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Polímeros: Tudo que você precisa saber sobre esses Materiais.

A importância dos polímeros nas nossas vidas é evidente quando observamos suas aplicações em todos os setores da indústria e em áreas totalmente diversas, mas muito presentes no nosso cotidiano. Mas o que são os polímeros? Quais as suas aplicações e por que são tão utilizados assim? Nesta seção você vai saber como os polímeros são obtidos através da polimerização, sua fabricação e quais são os principais representantes de cada classe. Vai conhecer também a diversidade de polímeros existentes atualmente e suas principais propriedades químicas e físicas. O que são polímeros? A palavra polímero origina-se do grego poli (muitos) e mero (unidade de repetição ou partes). Dessa forma, um polímero é uma macromolécula composta por milhares de unidades de repetição. Essas unidades são os meros e fazem ligação covalente entre si. O monômero (uma molécula com uma unidade de repetição) é a matéria-prima para a produção de um polímero. Os polímeros são, na maioria das vezes, partes de um composto orgânico, com alta massa molar (mais de dez mil chegando até dez milhões). Os polímeros não foram inventados pelo homem, há muito tempo já existiam essas macromoléculas presentes na natureza e na vida da humanidade, como a lã, o couro, a madeira, entre outros exemplos. Contudo, com o avanço da ciência e tecnologia, tem-se os polímeros artificiais ou sintéticos. Com isso, tem-se uma primeira divisão desse material em dois grupos classificados quanto a sua ocorrência, sendo eles os polímeros naturais e os polímeros sintéticos. Polímeros Naturais Os polímeros naturais são aqueles encontrados na natureza (que derivam de animais e plantas) e também são chamados de biopolímeros. São grandes exemplos dessa classe: as proteínas, os polissacarídeos (amidos, celulose e glicogênio), a borracha (extraída da seringueira – látex), entre outros. São úteis na fabricação de diversos materiais como papel e pneus, além das proteínas e polissacarídeos estarem presentes nos alimentos que ingerimos e serem fundamentais para o corpo humano. Polímeros Sintéticos ou Artificiais Esses polímeros são produzidos em laboratório e surgiram da necessidade de imitar os polímeros naturais. São produzidos através da síntese: processo que surgiu na segunda metade do século XIX, após a descoberta da Química Orgânica, e por envolver reações químicas em laboratório, requer tecnologia sofisticada. São alguns exemplos: o polietileno (PEAD ou PEBD), que é o polímero de maior aplicação comercial, o polipropileno (PP), o poliestireno (PS), o policloreto de vinila (PVC), o teflon (PTFE), entre outros. Como os polímeros são produzidos? Os polímeros são produzidos por um processo químico conhecido por polimerização, sendo a reação que une quimicamente as moléculas de monômero, dando origem às macromoléculas. A polimerização pode ser realizada por: Ou seja, os polímeros são produzidos por um mesmo processo, porém cada um com suas especificidades.  Além disso, a principal matéria prima para a produção dos polímeros é o petróleo, porém, por ser uma fonte esgotável, também são usados o gás natural e outras fontes renováveis, como o etanol (álcool etílico). A cadeia Petroquímica e o Plástico Essa produção está representada esquematicamente na imagem abaixo: A cadeia petroquímica e o plástico. Disponível em: https://www.broliato.com/br/faq/9/como-funciona-a-cadeia-petroquimica Após a extração do petróleo, tem-se a etapa de refinamento na qual são divididos os subprodutos desse recurso natural como mostrado acima. Em seguida, inicia-se o processo na cadeia da atividade petroquímica, separado em gerações (ou estágios). A primeira geração fornece os produtos petroquímicos básicos, como o eteno, propeno, butadieno, entre outros, que são os monômeros usados na polimerização citados anteriormente, por meio do craqueamento, no qual as moléculas são quebradas por aquecimento a altas temperaturas, transformando frações de cadeias carbônicas maiores em frações com cadeias carbônicas menores. A segunda geração transforma os petroquímicos básicos nos petroquímicos finais, como polietileno (PE), polipropileno (PP), polivinil cloreto (PVC), poliésteres, óxido de etileno etc, os quais são os polímeros gerados pela polimerização. A terceira geração é onde os produtos finais são quimicamente modificados ou conformados em produtos de consumo, ou seja, como de fato encontramos os produtos à venda. Além disso, a indústria do plástico é o setor que movimenta a maior quantidade de produtos fabricados com materiais petroquímicos. Na figura abaixo é mostrado o esquema de quais insumos são gerados pelo petróleo e gás natural separadamente para a produção dos polímeros. Figura 2: Fluxograma esquemático de insumos petroquímicos: a) obtidos a partir do petróleo; b) obtidos a partir do gás natural. Fonte: Antunes (2007, p. 94) Principais formas de fabricação dos polímeros Cada material tem sua forma de ser fabricado, dependendo do tipo de polímero, formato, tamanho, complexidade, etc. Para que seja possível a transformação da resina polimérica nos produtos finais, é necessário realizar o seu processamento de acordo com suas necessidades. O processamento dos polímeros exige muito conhecimento da matéria prima e suas características, pois é necessário que o procedimento ocorra em altas temperaturas para que o polímero seja fundido. Além disso, a forma de processamento está diretamente relacionada com o que se é esperado obter no produto final. Os processos de fabricação mais utilizados na produção de transformados plásticos são a extrusão e a moldagem por injeção. Porém, também podem ser fabricados a partir da termoformagem, por compressão, sopro ou rotomoldagem. Para saber mais sobre o assunto, acesse nosso conteúdo sobre o processamento de polímeros. Quais são as classes e seus representantes? Os polímeros possuem diversas classes de acordo com alguma propriedade ou característica, como citado no início, uma delas é dividida entre naturais e sintéticos. Porém, também podem ser classificados conforme sua reação ao calor e por possuírem propriedades distintas devido às suas interações moleculares, os quais se dividem em termoplásticos, termofixos e elastômeros. Os termoplásticos amolecem quando são aquecidos, processo que pode ser reversível. Em geral são bastante macios e flexíveis, apresentando um comportamento quando submetidos a uma tensão de tração semelhante ao dos metais. São exemplos dessa classe: polietileno (PE), poliestireno (PS), PET e cloreto de polivinila (PVC). Os termofixos apresentam grande número de ligações cruzadas, o que faz com que eles não amoleçam quando aquecidos. São, em geral, mais duros, rígidos e resistentes quando comparados aos termoplásticos. Borrachas vulcanizadas, epóxis e resinas fenólicas compõem esse grupo. Os elastômeros, classe das

DEZ BENEFÍCIOS E UTILIDADES DA FITA DE ARQUEAR PET

Antes de mais nada vamos entender o que é a fita de arqueamento em PET. A fita de arqueamento em PET, também conhecida por fita de arquear Poliéster, é comumente usada na indústria no processo de arqueamento de pallets de madeira, muitas vezes substituindo o uso de opções mais caras e como risco para o trabalhador como a fita de aço. Geralmente fabricada com poliéster virgem, podendo também ser reciclado, o que acaba por ser mais viável e barato do que o uso da opção em aço, além de ser mais segura. Claro que, deve se verificar o peso da carga a qual a fita será exposta, e assim selecionar a espessura mais adequada a fim de garantir uma carga segura e evitar qualquer risco de um rompimento inesperado. Se tiver alguma dúvida a respeito da fita e medida mais adequada, conte conosco para fazer a escolha correta! Benefícios e Utilidades Alta resistência ao impacto e à tensão; Durabilidade; Perfeita para cargas de médio e grande porte; Fácil manuseio; Força de retenção similar à fita de aço; Custo de transporte e armazenagem menor do que a opção da fita em aço; Pela sua composição de poliéster, é hidrofóbica, ou seja, não absorve umidade; Livre de corrosão; Menores riscos de acidentes, ou seja, segurança na empresa; Pode ser aplicada em diversas indústrias, como a moveleira, alimentícia, cerâmica, metalúrgica, entre outras. Depois de todos esses motivos, fica difícil não aderir ao uso dessa fita massa, não acha? Na aplicação, usa-se o aplicador esticador, o selador e os selos específicos para a fita, além da opção do aparelho desbobinador. Aparelho desbobinador para fita PP/PET A fita vai sendo puxada, ou seja, desbobinada pelo aparelho à medida que vai sendo utilizada. Use o próprio aparelho esticador para cortar a fita. Basta puxar a alavanca para trás com o último eixo selecionado. Para retirar o aparelho, aperte a alavanca e os eixos soltam as fitas. Remova lateralmente. Seu arqueamento está feito e os produtos prontos. Simples demais, não é? Em caso de dúvida, entre em contato conosco. Agora que você descobriu um pouco mais sobre a fita de arquear PET, saiba que também existem as fitas de arquear em PP?  Quer saber mais sobre essas opções? Basta clicar nela e ir direto para a solução! Gostou de conhecer essa solução com a gente? Tem alguma dúvida? Fale conosco!  Em caso de interesse, entre em contato e solicite uma cotação! Vamos ficar felizes em te atender! Até o próximo post.