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SUSTENTABILIDADE NO MUNDO DO PLÁSTICO: COMO O BOPP E AS EMBALAGENS FLEXÍVEIS PODEM AJUDAR NO PROBLEMA?

Desde o surgimento do plástico, o que revolucionou a humanidade, ele nunca mais parou de ser produzido. Com a pandemia de Covid-19, a necessidade de embalagens flexíveis e filmes de plástico passou a ser ainda maior, afinal, este material é um grande aliado contra contaminações e para a proteção de alimentos, medicamentos, entre outros. Mas se o plástico é assim tão importante e tão útil, por que ele é taxado como o vilão do meio ambiente? Tratar o plástico desta maneira é um grave erro, pois exime quem pensa assim da responsabilidade sobre seu uso e seu descarte, propagando a manutenção desta prática tão nociva ao planeta. O BOPP, sigla em inglês para Polipropileno Biorientado, por exemplo, pode e deveria ser a solução perfeita para o delicado e fundamental equilíbrio entre a necessidade que a humanidade tem do plástico e da sustentabilidade, pois se trata de um material completamente reciclável, tanto nos filmes transparentes quanto nos metalizados, nos perolados ou brancos e nos foscos. As embalagens flexíveis e o BOPP estão presentes em nosso dia a dia de diversas formas, como nas embalagens de café, de biscoitos, de chocolates, de rótulos, de etiquetas, de fitas adesivas, de snacks, dentre muitos outros usos. Este material tem um ótimo custo-benefício para suas aplicações, com alto rendimento, alta resistência mecânica, transparência, flexibilidade, barreira de proteção contra agentes externos e facilidade de impressão. Plástico para Embalagem: a importância do BOPP e das embalagens flexíveis De acordo com a consultoria Maxiquim, o mercado de BOPP, anualmente, movimenta 170 mil toneladas, o que equivale a 2,4% do total de transformados plásticos produzidos no Brasil. Mas com tantas vantagens assim para o mercado e para o meio ambiente, o que acontece que faz com que o BOPP ainda seja tratado como um tipo de vilão e não como uma saída para o problema da sustentabilidade? Um dos fatores é a falta de informações sobre sua reciclabilidade, bem como uma maior dificuldade no recolhimento do material para a reciclagem, em função de ser um material muito mais leve que o PET, por exemplo. Também ainda não existe um comportamento de reciclagem dos resíduos de pós-consumo (PCR) do BOPP institucionalizado. E apesar da maior dificuldade na coleta dos descartes de BOPP, é comum que o aquilo que foi coletado fique armazenado nas cooperativas de reciclagem ou mesmo que seja descartado. Mas olhando séria e analiticamente para esta questão, no macro-cenário, fica claro que nenhum destes fatores é, de fato, um problema sem solução. As soluções existem, uma delas é a economia circular. O que é Economia Circular? De acordo com dados do relatório “Perspectivas Mundiais do Plástico”, produzido pela organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), menos de 10% do plástico produzido no mundo é reciclado. Isto é muito pouco! No ano de 2019, 22% dos plásticos descartados no país foram simplesmente abandonados em aterros ilegais, no meio ambiente ou queimados. Nenhuma destas três situações é sustentável e elas, sim, são os verdadeiros vilões do meio ambiente. O plástico é um produto útil, imprescindível e passivo. Não é o plástico que agride, polui e destroi o meio ambiente. São as atividades humanas que o fazem: consumo inconsequente, descarte irresponsável, falta de reciclagem e reuso. Analise a seguinte informação: das 460 milhões de toneladas de plástico produzidas no mundo em 2019, ainda de acordo com a OCDE, 353 milhões acabaram como lixo, pura e simplesmente. Somente 9% dos resíduos plásticos foram reciclados. Mas 19% foram incinerados e cerca de 50% acabaram em aterros controlados, o que também não é bom para o meio ambiente. Os aterros, apesar de serem uma saída melhor que o descarte a céu aberto ou na natureza, também não são a saída ideal, o ideal mesmo seria o que prega, literalmente, o conceito de aterro zero (ou lixo zero). O aterro zero é um movimento que visa impedir que produtos, embalagens e outros materiais sejam descartados em terra, água ou no ar, contaminando e causando muitos outros problemas. Isto porque é muito comum a existência de aterros ilegais no Brasil, que são muito prejudiciais ao meio ambiente. Já a incineração, por sua vez, também não é uma saída pois durante a queima de resíduos, principalmente a queima do plástico, são gerados gases tóxicos que causam poluição atmosférica, aumentam a emissão de GEE (gases do efeito estufa), resultando em sérios impactos ambientais. E os 22% restantes das 460 milhões de toneladas de plástico produzidas naquele ano foram abandonados em aterros ilegais, queimados ou abandonados no meio da natureza. Estes padrões comportamentais fazem parte de uma economia arcaica, destrutiva e que tem os dias contados. O futuro se baseia na logística reversa, na política de resíduos sólidos, na educação ambiental. E tudo isto faz parte da chamada economia circular. Circular pois, como a própria palavra já entrega, trata-se de uma economia cíclica, e não linear. Na economia circular, os resíduos voltam a ser matéria prima.  Além da redução dos impactos ambientais a economia circular promove geração de renda, de empregos, reduz custos de produção e gera mais lucros para as empresas. E é justamente neste cenário que o BOPP e as embalagens flexíveis entram: é o plástico sendo produzido, utilizado e retornando para a cadeia de produção, em vez de ser descartado de forma irresponsável. Produção importante para a cadeia sustentável No auge da pandemia, em 2021, com a crescente necessidade do mercado para o uso de plástico, a Aplastik Embalagens, entendendo a importância da sustentabilidade, buscou encontrar uma saída para o problema do plástico e lançou a linha “SUPER” de Filme Stretch que proporciona economia maior 50% no consumo de plástico. Estes produtos de STRETCH conferem a mesma barreira de proteção que plásticos de múltiplas camadas utilizados hoje no mercado, mas diferentemente deles possibilita a reciclagem total de embalagens de importantes setores da alimentação. Investir em pesquisa e sustentabilidade faz parte do negócio da Aplastik Embalagens, bem como a educação ambiental, a propagação dos ideais sustentáveis e a realização de ações práticas para engajar comunidade, colaboradores,

OTIMIZANDO PROCESSOS INDUSTRIAIS: AUMENTANDO A PRODUÇÃO INDUSTRIAL ATRAVÉS DO CONTROLE AVANÇADO DE PROCESSOS

Primeiro se automatiza, depois se otimiza, essa é uma premissa utilizada na área de automação industrial, uma vez que o investimento inicial se dá para a implantação da plataforma de controle operacional, visando a produção planejada da indústria. Otimização de processos é a colocação de instrumentos, equipamentos, limites operacionais e de capacidade em um ponto ótimo de operação, normalmente acima das regiões de conforto operacional, entregando aumento de produção com a mesma plataforma existente, no mesmo nível de segurança. A utilização de uma plataforma de otimização de processos, como foco no aumento da produção é o primeiro degrau de investimento dentro da área de O&M (Operação e Manutenção), para que se justifique dentro da área de automação industrial, chamamos de Controle Avançado de Processo. Os primeiros centros de operação de processos tinham o foco na operação e no controle de malhas, normalmente limitados aos controles PID convencionais, formando conjuntos de malhas, comandadas individualmente. Na evolução os centros de operação hoje além desta função de comando e controle dispõem de tecnologia de Controle Avançado, operando com multivariáveis correlacionadas, com algoritmos que aperfeiçoam os controle de processos, utilizando-se de tecnologias de IA (Inteligência Artificial), levando os processos a limites ótimos de operação. A Variabilidade de Processos é um dos maiores desafios nas operações de plantas, ele se dá por diversos motivos, que ocasionam a dificuldade de colocar o processo num ponto ótimo de operação, provocando perdas e elevação de custos produtivos. A utilização de malhas de controle com PID convencionais coloca o processo em limites que não deixam subir o nível de operação, dentre os motivos é que as malhas não são interligadas para análise do comportamento do processo em conjunto, com isso, ruídos, variabilidade e sintonia passam a ser dificultadores nestes tipos de malhas. Mas o que é Controle Avançado? Na prática podemos definir Controle Avançado como: Uma técnica preditiva, isto é, um sistema capaz de prever por antecipação a variabilidade do processo, através da utilização de modelos; Ser multivariável, o controle passa a ter leitura de duas ou mais variáveis para obter comportamento e promover uma saída de controle; Atuar no nível acima do regulatório, este é um modelo que atua de forma complementar ao Controle Avançado em um nível acima desta camada. Com estas definições, o Controle Avançado deve pelo menos atender dois destes itens. Há diversas tecnologias para Controle Avançado, vamos entender como elas atuam no processo, o APC – Advanced Process Control, que é o Controle Avançado de Processo é uma técnica que tem como foco a diminuição da Variabilidade do Processo, comentado anteriormente como um grande desafio na produção. O RTO – Real Time Optimization (Otimização em Tempo Real), ele atua juntamente com o APC, porém seu objetivo principal é elevar o ponto de operação, com isso se ganha diretamente na produção. Com o MPC – Model Predictive Control (Controle Preditivo com Modelo), tem-se o Controle, a Predição e a Otimização, onde através do conjunto Operação e Engenharia, consegue-se obter o máximo do ponto ótimo de operação, utilizando-se as técnicas comentadas. O funcionamento de um sistema de Controle Avançado, por exemplo, do tipo MPC, possui modelos matemático pré-definidos, conhecidos do processo e seu comportamento, para tomada de ações de controle. Os Controles Avançados atuam de forma inferencial, isto é utilizam-se modelos de conhecimento de processo de cada malha, interessante observar que em sua atuação ele elimina o que não está no modelo, integrando o processo. Com este modelo o processo é levado a limites antes não explorados, onde o operador não colocar mais o SP (Set Point) e sim os limites de operação, mudando a forma operacional. Os benefícios na utilização dos controles avançados podem destacar: Aumento da Produção / Rendimento Melhoria na Qualidade dos Produtos Redução dos Custos de Produção Aumento da Eficiência Energética Para implantar um sistema de Controle Avançado na planta, podemos ter uma visão geral de como deve ser seguido: Planejamento – foco em Rentabilidade, o que quero ganhar? Projeto – foco no que se tem, entender como são as malhas atuais; Implantação – infraestrutura de comunicação, analisar o que se tem e o que se deve ter para colocar em funcionamento; Comissionamento – pré-operação e treinamento, iniciar as operações com cada malha testando os modelos e treinando os operadores para este novo tipo de operação; Partida – liberação no modo Avançado e manutenção, colocar as malhas em operação em modo avançado e iniciar o ciclo de melhorias, que é constante e é a manutenção do sistema, pois não é estático. Como esta tecnologia é baseada em carga computacional, isto é, necessita de hardware robusto para processamento matemático, houve uma evolução na aplicação das mesmas, visto temos um grande crescimento na potência de processamento nos últimos anos. Os próprios DCS e PLC são uma tendência em ter os cartões de Controle Avançado já incorporados, visando já uma implantação direta no controlador. Com estas facilidades e benefícios há uma tendência de cada vez mais as Especificações Técnicas (ET) de automação ter a premissa da colocação de Controles Avançados já previstos em plantas. Concluímos que a utilização de Controle Avançado é benefício direto e imediato na produtividade industrial, representando a fronteira da diminuição do custo relacionado com o aumento da produção, utilizando-se a mesma estrutura física de malhas de planta com modelos convencionais.

Integradores de Sistemas de Automação Industrial e os desafios da Indústria 4.0

Todos sabemos que a tecnologia na sociedade moderna que vivemos, altera-se de tempos em tempos os modelos econômicos, deixando velhos conceitos e abrindo oportunidades para novos tempos, é sabido, no mínimo sentido, que estamos em uma grande transição no mundo. O tema aqui exposto é sobre as empresas e profissionais que prestam serviços de entrega de soluções em automação industrial, é claro e evidente que neste mercado, muita coisa mudou, desde estruturas de negócios, lucratividade, tecnologias e procedimentos de projetos. Para tanto o momento é de reflexão, pois a transição ocorre e, não sabemos como será o futuro, não temos pretensão de escrever sobre isso, é muito arriscado, todavia nos propomos a apresentar fatos, estudos e experiência nesta área, com o principal objetivo, de apoiar estas empresas e profissionais de serviços, que se deparam dia a dia com dificuldades, muitas vezes sem um entendimento mais claro, dando margens a explicações que levam normalmente a justificativa da crise que hora vivemos, todavia, esta mesma crise, apenas acelerou as mudanças nas relações de mercado, que nos propomos a expor aqui. Quando pensamos em mudança de mundo, mercado, produção e consumo, podemos pensar que a escassez aumenta em função do aumento da população, que quer consumir cada vez mais, o custo aumenta, pois, a oferta e demanda ainda é nosso modelo econômico vigente, agora o componente conhecimento, individual e em grupo, passa a ser mais um elemento de análise, pois as pessoas tem mais acesso a informações, conhecimento e transforma o mercado que atuam. Em nosso mercado de uma forma geral, em função das mudanças, podemos pontuar o passado e o futuro, de forma a criar uma delimitação para nosso tema: Antes O valor da venda do que se produzia remunerava toda a cadeia produtiva, mesmo com baixa eficiência na produção A competição praticamente não existia, pois, as barreiras de entrada eram muito grandes e havia baixa tecnologia As referências de consumo eram locais Atualmente Sem escala, não se consegue remunerar toda a cadeia que é muito maior e o custo altera a eficiência diretamente As barreiras de entrada diminuíram, aumentando muito a competição entre empresa devido a tecnologia O mercado é global – mesmo que o consumo seja local pensamos na globalização Em relação a área de Automação Industrial, que vamos tratar aqui somente por automação, uma vez que nosso foco é falar da indústria, podemos pontuar os seguintes fatos que estão ocorrendo: As empresas de integração de automação cada vez têm menos lucratividade, assumindo mais riscos O conhecimento tecnológico cada vez é mais democrático, fácil e barato A sensação de falta de entrega de valor na automação é cada vez maior no cliente final Mas o que aconteceu com a automação? Essa é a grande pergunta. Não queremos esgotar o assunto e nem definir uma regra, apenas mostrar uma visão geral. Tanto a sociedade, a economia e a política, vivem Ciclos de Vida, em nosso caso vamos pontuar a 3ª Revolução Industrial, ocorrida próximo de 1969, que foi a incorporação da eletrônica no meio produtivo, alterando totalmente a produção industrial, neste momento houve o rompimento do velho modelo de produção, dando lugar há uma nova tecnologia. Quando ocorre uma grade mudança, ou uma revolução desta envergadura, cria-se um novo modelo de mercado, onde no seu início, a chamada Barreira de Entrada, isto é, a dificuldade que se impõe a novos entrantes no mercado é muito grande, haja vista, poucas empresas conhecerem este novo mundo que se descortina, todavia, inicia-se uma “corrida” para poder participar deste novo mercado. Como o tempo, a tecnologia não para e o conhecimento vai se disseminando, se pensarmos nesta 3ª revolução, temos algo como 40 anos ocorridos, nesta linha do tempo, a barreira diminui, aumentando a participação de novas empresas no mercado, aumento de concorrência, chegando a um ponto de muita facilidade de participar deste negócio. O problema é que quando a barreira de entrada é muito pequena e a concorrência cresce muito, o Valor de entrega individual das empresas, cai na mesma proporção, interferindo diretamente no lucro das mesmas, chegando a um ponto, que tende a ser insustentável o próprio negócio, no modelo atual. E é isso que está ocorrendo, haja vista, que estamos em mais um final de ciclo econômico, abrindo um novo formado, para nós da automação isso estamos chamando de Indústria 4.0, que podemos apontar seu início em 2011, ainda em transição, todavia já incomodando empresas e profissionais que atuam nesta área. Para quem usa ou compra automação, há uma visão ou até mesmo uma busca, onde podemos mostrar as principais abaixo: Automação é cara e é um commodities Buscam segurança na operação e alta disponibilidade A operação não deve pensar em tecnologia A tecnologia deve ser alinhada ao negócio (estratégica), agregar valor Projetos internos com falta de mão de obra, prazo e orçamento apertado Espera uma automação modular, replicante, amigável e fácil de customizar Que a automação conecte gestão industrial Que a automação tenha manutenção de ativos e diagnósticos fácil A automação vem mudando e dando nova forma enxergar soluções: De hardware e software para sistemas integrados De algoritmos para aplicações De malhas e lógica para integração da informação De centrado na tecnologia para centrado no negócio De melhores tecnologias para melhores parceiros Há em automação um conflito “trade off”, que gera dificuldades para equilibrar a viabilidade de negócios e tecnologia: Na engenharia, cada cliente quer um projeto especial e os custos de profissionais são muitos altos Na tecnologia, busca-se padrões e modelos (pré-formatados) e produtos de baixo custo Vamos entender um pouco da história da automação, na visão de integração, onde no início: A automação (conhecimento) “pertencia” ao profissional A solução era regionalizada A entrega era um fragmento (ou parte) Hoje temos uma outra realidade: A automação (necessidade) é de cada pelo cliente A solução é global A entrega é do pacote (solução) Também, em função da aplicação comum da automação, gerou-se alguns mitos: A Automação desemprega – Não, automação mantém a empresa empregando A Automação é cara – Não,

O que é Automação Industrial?

Neste artigo, vamos nos empenhar para resumir uma dos questionamentos mais recorrentes que temos aqui no site. Vou tentar oferecer aos nossos leitores, principalmente aos mais leigos, uma visão resumida sobre a dúvida: O que é automação industrial? Afinal, o que é automação industrial? Para entender o que é automação industrial, vamos primeiramente voltar aos anos 50. Foi nessa época, também conhecida como anos dourados, que o termo automação começou a se popularizar. Assim, descrevia-se a movimentação automática de materiais. Vale a pena destacar que desde a segunda metade do século XVIII o homem já estava tentando avançar no campo da automação quando o sistema de produção agrário e artesanal da Inglaterra transformava-se em industrial. De volta ao século XXI, se você refletir por um instante, poderá notar o quanto a automação faz parte do nosso dia-a-dia: começando ainda pelo momento em que acordamos com o nosso despertador (rádio-relógio, smartphone, TV, etc.), já programado para ser ativado em um horário pré-determinado. Não raro, esses sistemas estão interligados a diversos outros processos e redes de automação maiores, projetados e mantidos por técnicos em automação industrial e engenheiros. Para ficar mais claro, pense no funcionamento de um metrô. Trazendo para a nossa realidade, o sistema de metrô – a grosso modo – é um conjunto de vagões que devem parar em locais pré-determinados ao longo de um circuito fechado. Entretanto, os próprios vagões possuem seus sistemas de automação. Alguns exemplos são: Fechar as portas Aumentar gradativamente a velocidade a medida que se afastar da estação Anunciar o nome da próxima estação através do sistema de áudio Diminuir gradativamente a velocidade ao se aproximar da próxima estação Parar na estação Aguardar um determinado intervalo de tempo Repetir ciclo E indo um pouco mais afundo, também vamos perceber que os aparelhos de ar-condicionado presentes dentro de cada vagão do metrô possuem suas próprias rotinas automatizadas. Como, por exemplo, ligar caso a temperatura esteja acima de 25° C. A história da Automação Industrial Desde a pré-história, o homem já tentava mecanizar suas atividades. Não é por acaso que a roda, moinhos movidos por vento ou força animal e rodas d’água foram inventados. Essas invenções demonstram as primeiras tentativas do homem de poupar esforço para realizar seu trabalho. A automação industrial começou a ganhar destaque na sociedade por volta da segunda metade do século XVIII, na Inglaterra. Foi nessa época que os sistemas de produção artesanal e agrário começaram a se transformar em industrial e foram desenvolvidos os primeiros dispositivos simples e semiautomáticos. Entretanto, somente no início do século XX que os sistemas se tornaram inteiramente automáticos. A necessidade de aumento na produção e produtividade fez com que houvesse diversas séries de inovações tecnológicas neste sentido: Máquinas com capacidade de produzir com maior rapidez e precisão, comparado com o trabalho feito à mão A utilização do vapor como fonte de energia, em substituição à energia muscular (manual) e hidráulica Foi aproximadamente no ano de 1788 que James Watt criou o que pode ser considerado um dos primeiros sistemas de controle com realimentação. Tratava-se de um dispositivo de regulava o fluxo de vapor em máquinas. Por volta de 1870, a energia elétrica começou a ser introduzida. Inicialmente, estimulou indústrias como a do aço, química e de máquinas-ferramenta. A diferença entre automação e mecanização Um ponto que vale destacar é a diferença entre a automação e a mecanização. Mesmo que em um primeiro instante estas duas palavras possam dar a impressão de ter um significado semelhante, seus conceitos são completamente diferentes. A automação industrial permite realizarmos algum trabalho através de máquinas controladas automaticamente. Já a mecanização simplesmente se limita ao emprego de máquinas para executar alguma tarefa, substituindo o esforço físico. Também já publicamos aqui um artigo explicando a diferença entre automação e instrumentação. A utilização de computadores na Automação Industrial No século XX, os computadores, servomecanismos e controladores programáveis passaram a fazer parte da tecnologia da automação. Hoje, os computadores podem ser considerados a principal base da automação industrial contemporânea. A partir desde momento, podemos começar a considerar que o desenvolvimento da tecnologia da automação industrial está diretamente ligada com a evolução dos computadores de um modo geral. Além disso, as redes industriais surgiram quando houve a necessidade de comunicação entre equipamentos e sistemas distintos. Já em 1948, John T. Parsons criou um método que consistia no uso de cartões perfurados com informações que serviam para controlar movimentos de uma máquina-ferramenta. Este método foi apresentado para a Força Aérea, que investiu em outros projetos do Laboratório de Servomecanismos do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). Após alguns anos, isto acabou culminando em um protótipo de fresadora com três eixos com servomecanismos de posição. A partir deste momento, várias empresas privadas que fabricavam máquinas-ferramentas começaram a desenvolver projetos particulares. Foi assim que surgiu o comando numérico. O MIT também desenvolveu a linguagem de programação APT (do inglês, Automatically Programmed Tools, ou “Ferramentas Programadas Automaticamente”) para ajudar na entrada de comandos de trajetórias de ferramentas na máquina. O primeiro robô industrial E finalmente em 1954 surgiram os primeiros robôs (do tcheco robota, que significa “escravo”) pelas mãos do americano George Devol, que alguns anos depois fundaria a fábrica de robôs Unimation. Inicialmente, eles substituíram a mão-de-obra no transporte de materiais perigosos, mas poucos anos depois, a GM instalou robôs em sua linha de produção para a soldagem de carrocerias. Os processos de automação industrial continuaram a evoluir até chegar nos dias atuais, onde temos diferentes níveis de controle de automação industrial, explicados através da pirâmide da automação industrial. Para você, o que é automação industrial? Encerramos aqui nosso artigo com uma breve introdução sobre o que é automação industrial. Vimos um pouco sobre o desenvolvimento da automação industrial ao longo da história e como a evolução dos computadores nas últimas décadas está diretamente relacionada com o aperfeiçoamento dos sistemas de automação industrial existentes hoje.

COMO APRIMORAR A GESTÃO DE ENERGIA NA MANUFATURA COM A ISO 50001

Os números registrados nos últimos anos sobre o consumo energético no setor industrial não são nada animadores. É o que revela uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicando que o segmento industrial é responsável por cerca de 41% do gasto de energia do país – representado por 573 mil unidades industriais. Outra análise, realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO), demonstrou que a manufatura é considerada o setor com o maior potencial para a geração de riqueza na economia, mas é também o que mais desperdiça energia a nível nacional. Esses dados comprovam que a indústria brasileira possui uma grande parcela de culpa em relação ao uso desproporcional de eletricidade que, além de causar sérios impactos ao meio ambiente, também atinge o orçamento de empresas e de toda a nação. O que mais desperdiça energia na indústria? Afinal, você sabe quais são os fatores que mais contribuem para o desperdício de energia na sua indústria? Ainda de acordo com a CNI, equipamentos como motores elétricos, refrigeração, ar comprimido e iluminação podem ser responsáveis por mais de 50% de todo o desperdício energético da companhia. Confira abaixo outras fontes prejudiciais para o consumo de energia na indústria: Transformadores; Fornos elétricos e estufas; Sistemas de ar condicionado e ventilação; Sistema de ar comprimido; Sistema de refrigeração; Sistema de bombeamento de água; Elevadores e escadas rolantes. Com a finalidade de melhorar a eficiência de equipamentos e, ao mesmo tempo, preservar recursos naturais e reduzir custos financeiros, foi criada uma norma para aprimorar a gestão energética nas organizações. Descubra no próximo tópico como essa regulamentação pode beneficiar a sua fábrica. O que é a ISO 50001? Passou a vigorar, no dia 15 de junho de 2011, a norma que estabelece requisitos mínimos para o estabelecimento, implantação e manutenção de um Sistema de Gestão de Energia (SGE). A ISO 50001 é uma diretriz reconhecida internacionalmente e desenvolvida pela International Organization for Standardization (ISO). No Brasil, ela é intitulada como ABNT NBR ISO 50001 e está sob responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma é recomendada para todas as categorias e portes de empresa, independente do seu setor de atuação. No entanto, ela é mais aplicada em companhias que possuem um consumo energético alto, como é o caso da indústria. Ela foi baseada em princípios comuns a outras normas ISO, como a 9001 (Sistema de Gestão de Qualidade) e a 14001 (Sistema de Gestão Ambiental). 3 passos para obter a certificação Para receber o selo ISO 50001, a empresa deve passar por três etapas importantes: 1 – Primeiramente, a empresa precisa ter em mãos o arquivo que compila todas as normas a serem empregadas dentro da organização. Ele pode ser adquirido através do site oficial da ABNT. 2 – É necessário analisar quais os setores, ou mesmo se toda a empresa, são passíveis de receber o selo. A partir da definição, adequam-se os processos aos requisitos presentes na ISO. 3 – O último passo é contratar um órgão certificador independente (sem qualquer vínculo com a empresa) para constatar se a companhia realmente está em conformidade com os princípios estabelecidos na norma. Quais são as vantagens? Após certificada, a empresa deve traçar estratégias para melhorar continuamente o seu Sistema de Gestão de Energia, com o objetivo de se manter com o selo e aperfeiçoar continuamente suas práticas de eficiência energética. A equipe da empresa TECNICON, que desenvolve soluções em sistemas gerenciais, listou uma série de benefícios que a sua organização pode ter com a implementação da norma: Atitudes preventivas no gerenciamento de riscos; Redução na emissão de gases poluentes; Melhora na utilização de equipamentos e instalações elétricas; Crescimento da produtividade – sem afetar a segurança; Redução do consumo energético; Monitoramento constante do uso de energia; Adoção de novas tecnologias de eficiência energética; Conscientização dos colaboradores; Aumenta o desempenho global da companhia; Maior transparência na gestão dos recursos; Integração com outros sistemas de gestão; Reduz despesas com eletricidade; Demonstra mais credibilidade aos clientes e parceiros; E muito mais. Como melhorar a eficiência energética do setor? Agora que você já conhece a norma para aperfeiçoar a gestão energética, bem como os benefícios obtidos através dela, ficou bem mais fácil implementar medidas para a redução de energia na sua companhia. O segmento industrial é o que mais necessita de recursos energéticos para os processos produtivos e, portanto, deve adotar práticas voltadas à otimização em diversos departamentos. Veja agora algumas estratégias para a redução de desperdícios na manufatura: Iluminação – Muitos não acreditam, mas o gasto com iluminação é muito alto em grandes empresas. O uso de lâmpadas corretas pode amenizar esse problema, deixando o ambiente mais iluminado e seguro para os colaboradores. Recomenda-se O maior aproveitamento da luz natural, apagar as luzes em dependências vazias, utilização de circuitos independentes, instalação de sensores de presença, sistema de gerenciamento do consumo de energia por controle digital, dar preferência a luminárias fluorescentes ou LED (com o Selo Procel), pintar as paredes com cores claras (para refletir melhor a claridade). Instalações elétricas – As instalações elétricas industriais devem passar por manutenções contínuas, tendo em vista a grande carga de energia depositada nelas diariamente. Recomenda-se a manutenção de todos os elementos que compõem a instalação elétrica (transformadores, postes de recepção, fusíveis, disjuntores, tomadas, interruptores), verificar a potência da instalação, substituir transformadores e fiações antigas. Máquinas e equipamentos – O chão de fábrica de qualquer empresa de manufatura é composto por diversas máquinas de alta tensão que ficam ligadas 24h por dia e aumentam drasticamente o gasto de energia. Sugere-se o desligamento em períodos ociosos, realizar inspeções periódicas, trocá-los por modelos atualizados com melhor eficiência energética, substituir regularmente as peças, analisar a lubrificação, monitorar vibração e temperatura. Sistemas de ar comprimido – Os compressores de ar são equipamentos muito utilizados no setor industrial e têm por objetivo captar o ar presente no ambiente, armazenando-o sob alta pressão e transformando-o em ar comprimido. Eles servem para analisar os níveis terminais de pressão, vazão e

OS EFEITOS DA INDÚSTRIA 4.0

O que é Indústria 4.0 A indústria 4.0 é a transformação que vem revolucionando a forma com que as empresas trabalham e distribuem seus produtos. Também chamada de 4ª revolução industrial, ela engloba um amplo sistema de tecnologias avançadas como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem que estão mudando as formas de produção e os modelos de negócios no Brasil e no mundo.   Benefícios da Indústria 4.0 Os benefícios alcançados com a implantação da indústria 4.0 são muitos. O uso das tecnologias digitais na indústria permitiram aumentar em 22%, em média, a capacidade produtiva de micro, pequenas e médias empresas dos segmentos de alimentos e bebidas, metalmecânica, moveleiro, vestuário e calçados. Muitos ainda acreditam que falar de indústria 4.0 é falar de ferramentas complexas, extremamente caras, e que somente grandes empresas com atuação internacional têm acesso ao novo modo de produção.   Como adaptar a Indústria 4.0 ao seu negócio São os pequenos processos que têm impacto significativo na produtividade, pois aumenta a eficiência do uso de recursos e no desenvolvimento de produtos em larga escala, além de propiciar a integração do Brasil em cadeias globais de valor. Além disso, implicará em transformações na gestão empresarial, principalmente em dois aspectos. O primeiro está relacionado à estratégia para implementar tecnologias, como a cooperação entre as áreas de tecnologia de informação (TI) e as de produção.   Como escolher a melhor máquina no seu negócio Aqui na APLASTIK EMBALAGENS temos uma equipe especializada, pronta para te ajudar a achar a máquina ideal para seu negócio, seja ele de pequeno, médio e grande porte. Faça um orçamento conosco, sem compromisso e entre também na era da indústria 4.   Fale com um de nossos especialistas.

Desperdício de Mercadoria = Novos Produtos

Prejudica o Meio Ambiente Junho é o mês do Meio Ambiente, por isso mais do que nunca o desperdício de alimentos gera todos os impactos ambientais da produção de alimentos (uso intensivo e poluição da terra e dos recursos hídricos, exacerbação da perda de biodiversidade, emissões de gases de efeito estufa) sem nenhum dos benefícios de alimentar as pessoas. Sabemos que atualmente desperdiçar é perder dinheiro e prejudicar o meio ambiente. Contamos com diversos tipos de embalagens industriais que garantem o bom manejo e durabilidade em qualquer produto que seja, mas, mesmo assim, podem ocorrer erros. O desperdício que iria ser jogado fora, pode se tornar um novo produto! Esses resíduos, dependendo do jeito da sua produção, podem ser perdidos. Pesquisadores descobriram uma forma de não jogar fora produtos descartados pela indústria de suco, por exemplo, e invés disso eles reaproveitam e criam cosméticos naturais. O maracujá é um excelente exemplo de propriedades antioxidantes perfeitos para cosméticos. Já parou para pensar que seu desperdício pode se tornar um novo produto para seus clientes? Fale com o nosso time temos a solução ideal para demanda! Até o próximo post.

Empregabilidade e mercado da indústria de bebidas no Brasil

Entenda as principais características de uma das maiores áreas da indústria nacional. Esse tipo de indústria engloba mais de 3 mil empresas que fabricam diversos produtos, incluindo água, sucos, cervejas e refrigerantes.  Então, no artigo de hoje você irá conhecer mais sobre o setor e quais são os tipos de máquinas mais adequadas para atender as necessidades desta indústria.  Conforme o Perfil Setorial da Indústria, plataforma da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor de bebidas faz parte da chamada indústria de transformação.  No que lhe concerne, essa contribui com 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria brasileira.  Segundo o mesmo Perfil Setorial, mais de 120 mil pessoas trabalham no setor de bebidas em nosso país.  Um dado surpreendente e merece destaque é que devido ao tamanho do mercado consumidor, 99% das bebidas produzidas em solo nacional são voltadas para o consumo interno. Ampla variedade de bebidas comercializadas: A quantidade de produtos vendidos varia muito conforme a empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte.  A Kikkoman, por exemplo, concentra-se na fabricação de saquê (tradicional bebida alcoólica japonesa) e outros produtos fora da indústria de bebidas (como arroz e molhos).  Inovações sustentáveis e tecnologias na indústria de bebidas: Assim como acontece com outras indústrias, as empresas de bebidas também precisam se reinventar, sempre apresentando novidades e demonstrando estar cada vez mais próximas de seu público consumidor.  Um assunto que vem ganhando cada vez mais relevância todos os anos é a sustentabilidade,  um exemplo de preocupação com o meio ambiente é o da Coca-Cola.  Em setembro de 2021, a filial brasileira de uma das maiores corporações norte-americanas do mundo anunciou uma mudança importante: a água mineral Crystal tornou-se a primeira garrafa de água composta apenas por material PET-reciclável, dispensando por completo o uso de matéria-prima virgem. O objetivo é reduzir o nível de emissões de CO2 e o descarte incorreto de embalagens.  A iniciativa faz parte de uma estratégia maior: até o ano de 2030, todas as embalagens da água Crystal serão corretamente destinadas, fazendo com que a operação não gere nenhum resíduo. Outro caso que pode ser considerado aqui é o da startup Zé Delivery, criada dentro da Ambev em 2016 pelo Fundo de Bebidas da ZX Ventures, hub de inovação e aceleração responsável por desenvolver soluções para consumidores. Trata-se de um aplicativo que, no começo, consistia na entrega de bebidas alcoólicas na casa do cliente, sempre pelo menor preço e com a garantia de estarem geladas. Atualmente, o Zé Delivery ampliou a gama de produtos ofertados para além das cervejas, tornando-se uma espécie de mercado virtual. Agora, estão disponíveis para compra itens como refrigerantes, sucos, gelo, carnes para churrasco, carvão, salgadinhos, chocolates e outros. Qual a máquina mais adequada para o setor de bebidas? Como você acompanhou, a indústria de bebidas é importante para abastecer o mercado nacional. Mas também é extremamente necessário que haja o equipamento e insumos adequados para que a produção, armazenamento e logística aconteçam da melhor forma. Pensando nisso, conheça quais são os insumos industriais ideais que a APLASTIK oferece para sua produção ter a eficiência que seu negócio precisa.  Insumos Industriais: As embalagens industriais da APLASTIK possuem a tecnologia mais avançada para aumentar a qualidade e rapidez dos seus processos. Aqui você pode encontrar: Disponibilizamos diversos modelos e medidas de embalagens industriais, para todos os tipos de necessidade. Em nosso site temos disponíveis que você precisa para fazer seu negócio crescer, independentemente do tamanho da sua empresa!   Fale com nossa equipe!

Personalização de embalagens: 6 razões para costumiza-lás

A personalização de embalagens é muito importante. Impactar as pessoas com o nome da sua empresa ajuda os clientes a facilmente reconhecê-la.  É por isso que marcas grandes e pequenas customizam suas caixas com o logotipo como sua solução de embalagem. Ele não só causa uma impressão memorável nos clientes, mas também permite que eles conheçam mais sobre sua marca.  Embalagens customizadas aumentam o valor estético da empresa e também abrem o caminho para atrair novos clientes. A logo e o marketing são importantes para pequenas marcas fazerem seus nomes no mercado.  Mas isso não significa que marcas grandes e famosas possam ignorar isso.  Caixas personalizadas com o logotipo são um meio fácil de promover sua marca.  Quanto mais pessoas virem sua embalagem, mais pessoas ficarão familiarizadas com ela.  Anunciar através de outros canais é muito caro, mas a propaganda com embalagens personalizadas é um modo barato de criar sua identidade. Considerando tudo isso, resolvemos elencar 6 motivos para você customizar as suas embalagens. Boa leitura! O que é a personalização de embalagens? Em primeiro lugar, vale falar do que se trata a personalização de embalagens. Ela nada mais é do que quando se deixa a embalagem com uma identidade única, de forma que você entenda que aquela embalagem foi customizada, em vez de ser igual a todas as outras. A personalização vai de acordo com as preferências de cada um. Sendo assim, as embalagens podem variar nas cores, padrões e ilustrações na personalização, por exemplo. Por que fazer a personalização de embalagens? Entendendo agora o que é a personalização de embalagens, podemos falar sobre suas vantagens. Te daremos 6 razões para você investir nisso! Embalagens customizadas com sua marca definem sua empresa A personalização de embalagens é o meio mais fácil de dizer aos clientes quem está por trás do produto de qualidade.  Um logotipo define quem você é como marca, qual é sua história e o que você serve.   Sua empresa pode dar uma resposta para todas essas questões colocando um logotipo nas suas embalagens customizadas.  É por isso que o logotipo é tão importante para sua embalagem. Para iniciantes ou recém-chegados, a marca não é apenas colocar o logotipo. Mas é mais do que isso.  Além do slogan da marca, cores e fontes também representam sua marca. O logotipo ajuda a aumentar o reconhecimento Como as pessoas podem reconhecer instantaneamente uma marca por trás do produto? A resposta é simples: o logotipo.  Escolha um logotipo simples para suas embalagens de atacado.   Será fácil para os clientes lembrar e reconhecer sua marca nas prateleiras.  É o rosto de sua marca então ela deve ser parte do design de sua embalagem. As pessoas preferem comprar de uma marca familiar.  Se você tem um design e logotipo consistentes, as pessoas se tornam conhecidas por sua marca.  Isso resultará em compras repetidas e altas vendas. Afeta positivamente sua marca A embalagem customizada pode ter influência positiva ou negativa na imagem de sua marca.  Se você incluir seu logotipo no design da embalagem, dá a impressão de que você é uma marca de renome e os clientes irão confiar mais na sua marca. Imagine se você receber um pacote sem nenhum nome da empresa ou identidade inesperadamente. É possível que você considere a marca como de baixa qualidade e que não tem nenhum valor estético.  Sendo assim, isso criará uma imagem negativa da sua marca e você poderá perder a lealdade do consumidor. Da mesma forma, no sentido inverso, isso afeta positivamente a sua marca. Desempenha um papel primordial no marketing e promoção As embalagens customizadas têm um papel essencial no marketing por causa de sua identidade nelas.  Como você promoveria seu nome se sua embalagem não estiver correta?  Usar o logotipo nas embalagens é uma estratégia inteligente que funciona bem para atingir os objetivos de sua marca.  Constrói seu relacionamento com os clientes Conectar-se com seus clientes em um nível emocional beneficiará você no longo prazo.  Quando você apresenta seu produto você não tem a chance de encontrar seus clientes pessoalmente. Nesse cenário, sua embalagem atua como um vendedor silencioso e se comunica com os clientes. Isso porque as embalagens de marca constroem uma relação de confiança com os clientes.   Elas mostrarão a seus clientes que você valoriza a experiência deles e deseja entregar o melhor.  Você precisará da lealdade de seu cliente para repetir negócios e para mais vendas.   Ajuda adquirir novos clientes Por último, as personalizações de embalagens com o logotipo ajudam a atrair mais consumidores quando comparadas com embalagens comuns sem o logotipo.   O produto certamente atrai a atenção do cliente, mas se não existir um logotipo não valerá de nada.  Atualmente, as pessoas normalmente preferem itens de marcas a produtos locais sem marcas. Um logotipo definitivamente ajudará você a aumentar o seu círculo de clientes.  Ajuda você a manter antigos clientes e atrair um novo.  Estabeleça-se com uma marca forte e com embalagens reconhecidas. Afinal, como personalizar as embalagens da sua empresa? Agora que você já está convencido de que a personalização de embalagens é uma boa ideia para seu negócio, você pode estar se perguntando: como realizá-lo? Você pode realizar isso de maneira manual, escolhendo o material que irá usar para embalar, além de quais serão as ilustrações e detalhes que você vai querer.  No entanto, se você achar isso complicado, você pode também investir em empresas especializadas nisso. Saiba como a APLASTIK pode te ajudar A APLASTIK oferece soluções de personalização para as fitas adesivas de suas embalagens. As fitas podem ser manuais ou automáticas. Com elas, você pode aproveitar uma série de benefícios para o seu negócio. Aumento de produtividade Com a máquina de selar industrial, juntamente com as fitas automáticas personalizadas, você pode ter um processo até 5 vezes mais rápido do que de forma manual, e, o melhor, sem desperdícios de insumo. Redução de custo Com a automação do processo, a empresa gasta menos com mão de obra na etapa de embalagem. Desse modo, os custos caem. Retorno de investimento A

Como organizar um depósito: 7 dicas que vale a pena conferir

Organizar um estoque é uma tarefa complexa e necessária, que gera muitos benefícios na cadeia logística. Não importa qual é o seu segmento: quanto mais organização, melhores são os resultados. Cada produto que entra deve ser registrado, de modo que saia corretamente no prazo estimado. Deve ser fácil encontrar cada um e garantir que estejam em condições ideais de temperatura e segurança. Mais regras surgem a depender do tipo de produto estocado. Assim, é importante entender as melhores práticas quando falamos em como organizar um depósito. É necessário também buscar visibilidade e apoio da tecnologia para controlar melhor os itens, mesmo em uma escala crescente. Com isso, você consegue agilizar as operações e evitar dores de cabeça no gerenciamento das mercadorias que entram e saem.  A importância de saber como organizar um depósito Organizar um depósito é crucial para a saúde das operações logísticas. Ao controlar isso, a empresa garante uma série de pontos positivos. Um deles é o controle para evitar perdas de produtos. Ao gerenciar melhor o estoque e o layout do depósito, é possível evitar desaparecimento de itens que entraram e problemas que tornam essas mercadorias inacessíveis. Desse modo, é viável obter maior agilidade no fluxo logístico. Afinal, na cadeia de suprimentos, velocidade é importante: um dos deveres é cumprir os prazos sem nenhum problema para não causar dificuldades para o processo seguinte.  Cada agente deve fazer sua parte para gerar resultados ótimos para o consumidor final. Pense em um estoque de peças automotivas ou de materiais de construção, por exemplo. É preciso seguir regras para não criar entraves na rotina de produção. Então, a organização do depósito se torna essencial. Outro ponto positivo é a localização de itens. Para achar os produtos de forma mais fácil, é preciso ter uma boa lógica de organização e de registro. Isso facilita inclusive o trabalho dos colaboradores, que não precisam se esforçar demais para cumprir suas funções. Também vale mencionar que um centro de distribuição ou armazém que se organiza bem consegue otimizar sua reputação no mercado. Dessa maneira, é fácil conseguir parcerias e relações de negócio com transportadoras, e-commerces e outras empresas. Como organizar um depósito: 6 dicas fundamentais Para te ajudar a entender como organizar um depósito, vamos finalmente mencionar algumas dicas de ouro. Acompanhe. Defina as categorias dos produtos do depósito Categorizar os produtos é uma forma de dividir bem o controle e garantir a atenção devida a cada classe de itens, de forma padronizada. Cada categoria com mercadorias similares pode ser armazenada em uma seção, de acordo com as necessidades e os cuidados para cada produto. Essas categorias podem ser definidas a depender das características: tipos, tamanhos, sensibilidade com relação a danos, etc. Você pode também trabalhar com outras lógicas, a depender do que funciona melhor. A categorização é crucial para ajudar na localização dos itens, bem como no controle exato deles em softwares auxiliares. Cadastre todos os produtos que entram Sobretudo, é crucial cadastrar todos os itens assim que entram no depósito. Nesse sentido, vale contar com o apoio de alguma ferramenta que registra os produtos e confere a eles algum número identificador ou código.  É importante registrar as informações relevantes, como quem enviou o produto, para onde ele está destinado, qual é o prazo de expedição, as características e condições ideais de armazenamento, etc. Cada produto naturalmente requer um conjunto de características diferentes. Alimentos, por exemplo, precisam de data de validade; peças precisam do tamanho; etc. Esse cadastro bem feito ajuda nas tarefas de localizar, manusear e controlar exatamente a separação e a expedição. Defina as responsabilidades  O trabalho logístico é um trabalho coordenado, de várias etapas e funções. Então, é preciso definir muito bem as responsabilidades entre a equipe. Separar os trabalhos de cada colaborador ajuda a organizar melhor essas tarefas e garantir que elas sejam devidamente cumpridas. Assim, é viável evitar que um funcionário fique sobrecarregado e negligencie suas funções.  Pense estrategicamente na estrutura do local  Quando falamos em como organizar um depósito, o layout é de extrema importância. A forma como a estrutura está definida e organizada gera um impacto enorme na agilidade, na eficiência e no controle dos itens.  Aqui, você pode optar pela lógica que for mais conveniente. Em alguns estoques, as empresas dividem as seções de acordo com os prazos de expedição; em outros, eles dividem por tipos de produtos.  O mais importante é seguir um padrão e organizar o layout pensando, inclusive, na movimentação dos itens a partir do momento em que entram no depósito.  O ideal é otimizar ao máximo a movimentação e garantir que não haja congestionamento. Ou seja, pense bem nas rotas.  Além do layout em si, a empresa deve pensar também na estrutura e nos elementos estruturais que ajudam a atender a demandas específicas. Prateleiras, vãos, porta pallets e outros itens que variam a depender do tipo de estoque.  Equipamentos serão necessários? Não esqueça deles É sempre bom lembrar dos equipamentos que ajudam no controle e no planejamento de estoque.  Itens como empilhadeiras, carrinhos, paleteiras e outros ajudam nas funções operacionais, permitindo que as empresas obtenham maior eficiência e consigam acessar rapidamente toda a estrutura do depósito. Sobretudo, essas ferramentas servem como um ótimo apoio para seus colaboradores, por conta da automação de certas tarefas. Pense em otimizar a vida deles para evitar acidentes e gargalos nas operações. Defina como fará o acompanhamento do inventário O inventário do estoque é crucial também. Não esqueça de organizar seus itens e listar todos eles de acordo com as informações mais importantes para obter acurácia. Também é fundamental definir a periodicidade desse inventário (será atualizado anualmente? Mensalmente?). Dica bônus: como organizar um depósito? A tecnologia chegou para ajudar! Antes de terminar, precisamos ressaltar o poder da tecnologia para auxiliar na organização e no controle de depósitos.  O ERP, por exemplo, é uma das soluções automatizadas que registram produtos, asseguram a gestão deles em tempo real e permitem controle sobre os prazos de expedição para evitar erros. A automação ajuda a aprimorar o trabalho humano para atender a demandas