Filme Stretch: Quais as reais vantagens desse insumo?

Na indústria de embalagens, a busca por soluções eficientes e econômicas é constante. Uma opção que tem se destacado cada vez mais é o Filme Stretch, uma forma versátil e eficaz de embalar produtos para transporte e armazenamento. Neste artigo, exploraremos as vantagens do Filme Stretch e por que as empresas deveriam considerar essa forma de embalagem. O que é Filme Stretch? O Filme Stretch é um material plástico fino e elástico, frequentemente feito de polietileno, que é esticado e enrolado em torno de produtos para criar uma embalagem segura e firme. Ele é comumente usado em paletização, envolvendo cargas de produtos para protegê-los durante o transporte e o armazenamento. Vantagens do Filme Stretch: Por que as empresas deveriam escolher o Filme Stretch? Com todas essas vantagens, fica claro por que as empresas deveriam considerar o Filme Stretch como uma opção de embalagem. Além de proporcionar proteção e estabilidade para os produtos, o Filme Stretch oferece economia de custos, versatilidade e sustentabilidade, ao mesmo tempo em que melhora a imagem da marca. Ao investir em embalagens de qualidade, as empresas podem otimizar suas operações de logística, reduzir custos, minimizar danos aos produtos e, em última análise, aumentar a satisfação do cliente. Portanto, se você está procurando uma solução eficaz e econômica para embalar seus produtos, o Filme Stretch pode ser a escolha ideal para sua empresa e a APLASTIK é sua melhor parceira para aquisição desse fantástico insumo. A Aplastik Embalagens tem as melhores opções em filme stretch, seja para máquina ou para uso manual. Sua única preocupação será conhecer qual a melhor opção para o seu negócio. Mas não se preocupe: você tem o auxílio de especialistas. Basta uma ligação ou uma solicitação de contato e pronto! É o primeiro passo dado na modernização de seus processos. Gostou do artigo de hoje? Use o espaço dos comentários e nos deixe sua opinião, sugestão ou dúvida. Até nosso próximo post!
3 estratégias de marketing para indústrias – Descubra como alavancar seu negócio

Quem trabalha no setor industrial reconhece que se trata de um ramo repleto de desafios próprios, e com o setor de marketing não é diferente, dado que é necessário pensar exclusivamente em estratégias conhecidas no meio como B2B, uma sigla em inglês que significa “negócio para negócios”. Com esses desafios únicos é realmente complicado encontrar algum conteúdo relevante sobre dicas de divulgação, que, normalmente, são elaboradas para abordar, captar e fidelizar clientes que não sejam corporativos. Conscientes dessas dificuldades, selecionamos abaixo algumas estratégias de marketing industrial para alavancar o seu negócio de uma vez por todas, confira: Tudo começa pela buyer persona Para acertar na hora de divulgar a sua indústria, é imprescindível que você estabeleça uma buyer persona, ou seja, uma representação fictícia do cliente ideal para sua empresa. Deste modo, consegue saber qual é a abordagem mais conveniente, onde encontrar o seu cliente e até mesmo qual linguagem utilizar. Como se trata da abordagem de uma empresa, e não uma pessoa física, considere pontos relevantes, como, por exemplo, porte, faturamento anual, público que é dedicado, experiência perante o mercado, dentre outras questões. Trabalhe a autoridade da marca Para quem trabalha com vendas, é necessário investir em um bom time de vendedores, já que atua para servir empresas, onde é necessário que elas te encontrem e estejam dispostas a utilizar as suas soluções, é importante investir na autoridade da sua indústria. Basicamente, é necessário que a sua indústria se torne uma referência de mercado, e para isso existem diversos pontos que devem ser trabalhados individualmente como está esclarecido neste artigo. Aposte no Inbound Marketing Estratégias como inserções em TV, rádio, veículos impressos e chamadas de telemarketing tem sua validade, mas representam uma forma antiga de se promover o que a sua empresa tem para oferecer para o seu público. Já o Inbound marketing vem com uma proposta diferente: usar do conteúdo criado sobre os problemas que a sua empresa resolve em diversos formatos como posts de blog, podcasts, vídeos, entre outros. O vídeo tem ganhado mais importância, visto que as principais redes sociais tem apostado alto no recurso para engajar seus usuários. Aproveite soluções que permitem editar video online, como o software da InVideo, para que você possa criar um número alto de vídeos com qualidade profissional sem precisar ter ideias do zero. Por fim, não temos uma estratégia, mas sim uma dica bem conveniente, que consiste em pedir ajuda. Como é comum no Brasil, é possível que você tenha que aprender a lidar com uma série de áreas distintas antes que a sua empresa faça sucesso, desde questões burocráticas até a divulgação, no entanto, é importante ter a compreensão de que você não é especialista nesses setores. Ou seja, assim como você contrata um contador para lidar com as questões de impostos, invista em um especialista de marketing para trabalhar a divulgação da sua indústria, assim você garante os melhores resultados, consegue mensurar as demandas e assegura uma leitura mais clara do mercado. Agora que você tem consciência de uma série de estratégias que apresentam resultados no setor industrial, basta colocá-las em prática para alavancar os seus negócios, encontrando um número maior de clientes e também aumentando o faturamento.
Produção Otimizada: A Importância da Automação Industrial para o aumento da Produção

Em um mundo cada vez mais competitivo, as empresas de embalagens industriais buscam constantemente maneiras de se destacar no mercado. Uma das abordagens mais eficazes para alcançar esse objetivo é investir na automação industrial. Neste artigo, exploraremos a importância dessa tecnologia e como ela contribui para o aumento da produção, otimização dos processos de paletização e proteção de carga em empresas que utilizam produtos como filme stretch, fita adesiva, fita de arquear e filme POF. A automação industrial é um fator determinante no aumento da produção. Ela permite que as empresas produzam mais em menos tempo, reduzindo os tempos de ciclo e aumentando a eficiência dos processos de embalagem. Com a automação, tarefas que normalmente seriam executadas manualmente, como a aplicação de filme stretch ou a fixação de fita adesiva e fita de arquear, são realizadas de forma precisa e consistente por máquinas. Isso não apenas acelera a produção, mas também reduz a probabilidade de erros humanos. A automação industrial não apenas aumenta a produção, mas também contribui para a otimização dos processos, o que se traduz em uma significativa economia de custos. Máquinas automatizadas minimizam o desperdício de materiais, como o uso excessivo de fita adesiva ou fita de arquear, resultando em economias tangíveis. Além disso, a redução de erros humanos reduz a necessidade de retrabalho, economizando tempo e recursos. A qualidade das embalagens é fundamental em empresas de embalagens industriais. Com a automação, a aplicação de produtos como filme stretch e filme POF é realizada de forma consistente, garantindo que todas as embalagens atendam aos padrões de qualidade estabelecidos. Isso não só satisfaz os clientes, mas também fortalece a reputação da empresa. Além disso, a proteção de carga é aprimorada, uma vez que a aplicação automatizada garante uma embalagem mais segura e confiável. A automação industrial permite que as empresas se adaptem rapidamente às flutuações na demanda do mercado. Com sistemas automatizados, é mais fácil ajustar a produção para atender a picos sazonais ou mudanças nas necessidades dos clientes. Isso garante que a empresa possa atender às demandas do mercado de forma ágil e eficiente. A automação industrial também pode contribuir para práticas mais sustentáveis. Ela ajuda a reduzir o consumo de materiais, economizando recursos naturais, e minimiza o desperdício, contribuindo para a responsabilidade ambiental das empresas de embalagens industriais. Em resumo, a automação industrial desempenha um papel fundamental no aumento da produção e na otimização dos processos de embalagem em empresas que trabalham com produtos como filme stretch, fita adesiva, fita de arquear e filme POF. Essa tecnologia não apenas impulsiona a eficiência e a produtividade, mas também melhora a qualidade das embalagens e contribui para a sustentabilidade ambiental, tornando-se um investimento essencial para a competitividade no mercado de embalagens industriais.
OTIMIZANDO PROCESSOS INDUSTRIAIS: AUMENTANDO A PRODUÇÃO INDUSTRIAL ATRAVÉS DO CONTROLE AVANÇADO DE PROCESSOS

Primeiro se automatiza, depois se otimiza, essa é uma premissa utilizada na área de automação industrial, uma vez que o investimento inicial se dá para a implantação da plataforma de controle operacional, visando a produção planejada da indústria. Otimização de processos é a colocação de instrumentos, equipamentos, limites operacionais e de capacidade em um ponto ótimo de operação, normalmente acima das regiões de conforto operacional, entregando aumento de produção com a mesma plataforma existente, no mesmo nível de segurança. A utilização de uma plataforma de otimização de processos, como foco no aumento da produção é o primeiro degrau de investimento dentro da área de O&M (Operação e Manutenção), para que se justifique dentro da área de automação industrial, chamamos de Controle Avançado de Processo. Os primeiros centros de operação de processos tinham o foco na operação e no controle de malhas, normalmente limitados aos controles PID convencionais, formando conjuntos de malhas, comandadas individualmente. Na evolução os centros de operação hoje além desta função de comando e controle dispõem de tecnologia de Controle Avançado, operando com multivariáveis correlacionadas, com algoritmos que aperfeiçoam os controle de processos, utilizando-se de tecnologias de IA (Inteligência Artificial), levando os processos a limites ótimos de operação. A Variabilidade de Processos é um dos maiores desafios nas operações de plantas, ele se dá por diversos motivos, que ocasionam a dificuldade de colocar o processo num ponto ótimo de operação, provocando perdas e elevação de custos produtivos. A utilização de malhas de controle com PID convencionais coloca o processo em limites que não deixam subir o nível de operação, dentre os motivos é que as malhas não são interligadas para análise do comportamento do processo em conjunto, com isso, ruídos, variabilidade e sintonia passam a ser dificultadores nestes tipos de malhas. Mas o que é Controle Avançado? Na prática podemos definir Controle Avançado como: Uma técnica preditiva, isto é, um sistema capaz de prever por antecipação a variabilidade do processo, através da utilização de modelos; Ser multivariável, o controle passa a ter leitura de duas ou mais variáveis para obter comportamento e promover uma saída de controle; Atuar no nível acima do regulatório, este é um modelo que atua de forma complementar ao Controle Avançado em um nível acima desta camada. Com estas definições, o Controle Avançado deve pelo menos atender dois destes itens. Há diversas tecnologias para Controle Avançado, vamos entender como elas atuam no processo, o APC – Advanced Process Control, que é o Controle Avançado de Processo é uma técnica que tem como foco a diminuição da Variabilidade do Processo, comentado anteriormente como um grande desafio na produção. O RTO – Real Time Optimization (Otimização em Tempo Real), ele atua juntamente com o APC, porém seu objetivo principal é elevar o ponto de operação, com isso se ganha diretamente na produção. Com o MPC – Model Predictive Control (Controle Preditivo com Modelo), tem-se o Controle, a Predição e a Otimização, onde através do conjunto Operação e Engenharia, consegue-se obter o máximo do ponto ótimo de operação, utilizando-se as técnicas comentadas. O funcionamento de um sistema de Controle Avançado, por exemplo, do tipo MPC, possui modelos matemático pré-definidos, conhecidos do processo e seu comportamento, para tomada de ações de controle. Os Controles Avançados atuam de forma inferencial, isto é utilizam-se modelos de conhecimento de processo de cada malha, interessante observar que em sua atuação ele elimina o que não está no modelo, integrando o processo. Com este modelo o processo é levado a limites antes não explorados, onde o operador não colocar mais o SP (Set Point) e sim os limites de operação, mudando a forma operacional. Os benefícios na utilização dos controles avançados podem destacar: Aumento da Produção / Rendimento Melhoria na Qualidade dos Produtos Redução dos Custos de Produção Aumento da Eficiência Energética Para implantar um sistema de Controle Avançado na planta, podemos ter uma visão geral de como deve ser seguido: Planejamento – foco em Rentabilidade, o que quero ganhar? Projeto – foco no que se tem, entender como são as malhas atuais; Implantação – infraestrutura de comunicação, analisar o que se tem e o que se deve ter para colocar em funcionamento; Comissionamento – pré-operação e treinamento, iniciar as operações com cada malha testando os modelos e treinando os operadores para este novo tipo de operação; Partida – liberação no modo Avançado e manutenção, colocar as malhas em operação em modo avançado e iniciar o ciclo de melhorias, que é constante e é a manutenção do sistema, pois não é estático. Como esta tecnologia é baseada em carga computacional, isto é, necessita de hardware robusto para processamento matemático, houve uma evolução na aplicação das mesmas, visto temos um grande crescimento na potência de processamento nos últimos anos. Os próprios DCS e PLC são uma tendência em ter os cartões de Controle Avançado já incorporados, visando já uma implantação direta no controlador. Com estas facilidades e benefícios há uma tendência de cada vez mais as Especificações Técnicas (ET) de automação ter a premissa da colocação de Controles Avançados já previstos em plantas. Concluímos que a utilização de Controle Avançado é benefício direto e imediato na produtividade industrial, representando a fronteira da diminuição do custo relacionado com o aumento da produção, utilizando-se a mesma estrutura física de malhas de planta com modelos convencionais.
O que é Automação Industrial?

Neste artigo, vamos nos empenhar para resumir uma dos questionamentos mais recorrentes que temos aqui no site. Vou tentar oferecer aos nossos leitores, principalmente aos mais leigos, uma visão resumida sobre a dúvida: O que é automação industrial? Afinal, o que é automação industrial? Para entender o que é automação industrial, vamos primeiramente voltar aos anos 50. Foi nessa época, também conhecida como anos dourados, que o termo automação começou a se popularizar. Assim, descrevia-se a movimentação automática de materiais. Vale a pena destacar que desde a segunda metade do século XVIII o homem já estava tentando avançar no campo da automação quando o sistema de produção agrário e artesanal da Inglaterra transformava-se em industrial. De volta ao século XXI, se você refletir por um instante, poderá notar o quanto a automação faz parte do nosso dia-a-dia: começando ainda pelo momento em que acordamos com o nosso despertador (rádio-relógio, smartphone, TV, etc.), já programado para ser ativado em um horário pré-determinado. Não raro, esses sistemas estão interligados a diversos outros processos e redes de automação maiores, projetados e mantidos por técnicos em automação industrial e engenheiros. Para ficar mais claro, pense no funcionamento de um metrô. Trazendo para a nossa realidade, o sistema de metrô – a grosso modo – é um conjunto de vagões que devem parar em locais pré-determinados ao longo de um circuito fechado. Entretanto, os próprios vagões possuem seus sistemas de automação. Alguns exemplos são: Fechar as portas Aumentar gradativamente a velocidade a medida que se afastar da estação Anunciar o nome da próxima estação através do sistema de áudio Diminuir gradativamente a velocidade ao se aproximar da próxima estação Parar na estação Aguardar um determinado intervalo de tempo Repetir ciclo E indo um pouco mais afundo, também vamos perceber que os aparelhos de ar-condicionado presentes dentro de cada vagão do metrô possuem suas próprias rotinas automatizadas. Como, por exemplo, ligar caso a temperatura esteja acima de 25° C. A história da Automação Industrial Desde a pré-história, o homem já tentava mecanizar suas atividades. Não é por acaso que a roda, moinhos movidos por vento ou força animal e rodas d’água foram inventados. Essas invenções demonstram as primeiras tentativas do homem de poupar esforço para realizar seu trabalho. A automação industrial começou a ganhar destaque na sociedade por volta da segunda metade do século XVIII, na Inglaterra. Foi nessa época que os sistemas de produção artesanal e agrário começaram a se transformar em industrial e foram desenvolvidos os primeiros dispositivos simples e semiautomáticos. Entretanto, somente no início do século XX que os sistemas se tornaram inteiramente automáticos. A necessidade de aumento na produção e produtividade fez com que houvesse diversas séries de inovações tecnológicas neste sentido: Máquinas com capacidade de produzir com maior rapidez e precisão, comparado com o trabalho feito à mão A utilização do vapor como fonte de energia, em substituição à energia muscular (manual) e hidráulica Foi aproximadamente no ano de 1788 que James Watt criou o que pode ser considerado um dos primeiros sistemas de controle com realimentação. Tratava-se de um dispositivo de regulava o fluxo de vapor em máquinas. Por volta de 1870, a energia elétrica começou a ser introduzida. Inicialmente, estimulou indústrias como a do aço, química e de máquinas-ferramenta. A diferença entre automação e mecanização Um ponto que vale destacar é a diferença entre a automação e a mecanização. Mesmo que em um primeiro instante estas duas palavras possam dar a impressão de ter um significado semelhante, seus conceitos são completamente diferentes. A automação industrial permite realizarmos algum trabalho através de máquinas controladas automaticamente. Já a mecanização simplesmente se limita ao emprego de máquinas para executar alguma tarefa, substituindo o esforço físico. Também já publicamos aqui um artigo explicando a diferença entre automação e instrumentação. A utilização de computadores na Automação Industrial No século XX, os computadores, servomecanismos e controladores programáveis passaram a fazer parte da tecnologia da automação. Hoje, os computadores podem ser considerados a principal base da automação industrial contemporânea. A partir desde momento, podemos começar a considerar que o desenvolvimento da tecnologia da automação industrial está diretamente ligada com a evolução dos computadores de um modo geral. Além disso, as redes industriais surgiram quando houve a necessidade de comunicação entre equipamentos e sistemas distintos. Já em 1948, John T. Parsons criou um método que consistia no uso de cartões perfurados com informações que serviam para controlar movimentos de uma máquina-ferramenta. Este método foi apresentado para a Força Aérea, que investiu em outros projetos do Laboratório de Servomecanismos do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT). Após alguns anos, isto acabou culminando em um protótipo de fresadora com três eixos com servomecanismos de posição. A partir deste momento, várias empresas privadas que fabricavam máquinas-ferramentas começaram a desenvolver projetos particulares. Foi assim que surgiu o comando numérico. O MIT também desenvolveu a linguagem de programação APT (do inglês, Automatically Programmed Tools, ou “Ferramentas Programadas Automaticamente”) para ajudar na entrada de comandos de trajetórias de ferramentas na máquina. O primeiro robô industrial E finalmente em 1954 surgiram os primeiros robôs (do tcheco robota, que significa “escravo”) pelas mãos do americano George Devol, que alguns anos depois fundaria a fábrica de robôs Unimation. Inicialmente, eles substituíram a mão-de-obra no transporte de materiais perigosos, mas poucos anos depois, a GM instalou robôs em sua linha de produção para a soldagem de carrocerias. Os processos de automação industrial continuaram a evoluir até chegar nos dias atuais, onde temos diferentes níveis de controle de automação industrial, explicados através da pirâmide da automação industrial. Para você, o que é automação industrial? Encerramos aqui nosso artigo com uma breve introdução sobre o que é automação industrial. Vimos um pouco sobre o desenvolvimento da automação industrial ao longo da história e como a evolução dos computadores nas últimas décadas está diretamente relacionada com o aperfeiçoamento dos sistemas de automação industrial existentes hoje.
COMO APRIMORAR A GESTÃO DE ENERGIA NA MANUFATURA COM A ISO 50001

Os números registrados nos últimos anos sobre o consumo energético no setor industrial não são nada animadores. É o que revela uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicando que o segmento industrial é responsável por cerca de 41% do gasto de energia do país – representado por 573 mil unidades industriais. Outra análise, realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO), demonstrou que a manufatura é considerada o setor com o maior potencial para a geração de riqueza na economia, mas é também o que mais desperdiça energia a nível nacional. Esses dados comprovam que a indústria brasileira possui uma grande parcela de culpa em relação ao uso desproporcional de eletricidade que, além de causar sérios impactos ao meio ambiente, também atinge o orçamento de empresas e de toda a nação. O que mais desperdiça energia na indústria? Afinal, você sabe quais são os fatores que mais contribuem para o desperdício de energia na sua indústria? Ainda de acordo com a CNI, equipamentos como motores elétricos, refrigeração, ar comprimido e iluminação podem ser responsáveis por mais de 50% de todo o desperdício energético da companhia. Confira abaixo outras fontes prejudiciais para o consumo de energia na indústria: Transformadores; Fornos elétricos e estufas; Sistemas de ar condicionado e ventilação; Sistema de ar comprimido; Sistema de refrigeração; Sistema de bombeamento de água; Elevadores e escadas rolantes. Com a finalidade de melhorar a eficiência de equipamentos e, ao mesmo tempo, preservar recursos naturais e reduzir custos financeiros, foi criada uma norma para aprimorar a gestão energética nas organizações. Descubra no próximo tópico como essa regulamentação pode beneficiar a sua fábrica. O que é a ISO 50001? Passou a vigorar, no dia 15 de junho de 2011, a norma que estabelece requisitos mínimos para o estabelecimento, implantação e manutenção de um Sistema de Gestão de Energia (SGE). A ISO 50001 é uma diretriz reconhecida internacionalmente e desenvolvida pela International Organization for Standardization (ISO). No Brasil, ela é intitulada como ABNT NBR ISO 50001 e está sob responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essa norma é recomendada para todas as categorias e portes de empresa, independente do seu setor de atuação. No entanto, ela é mais aplicada em companhias que possuem um consumo energético alto, como é o caso da indústria. Ela foi baseada em princípios comuns a outras normas ISO, como a 9001 (Sistema de Gestão de Qualidade) e a 14001 (Sistema de Gestão Ambiental). 3 passos para obter a certificação Para receber o selo ISO 50001, a empresa deve passar por três etapas importantes: 1 – Primeiramente, a empresa precisa ter em mãos o arquivo que compila todas as normas a serem empregadas dentro da organização. Ele pode ser adquirido através do site oficial da ABNT. 2 – É necessário analisar quais os setores, ou mesmo se toda a empresa, são passíveis de receber o selo. A partir da definição, adequam-se os processos aos requisitos presentes na ISO. 3 – O último passo é contratar um órgão certificador independente (sem qualquer vínculo com a empresa) para constatar se a companhia realmente está em conformidade com os princípios estabelecidos na norma. Quais são as vantagens? Após certificada, a empresa deve traçar estratégias para melhorar continuamente o seu Sistema de Gestão de Energia, com o objetivo de se manter com o selo e aperfeiçoar continuamente suas práticas de eficiência energética. A equipe da empresa TECNICON, que desenvolve soluções em sistemas gerenciais, listou uma série de benefícios que a sua organização pode ter com a implementação da norma: Atitudes preventivas no gerenciamento de riscos; Redução na emissão de gases poluentes; Melhora na utilização de equipamentos e instalações elétricas; Crescimento da produtividade – sem afetar a segurança; Redução do consumo energético; Monitoramento constante do uso de energia; Adoção de novas tecnologias de eficiência energética; Conscientização dos colaboradores; Aumenta o desempenho global da companhia; Maior transparência na gestão dos recursos; Integração com outros sistemas de gestão; Reduz despesas com eletricidade; Demonstra mais credibilidade aos clientes e parceiros; E muito mais. Como melhorar a eficiência energética do setor? Agora que você já conhece a norma para aperfeiçoar a gestão energética, bem como os benefícios obtidos através dela, ficou bem mais fácil implementar medidas para a redução de energia na sua companhia. O segmento industrial é o que mais necessita de recursos energéticos para os processos produtivos e, portanto, deve adotar práticas voltadas à otimização em diversos departamentos. Veja agora algumas estratégias para a redução de desperdícios na manufatura: Iluminação – Muitos não acreditam, mas o gasto com iluminação é muito alto em grandes empresas. O uso de lâmpadas corretas pode amenizar esse problema, deixando o ambiente mais iluminado e seguro para os colaboradores. Recomenda-se O maior aproveitamento da luz natural, apagar as luzes em dependências vazias, utilização de circuitos independentes, instalação de sensores de presença, sistema de gerenciamento do consumo de energia por controle digital, dar preferência a luminárias fluorescentes ou LED (com o Selo Procel), pintar as paredes com cores claras (para refletir melhor a claridade). Instalações elétricas – As instalações elétricas industriais devem passar por manutenções contínuas, tendo em vista a grande carga de energia depositada nelas diariamente. Recomenda-se a manutenção de todos os elementos que compõem a instalação elétrica (transformadores, postes de recepção, fusíveis, disjuntores, tomadas, interruptores), verificar a potência da instalação, substituir transformadores e fiações antigas. Máquinas e equipamentos – O chão de fábrica de qualquer empresa de manufatura é composto por diversas máquinas de alta tensão que ficam ligadas 24h por dia e aumentam drasticamente o gasto de energia. Sugere-se o desligamento em períodos ociosos, realizar inspeções periódicas, trocá-los por modelos atualizados com melhor eficiência energética, substituir regularmente as peças, analisar a lubrificação, monitorar vibração e temperatura. Sistemas de ar comprimido – Os compressores de ar são equipamentos muito utilizados no setor industrial e têm por objetivo captar o ar presente no ambiente, armazenando-o sob alta pressão e transformando-o em ar comprimido. Eles servem para analisar os níveis terminais de pressão, vazão e
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS: COMO FAZER?

Imagine o seguinte cenário do desenvolvimento de produto: Há três empresas. A primeira já estabelecida no mercado, acredita que possui a confiança necessária do seu público-alvo e por isso não precisa inovar e desenvolver novos produtos. A segunda é uma empresa relativamente nova, ainda não estabelecida no mercado, que desenvolveu um produto inovador e melhor. A terceira é uma empresa mais nova ainda, que precisa desenvolver um produto para conseguir se adentrar no mercado. Neste cenário, é visível que o mercado está se tornando cada vez mais competitivo, e com isso, todas essas empresas estão em uma mesma situação: Preciso inovar se não vou ficar para trás. O que eu faço? Por onde eu começo? Começando o desenvolvimento de produto A partir do momento que a empresa realiza esses questionamentos, é necessário que todas as áreas da empresa, marketing, financeiro, engenharia, estejam de acordo e em confluência de ideias para que haja uma viabilidade econômica e que o projeto alcance o sucesso. Como desenvolver um novo produto não é uma tarefa fácil, quando todos estão de acordo e se a sua empresa seguir as etapas abaixo da melhor maneira possível, esse caminho se tornará mais tranquilo. O resultado, por consequência, será com certeza excederá as expectativas e conquistará o público desejado. Etapas do Desenvolvimento de Produto Planejamento No momento em que todas as áreas estão discutindo se o projeto é viável ou não, é nesta hora que os riscos devem ser elencados e medidos, e todos os lucros devem ser considerados. Não tenha medo de ser redundante ou muito específico! A etapa de planejamento definirá o futuro de todos os processos e as medidas tomadas até a obtenção de um resultado de sucesso – ou não. Após todos os riscos e lucros do projeto serem considerados, é necessário montar a equipe que vai realizar o projeto, definindo as lideranças que vão guiar o processo. Essa equipe deve se reunir e ter um momento para gerar as ideias, ou mais conhecido no mundo corporativo, realizar um brainstorming. A equipe deve gerar o máximo de ideias possíveis, que devem ter como base as tendências do mercado, objetivos do negócio e público-alvo, sempre levando em consideração o consumidor, as tendências de vendas e ações da concorrência. Depois desse brainstorming, todas as ideias devem passar por um processo de seleção, eliminando as que não são viáveis economicamente e tecnicamente. As que cumprirem esses pré-requisitos avançam para a próxima etapa. Projeto e Prototipagem Com a ideia final aprovada, agora é o momento de estruturar o projeto e pensar no protótipo do produto desejado. Para essa etapa, primeiro é importante criar um modelo 3D a partir do desenho. Com os softwares atuais, essa etapa se torna bem mais tranquila e ainda proporciona outras vantagens além do visual, pois é possível simular como o produto reagiria sobre forças externas, apontando qual material deveria ser o mais indicado. A análise de qual material é mais indicado para o produto é imprescindível para que todo o projeto funcione. Esse processo é chamado de seleção de materiais, no qual se escolherá qual classe de material (metais, polímeros, cerâmicas ou compósitos cumprirá as principais exigências do produto (esforço mecânico, design, formato). É importante selecionar mais de uma opção de material para que o Financeiro consiga avaliar qual é mais viável financeiramente. Com o projeto pronto e o material selecionado, agora é hora de partir para o protótipo, que é uma prévia do produto final. Se foi investido grande parte do tempo nas partes de modelagem 3D e seleção de matérias, o protótipo, além de possuir todas as normas e especificações exigidas pelas agências de regulamentação, terá quase todas as características esperadas e serão precisos poucos ajustes para que se chegue no produto ideal. Essa etapa do desenvolvimento de produto é a mais definidora, pois é nesse momento que se terá mais gastos com toda parte de engenharia. Portanto, realizando todas as simulações e selecionando o melhor material, o protótipo será o mais parecido da realidade e precisará de menos modificações, logo, os gastos serão minimizados e a frustração será menor. Pesquisa de Mercado Essa etapa deve permear todo o processo de desenvolvimento de produto. Desde o momento de a empresa decidir entrar em um determinado mercado ou apenas analisar como está a amplitude e concorrência do que ela está inserida no momento. Quando se tem um protótipo pronto, chega o momento de realizar um teste preliminar para determinar se o produto será compreendido pelo público-alvo. Antes de ir para a pesquisa, é necessário realizar uma análise do mercado em potencial em conjunto com equipes de Marketing e de Relações Públicas, que devem ser as mais engajadas nesse momento, pois são elas que criarão a melhor estratégia para abordar o possível público-alvo. Essa pesquisa pode ser feita de várias maneiras diferentes, como: Enviando questionários de e-mail para sua base de clientes já cadastrada; Realizando entrevistas; Montando dinâmicas de grupos; Formulário nas redes sociais em grupos de interesse; Fornecendo amostras do produto em lugares estratégicos. Todos esses passos e tantos outros são essenciais nessa etapa do projeto, procurando o que se pode melhorar no produto, mas também são importantes posteriormente a etapa final, procurando um feedback dos clientes. Lançamento Depois que o protótipo passar por um primeiro teste de mercado, e tendo conhecimento sobre as reações possíveis dos clientes, é necessário realizar as últimas alterações para se chegar no produto final. Após isso, novamente junto com a equipe de Marketing, é hora de traçar um plano de como será realizada a divulgação. É importante ter atenção na produção do primeiro lote que sairá, tendo certeza de que tudo está como planejado e com 100% de qualidade. Ainda assim, é preciso considerar que a pesquisa de mercado foi feita com uma parcela que ainda não representa toda a sua base de clientes, então tenha a mente aberta a tudo que os consumidores disserem. Em especial, atente-se aos comentários negativos, já que eles funcionam como um diagnóstico do seu
Empregabilidade e mercado da indústria de bebidas no Brasil

Entenda as principais características de uma das maiores áreas da indústria nacional. Esse tipo de indústria engloba mais de 3 mil empresas que fabricam diversos produtos, incluindo água, sucos, cervejas e refrigerantes. Então, no artigo de hoje você irá conhecer mais sobre o setor e quais são os tipos de máquinas mais adequadas para atender as necessidades desta indústria. Conforme o Perfil Setorial da Indústria, plataforma da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor de bebidas faz parte da chamada indústria de transformação. No que lhe concerne, essa contribui com 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria brasileira. Segundo o mesmo Perfil Setorial, mais de 120 mil pessoas trabalham no setor de bebidas em nosso país. Um dado surpreendente e merece destaque é que devido ao tamanho do mercado consumidor, 99% das bebidas produzidas em solo nacional são voltadas para o consumo interno. Ampla variedade de bebidas comercializadas: A quantidade de produtos vendidos varia muito conforme a empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. A Kikkoman, por exemplo, concentra-se na fabricação de saquê (tradicional bebida alcoólica japonesa) e outros produtos fora da indústria de bebidas (como arroz e molhos). Inovações sustentáveis e tecnologias na indústria de bebidas: Assim como acontece com outras indústrias, as empresas de bebidas também precisam se reinventar, sempre apresentando novidades e demonstrando estar cada vez mais próximas de seu público consumidor. Um assunto que vem ganhando cada vez mais relevância todos os anos é a sustentabilidade, um exemplo de preocupação com o meio ambiente é o da Coca-Cola. Em setembro de 2021, a filial brasileira de uma das maiores corporações norte-americanas do mundo anunciou uma mudança importante: a água mineral Crystal tornou-se a primeira garrafa de água composta apenas por material PET-reciclável, dispensando por completo o uso de matéria-prima virgem. O objetivo é reduzir o nível de emissões de CO2 e o descarte incorreto de embalagens. A iniciativa faz parte de uma estratégia maior: até o ano de 2030, todas as embalagens da água Crystal serão corretamente destinadas, fazendo com que a operação não gere nenhum resíduo. Outro caso que pode ser considerado aqui é o da startup Zé Delivery, criada dentro da Ambev em 2016 pelo Fundo de Bebidas da ZX Ventures, hub de inovação e aceleração responsável por desenvolver soluções para consumidores. Trata-se de um aplicativo que, no começo, consistia na entrega de bebidas alcoólicas na casa do cliente, sempre pelo menor preço e com a garantia de estarem geladas. Atualmente, o Zé Delivery ampliou a gama de produtos ofertados para além das cervejas, tornando-se uma espécie de mercado virtual. Agora, estão disponíveis para compra itens como refrigerantes, sucos, gelo, carnes para churrasco, carvão, salgadinhos, chocolates e outros. Qual a máquina mais adequada para o setor de bebidas? Como você acompanhou, a indústria de bebidas é importante para abastecer o mercado nacional. Mas também é extremamente necessário que haja o equipamento e insumos adequados para que a produção, armazenamento e logística aconteçam da melhor forma. Pensando nisso, conheça quais são os insumos industriais ideais que a APLASTIK oferece para sua produção ter a eficiência que seu negócio precisa. Insumos Industriais: As embalagens industriais da APLASTIK possuem a tecnologia mais avançada para aumentar a qualidade e rapidez dos seus processos. Aqui você pode encontrar: Disponibilizamos diversos modelos e medidas de embalagens industriais, para todos os tipos de necessidade. Em nosso site temos disponíveis que você precisa para fazer seu negócio crescer, independentemente do tamanho da sua empresa! Fale com nossa equipe!
Personalização de embalagens: 6 razões para costumiza-lás

A personalização de embalagens é muito importante. Impactar as pessoas com o nome da sua empresa ajuda os clientes a facilmente reconhecê-la. É por isso que marcas grandes e pequenas customizam suas caixas com o logotipo como sua solução de embalagem. Ele não só causa uma impressão memorável nos clientes, mas também permite que eles conheçam mais sobre sua marca. Embalagens customizadas aumentam o valor estético da empresa e também abrem o caminho para atrair novos clientes. A logo e o marketing são importantes para pequenas marcas fazerem seus nomes no mercado. Mas isso não significa que marcas grandes e famosas possam ignorar isso. Caixas personalizadas com o logotipo são um meio fácil de promover sua marca. Quanto mais pessoas virem sua embalagem, mais pessoas ficarão familiarizadas com ela. Anunciar através de outros canais é muito caro, mas a propaganda com embalagens personalizadas é um modo barato de criar sua identidade. Considerando tudo isso, resolvemos elencar 6 motivos para você customizar as suas embalagens. Boa leitura! O que é a personalização de embalagens? Em primeiro lugar, vale falar do que se trata a personalização de embalagens. Ela nada mais é do que quando se deixa a embalagem com uma identidade única, de forma que você entenda que aquela embalagem foi customizada, em vez de ser igual a todas as outras. A personalização vai de acordo com as preferências de cada um. Sendo assim, as embalagens podem variar nas cores, padrões e ilustrações na personalização, por exemplo. Por que fazer a personalização de embalagens? Entendendo agora o que é a personalização de embalagens, podemos falar sobre suas vantagens. Te daremos 6 razões para você investir nisso! Embalagens customizadas com sua marca definem sua empresa A personalização de embalagens é o meio mais fácil de dizer aos clientes quem está por trás do produto de qualidade. Um logotipo define quem você é como marca, qual é sua história e o que você serve. Sua empresa pode dar uma resposta para todas essas questões colocando um logotipo nas suas embalagens customizadas. É por isso que o logotipo é tão importante para sua embalagem. Para iniciantes ou recém-chegados, a marca não é apenas colocar o logotipo. Mas é mais do que isso. Além do slogan da marca, cores e fontes também representam sua marca. O logotipo ajuda a aumentar o reconhecimento Como as pessoas podem reconhecer instantaneamente uma marca por trás do produto? A resposta é simples: o logotipo. Escolha um logotipo simples para suas embalagens de atacado. Será fácil para os clientes lembrar e reconhecer sua marca nas prateleiras. É o rosto de sua marca então ela deve ser parte do design de sua embalagem. As pessoas preferem comprar de uma marca familiar. Se você tem um design e logotipo consistentes, as pessoas se tornam conhecidas por sua marca. Isso resultará em compras repetidas e altas vendas. Afeta positivamente sua marca A embalagem customizada pode ter influência positiva ou negativa na imagem de sua marca. Se você incluir seu logotipo no design da embalagem, dá a impressão de que você é uma marca de renome e os clientes irão confiar mais na sua marca. Imagine se você receber um pacote sem nenhum nome da empresa ou identidade inesperadamente. É possível que você considere a marca como de baixa qualidade e que não tem nenhum valor estético. Sendo assim, isso criará uma imagem negativa da sua marca e você poderá perder a lealdade do consumidor. Da mesma forma, no sentido inverso, isso afeta positivamente a sua marca. Desempenha um papel primordial no marketing e promoção As embalagens customizadas têm um papel essencial no marketing por causa de sua identidade nelas. Como você promoveria seu nome se sua embalagem não estiver correta? Usar o logotipo nas embalagens é uma estratégia inteligente que funciona bem para atingir os objetivos de sua marca. Constrói seu relacionamento com os clientes Conectar-se com seus clientes em um nível emocional beneficiará você no longo prazo. Quando você apresenta seu produto você não tem a chance de encontrar seus clientes pessoalmente. Nesse cenário, sua embalagem atua como um vendedor silencioso e se comunica com os clientes. Isso porque as embalagens de marca constroem uma relação de confiança com os clientes. Elas mostrarão a seus clientes que você valoriza a experiência deles e deseja entregar o melhor. Você precisará da lealdade de seu cliente para repetir negócios e para mais vendas. Ajuda adquirir novos clientes Por último, as personalizações de embalagens com o logotipo ajudam a atrair mais consumidores quando comparadas com embalagens comuns sem o logotipo. O produto certamente atrai a atenção do cliente, mas se não existir um logotipo não valerá de nada. Atualmente, as pessoas normalmente preferem itens de marcas a produtos locais sem marcas. Um logotipo definitivamente ajudará você a aumentar o seu círculo de clientes. Ajuda você a manter antigos clientes e atrair um novo. Estabeleça-se com uma marca forte e com embalagens reconhecidas. Afinal, como personalizar as embalagens da sua empresa? Agora que você já está convencido de que a personalização de embalagens é uma boa ideia para seu negócio, você pode estar se perguntando: como realizá-lo? Você pode realizar isso de maneira manual, escolhendo o material que irá usar para embalar, além de quais serão as ilustrações e detalhes que você vai querer. No entanto, se você achar isso complicado, você pode também investir em empresas especializadas nisso. Saiba como a APLASTIK pode te ajudar A APLASTIK oferece soluções de personalização para as fitas adesivas de suas embalagens. As fitas podem ser manuais ou automáticas. Com elas, você pode aproveitar uma série de benefícios para o seu negócio. Aumento de produtividade Com a máquina de selar industrial, juntamente com as fitas automáticas personalizadas, você pode ter um processo até 5 vezes mais rápido do que de forma manual, e, o melhor, sem desperdícios de insumo. Redução de custo Com a automação do processo, a empresa gasta menos com mão de obra na etapa de embalagem. Desse modo, os custos caem. Retorno de investimento A
25 de Maio – Dia nacional da Indústria

No dia 25 de maio, comemora-se no Brasil o Dia Nacional da Indústria. A data serve para homenagear o setor brasileiro, também conhecido como secundário, que é responsável por movimentar parte considerável da economia. Trabalhando com a produção dos mais diversos produtos, desde alimentos, vestuários e até tecnologia de ponta, o setor industrial é extremamente amplo. De forma mais geral, as indústrias podem ser dividias entre três tipos: indústrias de base, intermediárias e de bens de consumo. O primeiro, refere-se as indústrias pesadas – que são responsáveis por se apropriar da matéria prima bruta e transformar em produtos que serão usados pelas outras indústrias. Já as intermediárias são responsáveis por utilizar a matéria prima processada e produzir peças e ferramentas, necessárias para as indústrias de bens de consumo, que, por sua vez, tratam da produção de diversos produtos que irão para o mercado consumidor. Atualmente, o Brasil é uma das maiores potências no ramo industrial, dentre as nações consideradas subdesenvolvidas. Mas, a história do setor no país é relativamente recente, principalmente se comparada à outras nações da Europa Ocidental e aos Estados Unidos, que passaram pela Revolução Industrial, entre o século XVIII e XIX. Por outro lado, isso não significa que o Brasil não venha tendo avanços significativos no setor industrial há muito tempo. É possível reconhecer o primórdio de uma indústria brasileira ainda na época colonial. Porém, após o governo de Getúlio Vargas e JK, já em meados do século XX, o país finalmente pôde observar a consolidação de uma indústria nacional. Entretanto, é em 1948, durante a presidência de Gaspar Dutra, que surge a ideia para a criação do Dia Nacional da Indústria, após o falecimento de Roberto Simonsen, uma importante figura do meio. A história do 25 de maio O Dia Nacional da Indústria, em 25 de maio, foi escolhido em homenagem ao empresário e industrial Roberto Simonsen, que faleceu nessa mesma data, em 1948. Ele foi responsável pela primeira empresa de construção civil do país e ainda foi parte significativa da consolidação do parque industrial do Brasil. Não à toa, recebeu o título de Patrono da Indústria Nacional. Roberto Simonsen foi um brasileiro de muitos feitos. Além de sua grande contribuição para o avanço da indústria, ele era engenheiro, professor, historiador, político e foi aceito como membro da Academia Brasileira de Letras. Por fim, também presidiu entidades representativas importantes para o meio, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Dessa forma, não seria exagero afirmar que muito do que a indústria brasileira é hoje, deve-se aos esforços, comprometimentos e incentivos de Simonsen. Setores industriais no Brasil Atualmente, o parque industrial brasileiro é extenso e diverso. No país, destacam-se a indústria de automobilística, petroquímica, alimentícia, de minerais, de vestuário, entre outras. Além disso, diversas áreas – como comércio, comunicação, educação e serviços públicos – dependem diretamente do funcionamento pleno dessas indústrias. Sendo assim, o setor industrial é muito maior do que seu próprio eixo, afetando diversas esferas de todo o Brasil. É possível perceber que a concentração do parque industrial brasileiro está, principalmente, no Sudeste. Porém, isso já apresenta algumas mudanças. Muitos estudos apontam para uma certa dispersão, principalmente de indústrias da área de infra-estrutura de transportes e energia, para outras regiões da nação. Entretanto, independentemente do tipo de produto que a indústria produz, em qual ramo ela se encontra e aonde sua base está localizada, há algo que todas necessitam igualmente: energia elétrica. Energia elétrica: a grande aliada da indústria Em maio também se comemora o dia Mundial da Energia Elétrica. E é inegável que a energia é um dos pré-requisitos mais importantes para o funcionamento pleno da indústria. Inclusive, o setor industrial é responsável por grande parte do consumo de energia no Brasil. E é por meio dela que é possível alimentar diversas áreas da sociedade e movimentar consideravelmente a economia. Neste contexto, cabe ao Ministério de Minas e Energia o planejamento de médio e longo prazos de modo a garantir o desenvolvimento, tornando o país atraente e seguro para investimentos de longo prazo. O Brasil tem um importante desafio para a próxima década que será o de promover a expansão da oferta de energia de modo a sustentar a retomada do crescimento econômico nacional. O governo deve resguardar a segurança energética e preservar o acesso à energia a preços competitivos. Outro grande desafio é a interconexão do SIN ao Sistema Isolado no Norte do país, onde a geração é predominantemente a diesel. Várias regiões estão localizadas em áreas remotas e, consequentemente, o acesso ao Sistema Interligado levará anos, senão décadas. Neste caso, as indústrias locais são bastante impactadas pela geração ineficiente de usinas com alto consumo específico. O governo deve buscar a contratação de usinas mais eficientes que reduzirão o custo de geração e de emissão de poluentes, tal qual ocorreu no leilão de Manoel Urbano e Assis Brasil no Acre. Ambas não estão interligadas ao SIN (Sistema Interligado Nacional) e não possuem energia elétrica da concessionária. Cada cidade conta com uma usina de geração de energia elétrica com 2 MW de capacidade, através do aluguel de geradores de 550 KVA. Ao lançar novas licitações na modalidade de contratação de produtor independente de energia (PIE), o governo não só reforçará a busca por preços mais atrativos como também trará maior capacidade de competitividade a estas indústrias. Gostou desse conteúdo? Nos vemos no próximo post. Até mais!!