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Filme Poliolefínico: Descubra os Benefícios do Filme POF Macro Perfurado

No mundo da embalagem industrial, a escolha do material correto pode fazer toda a diferença em termos de eficiência, proteção e sustentabilidade. O filme poliolefínico (POF) macro perfurado é uma dessas soluções inovadoras que está ganhando destaque por suas inúmeras vantagens. Neste artigo, vamos explorar o que é o filme POF macro perfurado, seus benefícios e como ele pode otimizar suas operações de embalagem.   O que é o Filme POF Macro Perfurado? O filme poliolefínico (POF) é um material de embalagem versátil, composto por polímeros olefínicos, que combina alta resistência com excelente capacidade de encolhimento. O filme macro perfurado é uma variação que possui perfurações maiores, permitindo a circulação de ar e a ventilação dos produtos embalados. Essa característica torna o filme POF macro perfurado ideal para aplicações onde a ventilação é crucial, como em produtos frescos ou que exigem aeração para manter suas propriedades.   Benefícios do Filme POF Macro Perfurado Aplicações do Filme POF Macro Perfurado Importância no Processo Industrial e Logístico O filme POF macro perfurado desempenha um papel crucial na otimização das operações industriais e logísticas. Sua capacidade de ventilação ajuda a manter a qualidade dos produtos, enquanto sua resistência garante a proteção durante todo o processo de manuseio e transporte. Além disso, a eficiência do material contribui para a redução de custos operacionais e de transporte, beneficiando toda a cadeia de suprimentos.   Conclusão O filme poliolefínico macro perfurado é uma solução de embalagem inovadora que oferece ventilação, resistência e sustentabilidade. Seu uso pode transformar as operações de embalagem, especialmente em setores que exigem aeração dos produtos. Na Aplastik, oferecemos uma gama completa de filmes POF macro perfurados que atendem às necessidades específicas da sua indústria, garantindo proteção, eficiência e respeito ao meio ambiente. Para saber mais sobre como o filme POF macro perfurado pode beneficiar suas operações de embalagem e logística, visite o site da Aplastik e descubra nossas soluções inovadoras e sustentáveis.   Ficou com alguma dúvida ou precisa de mais informações?CLIQUE AQUI e fale com um de nossos especialistas.

Embalagens Industriais na Era da Indústria 4.0: Inovações e Eficiência

À medida que a Indústria 4.0 redefiniu os padrões de eficiência e inovação, as embalagens industriais não ficaram para trás. Este artigo explora como as embalagens, incluindo o filme stretch, fita adesiva para caixa de papelão e filme poliolefínico (POF shrink), evoluíram para atender às demandas da era digital, impulsionando eficiência e sustentabilidade.   1. Filme Stretch: O Guardião da Integridade da Carga  No coração da logística moderna, o filme stretch emerge como um protagonista essencial. Sua capacidade de envolver e proteger cargas de maneira segura e eficiente não apenas preserva a qualidade dos produtos, mas também se integra perfeitamente aos sistemas automatizados da Indústria 4.0. A aplicação estratégica do filme stretch é crucial para garantir a segurança e integridade das mercadorias em toda a cadeia de suprimentos.   2. Fita Adesiva para Caixa de Papelão: União e Resistência  A fita adesiva para caixa de papelão desempenha um papel vital na integridade estrutural das embalagens. Com avanços na aderência e resistência, essa fita não só mantém as caixas seguras durante o transporte, mas também se torna um componente inteligente na era da Indústria 4.0. A implementação de fitas adesivas inteligentes, capazes de rastrear e monitorar condições durante o envio, reflete a convergência da embalagem tradicional com a tecnologia moderna.   3. Filme Poliolefínico (POF Shrink): Versatilidade e Sustentabilidade  Na busca por embalagens mais sustentáveis, o filme poliolefínico (POF shrink) ganha destaque. Sua versatilidade permite embalar produtos de diferentes formas e tamanhos, reduzindo o desperdício de material. Além disso, a transparência e resistência do POF shrink oferecem proteção eficaz, contribuindo para a integridade dos produtos. Sua aplicação inteligente não apenas atende às demandas da Indústria 4.0, mas também abraça princípios eco-friendly.   Conclusão: À medida que a Indústria 4.0 redefine as práticas industriais, as embalagens evoluem para se tornarem não apenas protetoras, mas integradas, inteligentes e sustentáveis. Do filme stretch à fita adesiva para caixa de papelão e ao filme poliolefínico (POF shrink), a próxima geração de embalagens industriais está moldando um futuro onde a eficiência e a inovação caminham lado a lado, impulsionando o sucesso nas operações logísticas.     Ficou com alguma dúvida? >> Clique Aqui << e fale com a gente!

Automação Transformadora nos Sistemas de Envolvimento de Cargas

Em um cenário industrial em constante evolução, a automação emerge como uma força motriz capaz de revolucionar os processos logísticos. Neste artigo, exploraremos a importância crescente da automação nos sistemas de envolvimento de cargas, destacando como essa abordagem moderna pode otimizar eficientemente as operações e impulsionar a produtividade.   Eficiência e Precisão: A automação nos sistemas de envolvimento de cargas oferece uma eficiência sem igual. Ao substituir tarefas manuais por processos automatizados, reduz-se significativamente o tempo necessário para envolver e proteger as cargas. Além disso, a precisão é aprimorada, eliminando inconsistências frequentes associadas à intervenção humana. Essa combinação de eficiência e precisão resulta em operações mais rápidas e confiáveis.   Otimização de Recursos: A automação também desempenha um papel crucial na otimização de recursos. Sistemas automatizados podem se adaptar dinamicamente às necessidades específicas de cada carga, utilizando apenas a quantidade necessária de material de envolvimento. Isso não apenas reduz os custos operacionais, mas também contribui para práticas mais sustentáveis, minimizando o desperdício de materiais.   Integração com a Indústria 4.0: A convergência da automação com os princípios da Indústria 4.0 é uma tendência crescente. Sistemas de envolvimento de cargas automatizados podem ser integrados a redes inteligentes, permitindo o monitoramento em tempo real e a coleta de dados valiosos. Isso não só facilita a tomada de decisões informadas, mas também abre caminho para a implementação de estratégias preditivas, maximizando a eficiência operacional.   Segurança Aprimorada: A automação não se limita apenas à eficiência; ela também desempenha um papel fundamental na segurança. Sistemas automatizados garantem que o envolvimento de cargas seja realizado de maneira consistente e dentro dos padrões de segurança, reduzindo o risco de acidentes relacionados a operações manuais. Isso cria ambientes de trabalho mais seguros e contribui para a saúde a longo prazo da equipe.   Conclusão: À medida que a automação se consolida como uma força transformadora na indústria, os sistemas de envolvimento de cargas não são exceção. A implementação estratégica da automação não apenas otimiza os processos logísticos, mas também impulsiona a eficiência, a sustentabilidade e a segurança. Ao abraçar essa revolução tecnológica, as empresas estão posicionando-se para um futuro onde a excelência operacional é impulsionada pela integração sinérgica da automação.     Ficou com alguma dúvida? >> Clique Aqui << e fale com a gente!

Integradores de Sistemas de Automação Industrial e os desafios da Indústria 4.0

Todos sabemos que a tecnologia na sociedade moderna que vivemos, altera-se de tempos em tempos os modelos econômicos, deixando velhos conceitos e abrindo oportunidades para novos tempos, é sabido, no mínimo sentido, que estamos em uma grande transição no mundo. O tema aqui exposto é sobre as empresas e profissionais que prestam serviços de entrega de soluções em automação industrial, é claro e evidente que neste mercado, muita coisa mudou, desde estruturas de negócios, lucratividade, tecnologias e procedimentos de projetos. Para tanto o momento é de reflexão, pois a transição ocorre e, não sabemos como será o futuro, não temos pretensão de escrever sobre isso, é muito arriscado, todavia nos propomos a apresentar fatos, estudos e experiência nesta área, com o principal objetivo, de apoiar estas empresas e profissionais de serviços, que se deparam dia a dia com dificuldades, muitas vezes sem um entendimento mais claro, dando margens a explicações que levam normalmente a justificativa da crise que hora vivemos, todavia, esta mesma crise, apenas acelerou as mudanças nas relações de mercado, que nos propomos a expor aqui. Quando pensamos em mudança de mundo, mercado, produção e consumo, podemos pensar que a escassez aumenta em função do aumento da população, que quer consumir cada vez mais, o custo aumenta, pois, a oferta e demanda ainda é nosso modelo econômico vigente, agora o componente conhecimento, individual e em grupo, passa a ser mais um elemento de análise, pois as pessoas tem mais acesso a informações, conhecimento e transforma o mercado que atuam. Em nosso mercado de uma forma geral, em função das mudanças, podemos pontuar o passado e o futuro, de forma a criar uma delimitação para nosso tema: Antes O valor da venda do que se produzia remunerava toda a cadeia produtiva, mesmo com baixa eficiência na produção A competição praticamente não existia, pois, as barreiras de entrada eram muito grandes e havia baixa tecnologia As referências de consumo eram locais Atualmente Sem escala, não se consegue remunerar toda a cadeia que é muito maior e o custo altera a eficiência diretamente As barreiras de entrada diminuíram, aumentando muito a competição entre empresa devido a tecnologia O mercado é global – mesmo que o consumo seja local pensamos na globalização Em relação a área de Automação Industrial, que vamos tratar aqui somente por automação, uma vez que nosso foco é falar da indústria, podemos pontuar os seguintes fatos que estão ocorrendo: As empresas de integração de automação cada vez têm menos lucratividade, assumindo mais riscos O conhecimento tecnológico cada vez é mais democrático, fácil e barato A sensação de falta de entrega de valor na automação é cada vez maior no cliente final Mas o que aconteceu com a automação? Essa é a grande pergunta. Não queremos esgotar o assunto e nem definir uma regra, apenas mostrar uma visão geral. Tanto a sociedade, a economia e a política, vivem Ciclos de Vida, em nosso caso vamos pontuar a 3ª Revolução Industrial, ocorrida próximo de 1969, que foi a incorporação da eletrônica no meio produtivo, alterando totalmente a produção industrial, neste momento houve o rompimento do velho modelo de produção, dando lugar há uma nova tecnologia. Quando ocorre uma grade mudança, ou uma revolução desta envergadura, cria-se um novo modelo de mercado, onde no seu início, a chamada Barreira de Entrada, isto é, a dificuldade que se impõe a novos entrantes no mercado é muito grande, haja vista, poucas empresas conhecerem este novo mundo que se descortina, todavia, inicia-se uma “corrida” para poder participar deste novo mercado. Como o tempo, a tecnologia não para e o conhecimento vai se disseminando, se pensarmos nesta 3ª revolução, temos algo como 40 anos ocorridos, nesta linha do tempo, a barreira diminui, aumentando a participação de novas empresas no mercado, aumento de concorrência, chegando a um ponto de muita facilidade de participar deste negócio. O problema é que quando a barreira de entrada é muito pequena e a concorrência cresce muito, o Valor de entrega individual das empresas, cai na mesma proporção, interferindo diretamente no lucro das mesmas, chegando a um ponto, que tende a ser insustentável o próprio negócio, no modelo atual. E é isso que está ocorrendo, haja vista, que estamos em mais um final de ciclo econômico, abrindo um novo formado, para nós da automação isso estamos chamando de Indústria 4.0, que podemos apontar seu início em 2011, ainda em transição, todavia já incomodando empresas e profissionais que atuam nesta área. Para quem usa ou compra automação, há uma visão ou até mesmo uma busca, onde podemos mostrar as principais abaixo: Automação é cara e é um commodities Buscam segurança na operação e alta disponibilidade A operação não deve pensar em tecnologia A tecnologia deve ser alinhada ao negócio (estratégica), agregar valor Projetos internos com falta de mão de obra, prazo e orçamento apertado Espera uma automação modular, replicante, amigável e fácil de customizar Que a automação conecte gestão industrial Que a automação tenha manutenção de ativos e diagnósticos fácil A automação vem mudando e dando nova forma enxergar soluções: De hardware e software para sistemas integrados De algoritmos para aplicações De malhas e lógica para integração da informação De centrado na tecnologia para centrado no negócio De melhores tecnologias para melhores parceiros Há em automação um conflito “trade off”, que gera dificuldades para equilibrar a viabilidade de negócios e tecnologia: Na engenharia, cada cliente quer um projeto especial e os custos de profissionais são muitos altos Na tecnologia, busca-se padrões e modelos (pré-formatados) e produtos de baixo custo Vamos entender um pouco da história da automação, na visão de integração, onde no início: A automação (conhecimento) “pertencia” ao profissional A solução era regionalizada A entrega era um fragmento (ou parte) Hoje temos uma outra realidade: A automação (necessidade) é de cada pelo cliente A solução é global A entrega é do pacote (solução) Também, em função da aplicação comum da automação, gerou-se alguns mitos: A Automação desemprega – Não, automação mantém a empresa empregando A Automação é cara – Não,

DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS: COMO FAZER?

Imagine o seguinte cenário do desenvolvimento de produto: Há três empresas. A primeira já estabelecida no mercado, acredita que possui a confiança necessária do seu público-alvo e por isso não precisa inovar e desenvolver novos produtos. A segunda é uma empresa relativamente nova, ainda não estabelecida no mercado, que desenvolveu um produto inovador e melhor. A terceira é uma empresa mais nova ainda, que precisa desenvolver um produto para conseguir se adentrar no mercado. Neste cenário, é visível que o mercado está se tornando cada vez mais competitivo, e com isso, todas essas empresas estão em uma mesma situação: Preciso inovar se não vou ficar para trás. O que eu faço? Por onde eu começo?   Começando o desenvolvimento de produto A partir do momento que a empresa realiza esses questionamentos, é necessário que todas as áreas da empresa, marketing, financeiro, engenharia, estejam de acordo e em confluência de ideias para que haja uma viabilidade econômica e que o projeto alcance o sucesso. Como desenvolver um novo produto não é uma tarefa fácil, quando todos estão de acordo e se a sua empresa seguir as etapas abaixo da melhor maneira possível, esse caminho se tornará mais tranquilo. O resultado, por consequência, será com certeza excederá as expectativas e conquistará o público desejado.   Etapas do Desenvolvimento de Produto Planejamento No momento em que todas as áreas estão discutindo se o projeto é viável ou não, é nesta hora que os riscos devem ser elencados e medidos, e todos os lucros devem ser considerados. Não tenha medo de ser redundante ou muito específico! A etapa de planejamento definirá o futuro de todos os processos e as medidas tomadas até a obtenção de um resultado de sucesso – ou não. Após todos os riscos e lucros do projeto serem considerados, é necessário montar a equipe que vai realizar o projeto, definindo as lideranças que vão guiar o processo. Essa equipe deve se reunir e ter um momento para gerar as ideias, ou mais conhecido no mundo corporativo, realizar um brainstorming.  A equipe deve gerar o máximo de ideias possíveis, que devem ter como base as tendências do mercado, objetivos do negócio e público-alvo, sempre levando em consideração o consumidor, as tendências de vendas e ações da concorrência. Depois desse brainstorming, todas as ideias devem passar por um processo de seleção, eliminando as que não são viáveis economicamente e tecnicamente. As que cumprirem esses pré-requisitos avançam para a próxima etapa.   Projeto e Prototipagem Com a ideia final aprovada, agora é o momento de estruturar o projeto e pensar no protótipo do produto desejado. Para essa etapa, primeiro é importante criar um modelo 3D a partir do desenho. Com os softwares atuais, essa etapa se torna bem mais tranquila e ainda proporciona outras vantagens além do visual, pois é possível simular como o produto reagiria sobre forças externas, apontando qual material deveria ser o mais indicado. A análise de qual material é mais indicado para o produto é imprescindível para que todo o projeto funcione. Esse processo é chamado de seleção de materiais, no qual se escolherá qual classe de material (metais, polímeros, cerâmicas ou compósitos cumprirá as principais exigências do produto (esforço mecânico, design, formato). É importante selecionar mais de uma opção de material para que o Financeiro consiga avaliar qual é mais viável financeiramente. Com o projeto pronto e o material selecionado, agora é hora de partir para o protótipo, que é uma prévia do produto final. Se foi investido grande parte do tempo nas partes de modelagem 3D e seleção de matérias, o protótipo, além de possuir todas as normas e especificações exigidas pelas agências de regulamentação, terá quase todas as características esperadas e serão precisos poucos ajustes para que se chegue no produto ideal. Essa etapa do desenvolvimento de produto é a mais definidora, pois é nesse momento que se terá mais gastos com toda parte de engenharia. Portanto, realizando todas as simulações e selecionando o melhor material, o protótipo será o mais parecido da realidade e precisará de menos modificações, logo, os gastos serão minimizados e a frustração será menor.   Pesquisa de Mercado Essa etapa deve permear todo o processo de desenvolvimento de produto. Desde o momento de a empresa decidir entrar em um determinado mercado ou apenas analisar como está a amplitude e concorrência do que ela está inserida no momento. Quando se tem um protótipo pronto, chega o momento de realizar um teste preliminar para determinar se o produto será compreendido pelo público-alvo. Antes de ir para a pesquisa, é necessário realizar uma análise do mercado em potencial em conjunto com equipes de Marketing e de Relações Públicas, que devem ser as mais engajadas nesse momento, pois são elas que criarão a melhor estratégia para abordar o possível público-alvo. Essa pesquisa pode ser feita de várias maneiras diferentes, como: Enviando questionários de e-mail para sua base de clientes já cadastrada; Realizando entrevistas; Montando dinâmicas de grupos; Formulário nas redes sociais em grupos de interesse; Fornecendo amostras do produto em lugares estratégicos. Todos esses passos e tantos outros são essenciais nessa etapa do projeto, procurando o que se pode melhorar no produto, mas também são importantes posteriormente a etapa final, procurando um feedback dos clientes.   Lançamento Depois que o protótipo passar por um primeiro teste de mercado, e tendo conhecimento sobre as reações possíveis dos clientes, é necessário realizar as últimas alterações para se chegar no produto final. Após isso, novamente junto com a equipe de Marketing, é hora de traçar um plano de como será realizada a divulgação. É importante ter atenção na produção do primeiro lote que sairá, tendo certeza de que tudo está como planejado e com 100% de qualidade. Ainda assim, é preciso considerar que a pesquisa de mercado foi feita com uma parcela que ainda não representa toda a sua base de clientes, então tenha a mente aberta a tudo que os consumidores disserem. Em especial, atente-se aos comentários negativos, já que eles funcionam como um diagnóstico do seu

Como organizar um depósito: 7 dicas que vale a pena conferir

Organizar um estoque é uma tarefa complexa e necessária, que gera muitos benefícios na cadeia logística. Não importa qual é o seu segmento: quanto mais organização, melhores são os resultados. Cada produto que entra deve ser registrado, de modo que saia corretamente no prazo estimado. Deve ser fácil encontrar cada um e garantir que estejam em condições ideais de temperatura e segurança. Mais regras surgem a depender do tipo de produto estocado. Assim, é importante entender as melhores práticas quando falamos em como organizar um depósito. É necessário também buscar visibilidade e apoio da tecnologia para controlar melhor os itens, mesmo em uma escala crescente. Com isso, você consegue agilizar as operações e evitar dores de cabeça no gerenciamento das mercadorias que entram e saem.  A importância de saber como organizar um depósito Organizar um depósito é crucial para a saúde das operações logísticas. Ao controlar isso, a empresa garante uma série de pontos positivos. Um deles é o controle para evitar perdas de produtos. Ao gerenciar melhor o estoque e o layout do depósito, é possível evitar desaparecimento de itens que entraram e problemas que tornam essas mercadorias inacessíveis. Desse modo, é viável obter maior agilidade no fluxo logístico. Afinal, na cadeia de suprimentos, velocidade é importante: um dos deveres é cumprir os prazos sem nenhum problema para não causar dificuldades para o processo seguinte.  Cada agente deve fazer sua parte para gerar resultados ótimos para o consumidor final. Pense em um estoque de peças automotivas ou de materiais de construção, por exemplo. É preciso seguir regras para não criar entraves na rotina de produção. Então, a organização do depósito se torna essencial. Outro ponto positivo é a localização de itens. Para achar os produtos de forma mais fácil, é preciso ter uma boa lógica de organização e de registro. Isso facilita inclusive o trabalho dos colaboradores, que não precisam se esforçar demais para cumprir suas funções. Também vale mencionar que um centro de distribuição ou armazém que se organiza bem consegue otimizar sua reputação no mercado. Dessa maneira, é fácil conseguir parcerias e relações de negócio com transportadoras, e-commerces e outras empresas. Como organizar um depósito: 6 dicas fundamentais Para te ajudar a entender como organizar um depósito, vamos finalmente mencionar algumas dicas de ouro. Acompanhe. Defina as categorias dos produtos do depósito Categorizar os produtos é uma forma de dividir bem o controle e garantir a atenção devida a cada classe de itens, de forma padronizada. Cada categoria com mercadorias similares pode ser armazenada em uma seção, de acordo com as necessidades e os cuidados para cada produto. Essas categorias podem ser definidas a depender das características: tipos, tamanhos, sensibilidade com relação a danos, etc. Você pode também trabalhar com outras lógicas, a depender do que funciona melhor. A categorização é crucial para ajudar na localização dos itens, bem como no controle exato deles em softwares auxiliares. Cadastre todos os produtos que entram Sobretudo, é crucial cadastrar todos os itens assim que entram no depósito. Nesse sentido, vale contar com o apoio de alguma ferramenta que registra os produtos e confere a eles algum número identificador ou código.  É importante registrar as informações relevantes, como quem enviou o produto, para onde ele está destinado, qual é o prazo de expedição, as características e condições ideais de armazenamento, etc. Cada produto naturalmente requer um conjunto de características diferentes. Alimentos, por exemplo, precisam de data de validade; peças precisam do tamanho; etc. Esse cadastro bem feito ajuda nas tarefas de localizar, manusear e controlar exatamente a separação e a expedição. Defina as responsabilidades  O trabalho logístico é um trabalho coordenado, de várias etapas e funções. Então, é preciso definir muito bem as responsabilidades entre a equipe. Separar os trabalhos de cada colaborador ajuda a organizar melhor essas tarefas e garantir que elas sejam devidamente cumpridas. Assim, é viável evitar que um funcionário fique sobrecarregado e negligencie suas funções.  Pense estrategicamente na estrutura do local  Quando falamos em como organizar um depósito, o layout é de extrema importância. A forma como a estrutura está definida e organizada gera um impacto enorme na agilidade, na eficiência e no controle dos itens.  Aqui, você pode optar pela lógica que for mais conveniente. Em alguns estoques, as empresas dividem as seções de acordo com os prazos de expedição; em outros, eles dividem por tipos de produtos.  O mais importante é seguir um padrão e organizar o layout pensando, inclusive, na movimentação dos itens a partir do momento em que entram no depósito.  O ideal é otimizar ao máximo a movimentação e garantir que não haja congestionamento. Ou seja, pense bem nas rotas.  Além do layout em si, a empresa deve pensar também na estrutura e nos elementos estruturais que ajudam a atender a demandas específicas. Prateleiras, vãos, porta pallets e outros itens que variam a depender do tipo de estoque.  Equipamentos serão necessários? Não esqueça deles É sempre bom lembrar dos equipamentos que ajudam no controle e no planejamento de estoque.  Itens como empilhadeiras, carrinhos, paleteiras e outros ajudam nas funções operacionais, permitindo que as empresas obtenham maior eficiência e consigam acessar rapidamente toda a estrutura do depósito. Sobretudo, essas ferramentas servem como um ótimo apoio para seus colaboradores, por conta da automação de certas tarefas. Pense em otimizar a vida deles para evitar acidentes e gargalos nas operações. Defina como fará o acompanhamento do inventário O inventário do estoque é crucial também. Não esqueça de organizar seus itens e listar todos eles de acordo com as informações mais importantes para obter acurácia. Também é fundamental definir a periodicidade desse inventário (será atualizado anualmente? Mensalmente?). Dica bônus: como organizar um depósito? A tecnologia chegou para ajudar! Antes de terminar, precisamos ressaltar o poder da tecnologia para auxiliar na organização e no controle de depósitos.  O ERP, por exemplo, é uma das soluções automatizadas que registram produtos, asseguram a gestão deles em tempo real e permitem controle sobre os prazos de expedição para evitar erros. A automação ajuda a aprimorar o trabalho humano para atender a demandas

25 de Maio – Dia nacional da Indústria

No dia 25 de maio, comemora-se no Brasil o Dia Nacional da Indústria. A data serve para homenagear o setor brasileiro, também conhecido como secundário, que é responsável por movimentar parte considerável da economia. Trabalhando com a produção dos mais diversos produtos, desde alimentos, vestuários e até tecnologia de ponta, o setor industrial é extremamente amplo. De forma mais geral, as indústrias podem ser dividias entre três tipos: indústrias de base, intermediárias e de bens de consumo. O primeiro, refere-se as indústrias pesadas – que são responsáveis por se apropriar da matéria prima bruta e transformar em produtos que serão usados pelas outras indústrias. Já as intermediárias são responsáveis por utilizar a matéria prima processada e produzir peças e ferramentas, necessárias para as indústrias de bens de consumo, que, por sua vez, tratam da produção de diversos produtos que irão para o mercado consumidor. Atualmente, o Brasil é uma das maiores potências no ramo industrial, dentre as nações consideradas subdesenvolvidas. Mas, a história do setor no país é relativamente recente, principalmente se comparada à outras nações da Europa Ocidental e aos Estados Unidos, que passaram pela Revolução Industrial, entre o século XVIII e XIX. Por outro lado, isso não significa que o Brasil não venha tendo avanços significativos no setor industrial há muito tempo. É possível reconhecer o primórdio de uma indústria brasileira ainda na época colonial. Porém, após o governo de Getúlio Vargas e JK, já em meados do século XX, o país finalmente pôde observar a consolidação de uma indústria nacional. Entretanto, é em 1948, durante a presidência de Gaspar Dutra, que surge a ideia para a criação do Dia Nacional da Indústria, após o falecimento de Roberto Simonsen, uma importante figura do meio. A história do 25 de maio O Dia Nacional da Indústria, em 25 de maio, foi escolhido em homenagem ao empresário e industrial Roberto Simonsen, que faleceu nessa mesma data, em 1948. Ele foi responsável pela primeira empresa de construção civil do país e ainda foi parte significativa da consolidação do parque industrial do Brasil. Não à toa, recebeu o título de Patrono da Indústria Nacional. Roberto Simonsen foi um brasileiro de muitos feitos. Além de sua grande contribuição para o avanço da indústria, ele era engenheiro, professor, historiador, político e foi aceito como membro da Academia Brasileira de Letras. Por fim, também presidiu entidades representativas importantes para o meio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Dessa forma, não seria exagero afirmar que muito do que a indústria brasileira é hoje, deve-se aos esforços, comprometimentos e incentivos de Simonsen. Setores industriais no Brasil Atualmente, o parque industrial brasileiro é extenso e diverso. No país, destacam-se a indústria de automobilística, petroquímica, alimentícia, de minerais, de vestuário, entre outras. Além disso, diversas áreas – como comércio, comunicação, educação e serviços públicos – dependem diretamente do funcionamento pleno dessas indústrias. Sendo assim, o setor industrial é muito maior do que seu próprio eixo, afetando diversas esferas de todo o Brasil. É possível perceber que a concentração do parque industrial brasileiro está, principalmente, no Sudeste. Porém, isso já apresenta algumas mudanças. Muitos estudos apontam para uma certa dispersão, principalmente de indústrias da área de infra-estrutura de transportes e energia, para outras regiões da nação. Entretanto, independentemente do tipo de produto que a indústria produz, em qual ramo ela se encontra e aonde sua base está localizada, há algo que todas necessitam igualmente: energia elétrica. Energia elétrica: a grande aliada da indústria Em maio também se comemora o dia Mundial da Energia Elétrica. E é inegável que a energia é um dos pré-requisitos mais importantes para o funcionamento pleno da indústria. Inclusive, o setor industrial é responsável por grande parte do consumo de energia no Brasil. E é por meio dela que é possível alimentar diversas áreas da sociedade e movimentar consideravelmente a economia. Neste contexto, cabe ao Ministério de Minas e Energia o planejamento de médio e longo prazos de modo a garantir o desenvolvimento, tornando o país atraente e seguro para investimentos de longo prazo. O Brasil tem um importante desafio para a próxima década que será o de promover a expansão da oferta de energia de modo a sustentar a retomada do crescimento econômico nacional. O governo deve resguardar a segurança energética e preservar o acesso à energia a preços competitivos. Outro grande desafio é a interconexão do SIN ao Sistema Isolado no Norte do país, onde a geração é predominantemente a diesel. Várias regiões estão localizadas em áreas remotas e, consequentemente, o acesso ao Sistema Interligado levará anos, senão décadas. Neste caso, as indústrias locais são bastante impactadas pela geração ineficiente de usinas com alto consumo específico. O governo deve buscar a contratação de usinas mais eficientes que reduzirão o custo de geração e de emissão de poluentes, tal qual ocorreu no leilão de Manoel Urbano e Assis Brasil no Acre. Ambas não estão interligadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional) e não possuem energia elétrica da concessionária. Cada cidade conta com uma usina de geração de energia elétrica com 2 MW de capacidade, através do aluguel de geradores de 550 KVA. Ao lançar novas licitações na modalidade de contratação de produtor independente de energia (PIE), o governo não só reforçará a busca por preços mais atrativos como também trará maior capacidade de competitividade a estas indústrias.   Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post. Até mais!!

Fechamento de embalagens: dicas essenciais para segurança no transporte

O fechamento de embalagens bem feito é a garantia de que o transporte de cargas possibilitará a entrega sem nenhum tipo de dano ao material. A fim de que os produtos cheguem intactos ao consumidor final ou às distribuidoras, o produto passa por processos de empacotamento, envelopamento, paletização etc.  Dessa forma, envolve técnicas, equipamentos e insumos para que sejam garantidos, além da proteção às mercadorias, fatores como otimização de espaço — como é o caso da paletização.  Assim, com a finalidade de garantir a segurança no transporte, se deve dar atenção para evitar de cometer alguns erros, sobretudo na escolha de embalagens.  Vamos ver como isso é na prática? Continue a leitura! Fechamento de embalagens eficiente: o que considerar Entenda o que considerar ao escolher as embalagens para cada tipo de produto e evitar erros: Esta dica vale especialmente para embalagens de mercadorias frágeis. Objetos de vidro, porcelana e bebidas são exemplos. Esses tipos de produtos exigem embalagens resistentes, que os protejam bem. O plástico bolha é fundamental para essa proteção, assim como a caixa de papelão, muito resistente e usada para proteger qualquer tipo de carga.  Além disso, é preciso ficar atento ao fechamento. As  caixas devem ser bem lacradas — a fita gomada é uma das melhores opções para isso.  Assim como as especificidades dos materiais frágeis, há aqueles que costumam ficar em estoque e que podem sofrer danos por causa da ação do tempo nas caixas de papelão.  Como resolver? Com filme stretch! Com o reforço desse material, se consegue garantir que as mercadorias não vão deteriorar.  O controle de qualidade de fechamento de embalagens na indústria é um processo fundamental para que se consiga manter o produto de acordo as especificações vigentes. Dessa forma, qualquer problema com a vedação da embalagem pode gerar problemas que comprometam a credibilidade da empresa junto ao seu cliente e, como resultado, ter sua saúde financeira prejudicada.  Por isso, investir na automatização desse processo gera menos riscos e mais eficiência para o processo industrial.  Equipamentos essenciais para o fechamento de embalagens Seladoras de caixas As seladoras de caixas são fundamentais para otimizar processos e eliminar os gargalos da produção. Além disso, são esses equipamentos que garantem a qualidade e segurança das embalagens.  Da mesma forma, proporcionam benefícios como:  Datadores Os datadores são os responsáveis pela inserção de informações como data de fabricação, vencimento do produto, número do lote etc. Envolvedoras de stretch As envolvedoras de filme stretch garantem o total controle no envolvimento do palete, além de padronizar esse processo e garantir economia no uso do insumo, sem desperdícios. Esses equipamentos garantem produtividade, redução de custos, maior segurança na carga e custo padronizado por palete. Precisando tirar dúvidas ou solicitar orçamento para a aquisição, aluguel ou comodato de máquinas ou para compra de insumos? Fale com um de nossos especialistas! Dúvidas ou sugestões? Use o espaço dos comentários!   Nos vemos no próximo post!

Automatizar os processos para economizar insumos

O fato de economizar insumos está diretamente ligado ao processo produtivo. Dessa forma, a automatização de processos se torna fundamental para isso. Um processo de produção envolve diversas etapas e pode ser algo complexo. Quanto mais conseguirmos otimizar esses procedimentos, melhores serão os resultados do negócio. Afinal, diminuindo os gastos, desperdícios e tempo, a produtividade será maior. Neste artigo, vamos mostrar como os processos automatizados podem contribuir para atingir esse objetivo. Veja mais a seguir. A importância de economizar insumos pela automazatização de processos Insumo é tudo aquilo que faz parte da produção de um serviço ou produto. A lógica de economizá-lo é simples de ser entendida, afinal, sempre é melhor gastarmos menos do que mais, certo? Isso fica ainda melhor quando conseguimos economizar e, ainda assim, não prejudicar a qualidade e o rendimento do negócio. Imagina então conseguir tudo isso e ainda aumentar nossa produtividade? Por isso, pensar em um bom planejamento para a realização de uma economia de insumos é de extrema importância. Afinal, ajuda a reduzir gastos e também evita desperdícios, controlando estoque e produção, melhorando a alocação de força de trabalho e caixa,  podendo aumentar a lucratividade. Mas afinal, como economizar insumos? Um dos meios para trabalhar com a economia de insumos é optando por automatizar os processos. Essa prática de automação é bastante benéfica para melhorar o rendimento dos colaboradores, evitar falhas e diminuir o tempo gasto em uma produção, o que, consequentemente, a aumentará. A automatização de processos é mais assertiva e oferece padronização ao seu empreendimento. Mas como fazer isso? Há alguns meios que veremos a seguir: Benefícios O benefício da automação industrial está ligado à redução de gastos tendo em vista a otimização da produção. Dessa forma, é possível atender altas demandas em um curto prazo de tempo para maior rentabilidade do negócio. Mas é preciso atenção ao optar por uma máquina que ajude a aumentar sua produtividade com maior economia de custos, assim como na escolha do fornecedor de insumos. Por isso, temos uma ótima dica: Aplastik Embalagens. A empresa tem uma linha completa de insumos para a indústria. Caso queira mais informações, você pode entrar em contato com nossa empresa e falar com um de nossos consultores.

Economia de insumos é um forte aliado na redução de custos: veja dicas

Uma gestão eficiente prevê a redução de custos não somente ao eliminar despesas necessárias. A economia de insumos, por exemplo, é uma forma de reduzir custos que podem ser altos, inclusive, pelo desperdício.  Imagine quanto sua empresa pode estar consumindo a mais e o quanto poderia estar economizando? Vamos abordar esse tema neste artigo. Continue a leitura e veja o que temos para compartilhar com você.  Como a economia de insumos pode impactar em seus lucros? O principal desafio das organizações é controlar seus processos a fim  de  eliminar  desvios  de  produção  e  consequentemente  reduzir  custos  e  desperdícios.  Normalmente o foco vai para o uso de matérias-primas, de energia e outros. No entanto, há os insumos, que também podem estar sendo mal aproveitados e até mesmo desperdiçados.  Vamos abordar ao longo deste mês dois exemplos: o de fita adesiva e o de filme stretch. Você vai entender como pode usar esses recursos de forma consciente e sem desperdícios.  Como evitar o desperdício de fita adesiva Um dos insumos que podem garantir uma boa economia é a fita adesiva, sobretudo se esse item é bastante usado em seu negócio.  O principal motivo que pode causar gasto de fita adesiva além do necessário é quando as empresas ainda têm seus processos manuais.  Um pequeno desvio e o trajeto da fita já compromete o fechamento da embalagem. Dessa forma, é preciso aplicar novamente a fita adesiva para garantir o fechamento. Por isso, o investimento em automação é necessário. Com uma seladora de caixas. Com este equipamento, você não só garante a redução dos custos com insumos (a fita adesiva) e evita o desperdício, como também ganha em produtividade.  Sabe por quê? Pela capacidade de fechamento das seladoras. A PLT-SI, por exemplo, fecha até 44 caixas por minuto. Isso mesmo! Para saber mais sobre a seladora, fale com um dos consultores da Pólitan Equipamentos Industriais. Quer saber mais sobre como economizar nos insumos e embalagens industriais de sua empresa? Fale com nosso time de especialistas. Até o próximo artigo.