o produto chegou à loja final ou ao cliente. Contudo, a supply chain monitora tudo isso de perto. E como funciona o supply chain nas empresas? Como pontuamos de forma breve quando falamos sobre o que é supply chain, é fundamental falar em integração quando pensamos no funcionamento de uma cadeia de suprimentos. Para garantir uma comunicação sincronizada, sem erros sendo propagados, com o respeito dos prazos e do cuidado com os produtos, é fundamental que cada agente esteja conectado ao outro. Nesse sentido, os registros devem estar sincronizados, de modo a evitar erros de produtos não enviados, por exemplo, ou contagem errada de itens. Por esse motivo, é necessário discutir a importância de uma aplicação de gestão centralizada. Esse sistema ficaria responsável por controlar os dados, os registros e a movimentação dos produtos, bem como estimar a demanda, etc. Aliás, como vimos, a supply chain depende fortemente de uma boa análise de demanda. De certa forma, todo o processo é desencadeado como uma resposta para uma identificação de um espaço vago no mercado, algo a ser preenchido. A partir da coleta de necessidades do cliente, torna-se viável iniciar a produção e a busca por matérias-primas. Isso, por sua vez, ajuda a definir também os prazos, de modo que se consiga controlar quando cada operação deve entregar o seu resultado. Da mesma forma, a cadeia de suprimentos também se encarrega do relacionamento saudável com o cliente. É preciso administrar muito bem essa relação para garantir o máximo de satisfação e fidelização dos consumidores em todos os pontos. Gestão de Supply chain: como fazer? Agora que você já entendeu o que é supply chain e suas nuances, vamos compreender como fazer uma gestão inteligente. Um dos pontos é o uso da automação. A gestão da cadeia é beneficiada quando a empresa adota sistemas que realizam funções repetitivas e ajudam a agilizar os processos menores. Com a certeza de que haverá precisão, menos desgaste e menos cansaço nessas operações, é possível seguir adiante e continuar com o processo para garantir a produtividade. Outra questão é o uso de indicadores. Para assegurar o crescimento dos bons resultados, tenha uma boa visão com indicadores claros e consistentes. É sempre bom monitorar cada etapa de perto para assegurar qualidade e segurança Definir os indicadores ideais para cada fase é crucial para garantir o melhor dos cenários. Benefícios do Supply Chain para as empresas Vamos falar um pouco mais sobre os benefícios da cadeia de suprimentos. Um deles é a diminuição dos prazos. Uma gestão inteligente de cada um dos processos agiliza o fluxo de movimentação dos produtos, eliminando imprevistos. Tudo fica claro para a gestão, que consegue se planejar melhor. Uma vez que cada agente terá visibilidade e será monitorado de acordo com os indicadores, é viável assegurar que eles entreguem o esperado. Tudo segue de acordo com o planejamento geral, que respeita possíveis eventualidades em cada etapa. Por sua vez, essa redução no tempo para realizar tarefas também implica diminuição de custo de frete. Da mesma forma, isso gera maior produtividade. Outro benefício é a segurança do estoque e otimização dos produtos estocados. Os erros comuns na gestão são evitados, uma vez que a companhia consegue controlar melhor cada item, em cada seção do centro. É possível monitorar as mercadorias em cada ponto, em cada fase, desde o registro até a expedição do armazenamento. Dessa forma, a empresa verifica se os produtos estão sendo devidamente armazenados, de acordo com as condições de segurança e proteção. É viável garantir um cuidado específico para cada tipo de item. Outras vantagens: pontualidade no fluxo, antecipação de tendências, maior qualidade nas entregas e melhor gestão da relação com o cliente. Áreas que precisam do supply chain São várias as áreas e os segmentos que
DIFERENÇA ENTRE MICRAS

Quando falamos em embalagens temos que associar sempre à sua espessura, pois de acordo com cada produto a ser armazenado a micra muda. Mas vamos lá, afinal o que é micra? A unidade de medida – Micra – é o plural de Mícron ou Micrometro, cada Mícron equivale a dividir 1 milímetro por 1000 ou seja 0,001 milímetro. Basicamente na linha das embalagens é a distância perpendicular entre duas faces do plástico seja ele Stretch ou mesmo Poliolefínico (POF), por meio da determinação da espessura de um material, e de sua natureza química, pode-se obter informações sobre suas propriedades mecânicas e de barreira a gases e ao vapor d’água, bem como estimar a vida útil do produto por ela embalado. E agora, qual micra escolher? Bom, como dito anteriormente: cada carga/produto tem suas propriedades e cada um necessita de um tipo de embalagem ideal, ora mais espesso ora menos. A micra nada mais é do que a espessura da embalagem, sendo assim, na hora de escolher é bom se atentar a alguns fatores, tais como: seu produto é pontiagudo, após embalado será utilizado em altas ou baixas temperaturas etc.Bom, cargas como caixas, fardos ou quais que sejam mais pontiagudas, a depender do estiramento a ser aplicado, devem utilizar embalagens de 25 micras a acima, afim de evitar a perfuração da mesma, podendo optar também pelas Fitas PET para gerar ainda mais segura à carga; já para cargas que precisam de menor estiramento ou que não possuem pontas e nem causam riscos de perfuração podem usar embalagens com menos micras, tais como as de 17 micras. Isto quando falamos de filme stretch. Você encontra o que precisa na Aplastik. Aqui na Aplastik Embalagens trabalhamos com as principais micras, para atender todos os públicos, agora saiba como escolher e qual a micra ideal para embalar seus produtos. Gerando assim, economia em sua linha de produção e proteção à sua carga. Entre em contato conosco e saiba qual é a embalagem ideal para o seu produto.
Polímeros: Tudo que você precisa saber sobre esses Materiais.

A importância dos polímeros nas nossas vidas é evidente quando observamos suas aplicações em todos os setores da indústria e em áreas totalmente diversas, mas muito presentes no nosso cotidiano. Mas o que são os polímeros? Quais as suas aplicações e por que são tão utilizados assim? Nesta seção você vai saber como os polímeros são obtidos através da polimerização, sua fabricação e quais são os principais representantes de cada classe. Vai conhecer também a diversidade de polímeros existentes atualmente e suas principais propriedades químicas e físicas. O que são polímeros? A palavra polímero origina-se do grego poli (muitos) e mero (unidade de repetição ou partes). Dessa forma, um polímero é uma macromolécula composta por milhares de unidades de repetição. Essas unidades são os meros e fazem ligação covalente entre si. O monômero (uma molécula com uma unidade de repetição) é a matéria-prima para a produção de um polímero. Os polímeros são, na maioria das vezes, partes de um composto orgânico, com alta massa molar (mais de dez mil chegando até dez milhões). Os polímeros não foram inventados pelo homem, há muito tempo já existiam essas macromoléculas presentes na natureza e na vida da humanidade, como a lã, o couro, a madeira, entre outros exemplos. Contudo, com o avanço da ciência e tecnologia, tem-se os polímeros artificiais ou sintéticos. Com isso, tem-se uma primeira divisão desse material em dois grupos classificados quanto a sua ocorrência, sendo eles os polímeros naturais e os polímeros sintéticos. Polímeros Naturais Os polímeros naturais são aqueles encontrados na natureza (que derivam de animais e plantas) e também são chamados de biopolímeros. São grandes exemplos dessa classe: as proteínas, os polissacarídeos (amidos, celulose e glicogênio), a borracha (extraída da seringueira – látex), entre outros. São úteis na fabricação de diversos materiais como papel e pneus, além das proteínas e polissacarídeos estarem presentes nos alimentos que ingerimos e serem fundamentais para o corpo humano. Polímeros Sintéticos ou Artificiais Esses polímeros são produzidos em laboratório e surgiram da necessidade de imitar os polímeros naturais. São produzidos através da síntese: processo que surgiu na segunda metade do século XIX, após a descoberta da Química Orgânica, e por envolver reações químicas em laboratório, requer tecnologia sofisticada. São alguns exemplos: o polietileno (PEAD ou PEBD), que é o polímero de maior aplicação comercial, o polipropileno (PP), o poliestireno (PS), o policloreto de vinila (PVC), o teflon (PTFE), entre outros. Como os polímeros são produzidos? Os polímeros são produzidos por um processo químico conhecido por polimerização, sendo a reação que une quimicamente as moléculas de monômero, dando origem às macromoléculas. A polimerização pode ser realizada por: Ou seja, os polímeros são produzidos por um mesmo processo, porém cada um com suas especificidades. Além disso, a principal matéria prima para a produção dos polímeros é o petróleo, porém, por ser uma fonte esgotável, também são usados o gás natural e outras fontes renováveis, como o etanol (álcool etílico). A cadeia Petroquímica e o Plástico Essa produção está representada esquematicamente na imagem abaixo: A cadeia petroquímica e o plástico. Disponível em: https://www.broliato.com/br/faq/9/como-funciona-a-cadeia-petroquimica Após a extração do petróleo, tem-se a etapa de refinamento na qual são divididos os subprodutos desse recurso natural como mostrado acima. Em seguida, inicia-se o processo na cadeia da atividade petroquímica, separado em gerações (ou estágios). A primeira geração fornece os produtos petroquímicos básicos, como o eteno, propeno, butadieno, entre outros, que são os monômeros usados na polimerização citados anteriormente, por meio do craqueamento, no qual as moléculas são quebradas por aquecimento a altas temperaturas, transformando frações de cadeias carbônicas maiores em frações com cadeias carbônicas menores. A segunda geração transforma os petroquímicos básicos nos petroquímicos finais, como polietileno (PE), polipropileno (PP), polivinil cloreto (PVC), poliésteres, óxido de etileno etc, os quais são os polímeros gerados pela polimerização. A terceira geração é onde os produtos finais são quimicamente modificados ou conformados em produtos de consumo, ou seja, como de fato encontramos os produtos à venda. Além disso, a indústria do plástico é o setor que movimenta a maior quantidade de produtos fabricados com materiais petroquímicos. Na figura abaixo é mostrado o esquema de quais insumos são gerados pelo petróleo e gás natural separadamente para a produção dos polímeros. Figura 2: Fluxograma esquemático de insumos petroquímicos: a) obtidos a partir do petróleo; b) obtidos a partir do gás natural. Fonte: Antunes (2007, p. 94) Principais formas de fabricação dos polímeros Cada material tem sua forma de ser fabricado, dependendo do tipo de polímero, formato, tamanho, complexidade, etc. Para que seja possível a transformação da resina polimérica nos produtos finais, é necessário realizar o seu processamento de acordo com suas necessidades. O processamento dos polímeros exige muito conhecimento da matéria prima e suas características, pois é necessário que o procedimento ocorra em altas temperaturas para que o polímero seja fundido. Além disso, a forma de processamento está diretamente relacionada com o que se é esperado obter no produto final. Os processos de fabricação mais utilizados na produção de transformados plásticos são a extrusão e a moldagem por injeção. Porém, também podem ser fabricados a partir da termoformagem, por compressão, sopro ou rotomoldagem. Para saber mais sobre o assunto, acesse nosso conteúdo sobre o processamento de polímeros. Quais são as classes e seus representantes? Os polímeros possuem diversas classes de acordo com alguma propriedade ou característica, como citado no início, uma delas é dividida entre naturais e sintéticos. Porém, também podem ser classificados conforme sua reação ao calor e por possuírem propriedades distintas devido às suas interações moleculares, os quais se dividem em termoplásticos, termofixos e elastômeros. Os termoplásticos amolecem quando são aquecidos, processo que pode ser reversível. Em geral são bastante macios e flexíveis, apresentando um comportamento quando submetidos a uma tensão de tração semelhante ao dos metais. São exemplos dessa classe: polietileno (PE), poliestireno (PS), PET e cloreto de polivinila (PVC). Os termofixos apresentam grande número de ligações cruzadas, o que faz com que eles não amoleçam quando aquecidos. São, em geral, mais duros, rígidos e resistentes quando comparados aos termoplásticos. Borrachas vulcanizadas, epóxis e resinas fenólicas compõem esse grupo. Os elastômeros, classe das