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Como organizar um depósito: 7 dicas que vale a pena conferir

Organizar um estoque é uma tarefa complexa e necessária, que gera muitos benefícios na cadeia logística. Não importa qual é o seu segmento: quanto mais organização, melhores são os resultados. Cada produto que entra deve ser registrado, de modo que saia corretamente no prazo estimado. Deve ser fácil encontrar cada um e garantir que estejam em condições ideais de temperatura e segurança. Mais regras surgem a depender do tipo de produto estocado. Assim, é importante entender as melhores práticas quando falamos em como organizar um depósito. É necessário também buscar visibilidade e apoio da tecnologia para controlar melhor os itens, mesmo em uma escala crescente. Com isso, você consegue agilizar as operações e evitar dores de cabeça no gerenciamento das mercadorias que entram e saem.  A importância de saber como organizar um depósito Organizar um depósito é crucial para a saúde das operações logísticas. Ao controlar isso, a empresa garante uma série de pontos positivos. Um deles é o controle para evitar perdas de produtos. Ao gerenciar melhor o estoque e o layout do depósito, é possível evitar desaparecimento de itens que entraram e problemas que tornam essas mercadorias inacessíveis. Desse modo, é viável obter maior agilidade no fluxo logístico. Afinal, na cadeia de suprimentos, velocidade é importante: um dos deveres é cumprir os prazos sem nenhum problema para não causar dificuldades para o processo seguinte.  Cada agente deve fazer sua parte para gerar resultados ótimos para o consumidor final. Pense em um estoque de peças automotivas ou de materiais de construção, por exemplo. É preciso seguir regras para não criar entraves na rotina de produção. Então, a organização do depósito se torna essencial. Outro ponto positivo é a localização de itens. Para achar os produtos de forma mais fácil, é preciso ter uma boa lógica de organização e de registro. Isso facilita inclusive o trabalho dos colaboradores, que não precisam se esforçar demais para cumprir suas funções. Também vale mencionar que um centro de distribuição ou armazém que se organiza bem consegue otimizar sua reputação no mercado. Dessa maneira, é fácil conseguir parcerias e relações de negócio com transportadoras, e-commerces e outras empresas. Como organizar um depósito: 6 dicas fundamentais Para te ajudar a entender como organizar um depósito, vamos finalmente mencionar algumas dicas de ouro. Acompanhe. Defina as categorias dos produtos do depósito Categorizar os produtos é uma forma de dividir bem o controle e garantir a atenção devida a cada classe de itens, de forma padronizada. Cada categoria com mercadorias similares pode ser armazenada em uma seção, de acordo com as necessidades e os cuidados para cada produto. Essas categorias podem ser definidas a depender das características: tipos, tamanhos, sensibilidade com relação a danos, etc. Você pode também trabalhar com outras lógicas, a depender do que funciona melhor. A categorização é crucial para ajudar na localização dos itens, bem como no controle exato deles em softwares auxiliares. Cadastre todos os produtos que entram Sobretudo, é crucial cadastrar todos os itens assim que entram no depósito. Nesse sentido, vale contar com o apoio de alguma ferramenta que registra os produtos e confere a eles algum número identificador ou código.  É importante registrar as informações relevantes, como quem enviou o produto, para onde ele está destinado, qual é o prazo de expedição, as características e condições ideais de armazenamento, etc. Cada produto naturalmente requer um conjunto de características diferentes. Alimentos, por exemplo, precisam de data de validade; peças precisam do tamanho; etc. Esse cadastro bem feito ajuda nas tarefas de localizar, manusear e controlar exatamente a separação e a expedição. Defina as responsabilidades  O trabalho logístico é um trabalho coordenado, de várias etapas e funções. Então, é preciso definir muito bem as responsabilidades entre a equipe. Separar os trabalhos de cada colaborador ajuda a organizar melhor essas tarefas e garantir que elas sejam devidamente cumpridas. Assim, é viável evitar que um funcionário fique sobrecarregado e negligencie suas funções.  Pense estrategicamente na estrutura do local  Quando falamos em como organizar um depósito, o layout é de extrema importância. A forma como a estrutura está definida e organizada gera um impacto enorme na agilidade, na eficiência e no controle dos itens.  Aqui, você pode optar pela lógica que for mais conveniente. Em alguns estoques, as empresas dividem as seções de acordo com os prazos de expedição; em outros, eles dividem por tipos de produtos.  O mais importante é seguir um padrão e organizar o layout pensando, inclusive, na movimentação dos itens a partir do momento em que entram no depósito.  O ideal é otimizar ao máximo a movimentação e garantir que não haja congestionamento. Ou seja, pense bem nas rotas.  Além do layout em si, a empresa deve pensar também na estrutura e nos elementos estruturais que ajudam a atender a demandas específicas. Prateleiras, vãos, porta pallets e outros itens que variam a depender do tipo de estoque.  Equipamentos serão necessários? Não esqueça deles É sempre bom lembrar dos equipamentos que ajudam no controle e no planejamento de estoque.  Itens como empilhadeiras, carrinhos, paleteiras e outros ajudam nas funções operacionais, permitindo que as empresas obtenham maior eficiência e consigam acessar rapidamente toda a estrutura do depósito. Sobretudo, essas ferramentas servem como um ótimo apoio para seus colaboradores, por conta da automação de certas tarefas. Pense em otimizar a vida deles para evitar acidentes e gargalos nas operações. Defina como fará o acompanhamento do inventário O inventário do estoque é crucial também. Não esqueça de organizar seus itens e listar todos eles de acordo com as informações mais importantes para obter acurácia. Também é fundamental definir a periodicidade desse inventário (será atualizado anualmente? Mensalmente?). Dica bônus: como organizar um depósito? A tecnologia chegou para ajudar! Antes de terminar, precisamos ressaltar o poder da tecnologia para auxiliar na organização e no controle de depósitos.  O ERP, por exemplo, é uma das soluções automatizadas que registram produtos, asseguram a gestão deles em tempo real e permitem controle sobre os prazos de expedição para evitar erros. A automação ajuda a aprimorar o trabalho humano para atender a demandas

SUPPLY CHAIN: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

A supply chain (cadeia de suprimentos) é uma cadeia de operações que precisa de uma gestão que dê atenção a cada ponto. É necessário integrar os sistemas, garantir visibilidade e evitar erros para que problemas não se propaguem pela cadeia.  Para isso, as empresas precisam saber exatamente o que é supply chain e como melhorar esse conceito. Ou seja, é inevitável um efeito dominó nesse sistema. Assim, erros até menores desencadeiam uma série de reações e dificuldades maiores quando são levados adiante.  Por isso, se faz cada vez mais importante ter uma boa gestão de suprimentos nesses processos. Afinal, a supply chain é um conceito que perpassa todos os setores e segmentos, de modo a assegurar o bom funcionamento da mecânica do mercado. Felizmente, com as ferramentas tecnológicas atuais, é possível melhorar o nível de produtividade, escalar os resultados e reforçar a comunicação. Por isso, é importante entender mais sobre esse conceito e saber como otimizar cada etapa.  O que é supply chain? A cadeia de suprimentos é um conjunto de processos interligados em sequência. Uma operação gera um resultado que se torna a entrada da próxima operação.  É importante destacar que o conceito abrange todas as fases de um produto, desde sua concepção. Assim, envolve a coleta de matéria-prima, a produção, o armazenamento, a distribuição e o transporte. Da produção até chegar ao cliente. Nos casos de logística reversa, a cadeia também se preocupa com os processos de envio iniciados pelo cliente.  Nesse sentido, requer a participação ativa de vários agentes, responsáveis por cada ponto. É fundamental integrar todos esses agentes para garantir uma comunicação eficaz e precisa. O supply chain aplicado na logística Os conceitos de supply chain e logística são distintos, apesar de serem tratados como sinônimos por muitas pessoas.  Contudo, as melhores práticas da cadeia podem ser aplicadas para melhorar constantemente o fluxo logístico. A divisão que faz mais sentido é a que coloca a logística como um processo de movimentação de mercadorias, ao passo que a cadeia de suprimentos abrange os processos de produção, estudo de demanda, etc. Assim, em um esquema representativo, a logística comporia uma parte da cadeia, responsável pela movimentação de itens de centros de distribuição para outros e de armazéns para transportadoras.  O fluxo logístico só termina de fato quando o produto chegou à loja final ou ao cliente. Contudo, a supply chain monitora tudo isso de perto. E como funciona o supply chain nas empresas? Como pontuamos de forma breve quando falamos sobre o que é supply chain, é fundamental falar em integração quando pensamos no funcionamento de uma cadeia de suprimentos.  Para garantir uma comunicação sincronizada, sem erros sendo propagados, com o respeito dos prazos e do cuidado com os produtos, é fundamental que cada agente esteja conectado ao outro. Nesse sentido, os registros devem estar sincronizados, de modo a evitar erros de produtos não enviados, por exemplo, ou contagem errada de itens. Por esse motivo, é necessário discutir a importância de uma aplicação de gestão centralizada.  Esse sistema ficaria responsável por controlar os dados, os registros e a movimentação dos produtos, bem como estimar a demanda, etc. Aliás, como vimos, a supply chain depende fortemente de uma boa análise de demanda. De certa forma, todo o processo é desencadeado como uma resposta para uma identificação de um espaço vago no mercado, algo a ser preenchido. A partir da coleta de necessidades do cliente, torna-se viável iniciar a produção e a busca por matérias-primas. Isso, por sua vez, ajuda a definir também os prazos, de modo que se consiga controlar quando cada operação deve entregar o seu resultado. Da mesma forma, a cadeia de suprimentos também se encarrega do relacionamento saudável com o cliente. É preciso administrar muito bem essa relação para garantir o máximo de satisfação e fidelização dos consumidores em todos os pontos.  Gestão de Supply chain: como fazer? Agora que você já entendeu o que é supply chain e suas nuances, vamos compreender como fazer uma gestão inteligente. Um dos pontos é o uso da automação. A gestão da cadeia é beneficiada quando a empresa adota sistemas que realizam funções repetitivas e ajudam a agilizar os processos menores. Com a certeza de que haverá precisão, menos desgaste e menos cansaço nessas operações, é possível seguir adiante e continuar com o processo para garantir a produtividade. Outra questão é o uso de indicadores. Para assegurar o crescimento dos bons resultados, tenha uma boa visão com indicadores claros e consistentes. É sempre bom monitorar cada etapa de perto para assegurar qualidade e segurança Definir os indicadores ideais para cada fase é crucial para garantir o melhor dos cenários.  Benefícios do Supply Chain para as empresas Vamos falar um pouco mais sobre os benefícios da cadeia de suprimentos. Um deles é a diminuição dos prazos. Uma gestão inteligente de cada um dos processos agiliza o fluxo de movimentação dos produtos, eliminando imprevistos. Tudo fica claro para a gestão, que consegue se planejar melhor. Uma vez que cada agente terá visibilidade e será monitorado de acordo com os indicadores, é viável assegurar que eles entreguem o esperado. Tudo segue de acordo com o planejamento geral, que respeita possíveis eventualidades em cada etapa.  Por sua vez, essa redução no tempo para realizar tarefas também implica diminuição de custo de frete. Da mesma forma, isso gera maior produtividade. Outro benefício é a segurança do estoque e otimização dos produtos estocados. Os erros comuns na gestão são evitados, uma vez que a companhia consegue controlar melhor cada item, em cada seção do centro. É possível monitorar as mercadorias em cada ponto, em cada fase, desde o registro até a expedição do armazenamento. Dessa forma, a empresa verifica se os produtos estão sendo devidamente armazenados, de acordo com as condições de segurança e proteção. É viável garantir um cuidado específico para cada tipo de item.  Outras vantagens: pontualidade no fluxo, antecipação de tendências, maior qualidade nas entregas e melhor gestão da relação com o cliente. Áreas que precisam do supply chain São várias as áreas e os segmentos que