Setembro Amarelo: saúde mental no trabalho | Aplastik

Setembro Amarelo na Aplastik: cuidando da saúde mental dos nossos colaboradores A importância de falar sobre saúde mental nas empresas O Setembro Amarelo é uma campanha mundial de conscientização sobre a prevenção ao suicídio e a valorização da vida. Mais do que um movimento social, é um convite para refletirmos sobre a importância do autocuidado, do apoio mútuo e de ambientes saudáveis que contribuam para o bem-estar de todos. Na Aplastik, acreditamos que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física. Por isso, durante o mês de setembro, realizamos ações voltadas para o cuidado dos nossos colaboradores, reforçando nosso compromisso com um ambiente de trabalho mais humano e acolhedor. Palestra sobre saúde mental, depressão e ansiedade Como parte da nossa campanha interna, promovemos uma palestra especial com o palestrante Eduardo Corceli, que abordou temas essenciais como: Saúde mental no ambiente de trabalho Autocuidado e equilíbrio emocional Depressão e ansiedade: sinais de atenção A importância do diálogo e da empatia Esse momento foi pensado para oferecer informação de qualidade, incentivar a troca de experiências e reforçar que cuidar de si e do próximo é fundamental. O compromisso da Politan com a qualidade de vida Mais do que um evento, nossa participação no Setembro Amarelo reforça o compromisso da Politan em valorizar a vida e oferecer um ambiente de trabalho saudável. Cuidar da saúde mental dos colaboradores é investir em pessoas mais motivadas, seguras e realizadas. Conclusão O Setembro Amarelo nos lembra que pequenas ações podem salvar vidas. Aqui na Politan, seguimos firmes no propósito de oferecer apoio, informação e acolhimento aos nossos colaboradores. Afinal, juntos podemos construir um futuro com mais bem-estar e qualidade de vida. 💛
Implementando a Metodologia 5W2H na Indústria 4.0

Na era da Indústria 4.0, otimizar linhas de produção é crucial para o sucesso operacional. Para aproveitar todo o potencial dessa revolução industrial, é essencial adotar metodologias de gestão eficazes. Uma dessas metodologias é o 5W2H, um framework projetado para simplificar processos e impulsionar a eficiência. Neste artigo, exploraremos como implementar a metodologia 5W2H na Indústria 4.0 e os benefícios que ela traz para as operações industriais. 1. O que é a Metodologia 5W2H: A metodologia 5W2H é uma ferramenta de gestão baseada em sete princípios fundamentais: Quem, O quê, Quando, Onde, Por quê, Como e Quanto. Esses princípios, quando aplicados corretamente, permitem que as organizações aprimorem a organização, limpeza, padronização e disciplina no local de trabalho, resultando em uma produção mais eficiente e de maior qualidade. 2. Como Implementar a Metodologia 5W2H na Indústria 4.0: Quem (Quem é Responsável): Identifique os indivíduos ou equipes responsáveis por executar tarefas específicas dentro da linha de produção. Na Indústria 4.0, isso pode envolver a atribuição de papéis aos funcionários e a integração de sistemas de automação para simplificar fluxos de trabalho. O quê (O que Precisa ser Feito): Defina as tarefas ou ações específicas necessárias para alcançar os objetivos de produção. Utilize tecnologias avançadas, como sensores IoT e análises baseadas em IA, para monitorar e rastrear processos de produção em tempo real. Quando (Quando Será Feito): Estabeleça cronogramas claros e prazos para cada tarefa ou atividade. Aproveite análises preditivas para prever cronogramas de produção e antecipar possíveis gargalos ou atrasos. Onde (Onde Será Feito): Determine os locais físicos ou estações de trabalho onde as tarefas serão realizadas. Implemente soluções de fábrica inteligente para otimizar a utilização do espaço e facilitar o movimento de materiais e produtos. Por quê (Por que é Importante): Comunique a importância de cada tarefa ou atividade em relação aos objetivos gerais de produção. Promova uma cultura de transparência e responsabilidade para garantir alinhamento com os objetivos organizacionais. Como (Como Será Feito): Especifique os métodos, procedimentos e recursos necessários para executar cada tarefa de forma eficiente. Invista em programas de treinamento de funcionários e iniciativas de melhoria contínua para aprimorar habilidades e conhecimentos. Quanto (Quanto Custará): Estime os recursos, incluindo tempo, mão de obra e materiais, necessários para concluir cada tarefa. Implemente sistemas de rastreamento de custos e métricas de desempenho para monitorar despesas e otimizar alocação de recursos. 3. Benefícios da Metodologia 5W2H na Indústria 4.0: Eficiência Operacional Aprimorada: Ao esclarecer responsabilidades, simplificar fluxos de trabalho e estabelecer cronogramas claros, a metodologia 5W2H aprimora a eficiência operacional geral. Melhoria da Qualidade do Produto: A padronização de processos e a garantia do cumprimento das melhores práticas resultam em produtos de maior qualidade e menos defeitos. Redução de Custos: Ao otimizar a alocação de recursos e minimizar o desperdício, as organizações podem alcançar economias significativas em suas operações de produção. Segurança e Conformidade: A implementação de procedimentos padronizados e melhores práticas aprimora a segurança no local de trabalho e garante conformidade com requisitos regulatórios. Conclusão: A metodologia 5W2H oferece uma abordagem estruturada para otimizar processos de produção na Indústria 4.0. Ao abordar o quem, o quê, o quando, o onde, o porquê, o como e o quanto de cada tarefa, as organizações podem simplificar operações, melhorar qualidade e reduzir custos. Adotar os princípios da metodologia 5W2H posiciona as empresas para o sucesso no cenário em constante evolução da Indústria 4.0. Quer saber mais? CLIQUE AQUI e Fale com a gente.
Linha de Produção: Os 04 Pilares para Otimizar a Produção Industrial

A eficiência da linha de produção é crucial para o sucesso de qualquer operação industrial. Para alcançar o máximo desempenho e produtividade, é fundamental otimizar cada aspecto do processo de produção. Neste artigo, exploraremos os quatro pilares essenciais para otimizar a linha de produção industrial e alcançar resultados superiores. 1. Planejamento e Projeto Eficientes: O primeiro passo para otimizar uma linha de produção é um planejamento e projeto eficientes. Isso envolve a análise detalhada de cada etapa do processo de produção, identificando gargalos, pontos de melhoria e oportunidades de automação. Um layout de linha de produção bem projetado pode reduzir tempos de ciclo, minimizar o desperdício de materiais e otimizar o fluxo de trabalho. Além disso, é crucial considerar a flexibilidade da linha de produção, permitindo ajustes rápidos e eficientes para lidar com mudanças na demanda do mercado ou introdução de novos produtos. 2. Tecnologia Avançada e Automação: A tecnologia desempenha um papel fundamental na otimização da linha de produção. A incorporação de equipamentos e sistemas de automação avançados pode aumentar significativamente a eficiência, precisão e velocidade do processo de produção. Isso inclui o uso de robôs industriais, sistemas de controle automatizado, sensores de monitoramento em tempo real e software de gerenciamento de produção. A automação não apenas reduz os custos de mão de obra e minimiza erros humanos, mas também permite uma produção contínua e consistente, melhorando a qualidade do produto final. 3. Manutenção Preditiva e Confiabilidade: A manutenção eficaz dos equipamentos é essencial para evitar paradas não programadas e maximizar o tempo de atividade da linha de produção. A manutenção preditiva, que utiliza dados e análises para prever falhas antes que ocorram, é uma abordagem cada vez mais popular para garantir a confiabilidade dos equipamentos. Implementar um programa de manutenção preditiva permite identificar problemas potenciais antes que se tornem críticos, reduzindo custos de reparo e tempo de inatividade não planejado. Além disso, manter uma cultura de manutenção proativa e investir em treinamento de equipe são essenciais para garantir a confiabilidade e eficiência da linha de produção a longo prazo. 4. Melhoria Contínua e Gestão de Qualidade: Por fim, a busca pela melhoria contínua e excelência em qualidade é fundamental para otimizar a linha de produção. Isso envolve a implementação de sistemas de gestão da qualidade robustos, como o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) ou Lean Manufacturing, que visam eliminar desperdícios, reduzir variações e melhorar constantemente os processos. Além disso, a coleta e análise de dados de produção em tempo real permitem identificar oportunidades de melhoria, detectar tendências e tomar decisões baseadas em dados para maximizar a eficiência e qualidade. Conclusão: Ao seguir os quatro pilares essenciais – planejamento e projeto eficientes, tecnologia avançada e automação, manutenção preditiva e confiabilidade, e melhoria contínua e gestão de qualidade – as empresas podem otimizar suas linhas de produção industrial e alcançar níveis mais altos de eficiência, produtividade e competitividade no mercado. É um investimento contínuo e estratégico que leva a resultados superiores e sucesso a longo prazo. Quer saber mais? CLIQUE AQUI e Fale com a gente.
Embalagens Industriais na Era da Indústria 4.0: Inovações e Eficiência

À medida que a Indústria 4.0 redefiniu os padrões de eficiência e inovação, as embalagens industriais não ficaram para trás. Este artigo explora como as embalagens, incluindo o filme stretch, fita adesiva para caixa de papelão e filme poliolefínico (POF shrink), evoluíram para atender às demandas da era digital, impulsionando eficiência e sustentabilidade. 1. Filme Stretch: O Guardião da Integridade da Carga No coração da logística moderna, o filme stretch emerge como um protagonista essencial. Sua capacidade de envolver e proteger cargas de maneira segura e eficiente não apenas preserva a qualidade dos produtos, mas também se integra perfeitamente aos sistemas automatizados da Indústria 4.0. A aplicação estratégica do filme stretch é crucial para garantir a segurança e integridade das mercadorias em toda a cadeia de suprimentos. 2. Fita Adesiva para Caixa de Papelão: União e Resistência A fita adesiva para caixa de papelão desempenha um papel vital na integridade estrutural das embalagens. Com avanços na aderência e resistência, essa fita não só mantém as caixas seguras durante o transporte, mas também se torna um componente inteligente na era da Indústria 4.0. A implementação de fitas adesivas inteligentes, capazes de rastrear e monitorar condições durante o envio, reflete a convergência da embalagem tradicional com a tecnologia moderna. 3. Filme Poliolefínico (POF Shrink): Versatilidade e Sustentabilidade Na busca por embalagens mais sustentáveis, o filme poliolefínico (POF shrink) ganha destaque. Sua versatilidade permite embalar produtos de diferentes formas e tamanhos, reduzindo o desperdício de material. Além disso, a transparência e resistência do POF shrink oferecem proteção eficaz, contribuindo para a integridade dos produtos. Sua aplicação inteligente não apenas atende às demandas da Indústria 4.0, mas também abraça princípios eco-friendly. Conclusão: À medida que a Indústria 4.0 redefine as práticas industriais, as embalagens evoluem para se tornarem não apenas protetoras, mas integradas, inteligentes e sustentáveis. Do filme stretch à fita adesiva para caixa de papelão e ao filme poliolefínico (POF shrink), a próxima geração de embalagens industriais está moldando um futuro onde a eficiência e a inovação caminham lado a lado, impulsionando o sucesso nas operações logísticas. Ficou com alguma dúvida? >> Clique Aqui << e fale com a gente!
Rumo ao Futuro: Tendências Industriais para 2024

À medida que nos aproximamos do ano de 2024, o cenário industrial se prepara para abraçar uma nova onda de inovações e mudanças. Este artigo destaca algumas das tendências mais promissoras que moldarão o futuro das indústrias, oferecendo insights valiosos para empresários, CEOs e líderes de produção. 1. Automação Pervasiva: A automação continuará a ser uma força transformadora, expandindo-se para diversas facetas da indústria. Desde processos de fabricação até operações logísticas, a automação permeia, impulsionando eficiência, precisão e segurança. Aqueles que abraçam totalmente essa tendência estarão à frente na corrida pela excelência operacional. 2. Inteligência Artificial na Produção: A integração de inteligência artificial (IA) na produção ganhará destaque em 2024. Sistemas de IA serão usados para otimizar o fluxo de trabalho, prever falhas de equipamentos, e oferecer insights preditivos. À medida que os algoritmos se tornam mais avançados, as fábricas se beneficiarão de operações mais eficientes e decisões informadas. 3. Sustentabilidade como Prioridade: A sustentabilidade continuará a ser uma pedra angular das operações industriais. Empresas buscarão estratégias que reduzam a pegada ambiental, adotando práticas eco-friendly em seus processos produtivos. A busca por materiais sustentáveis, energia renovável e redução de resíduos será central para as operações do futuro. 4. Impressão 3D Descentralizada: A impressão 3D se tornará ainda mais acessível e eficiente em 2024, permitindo uma produção mais flexível e descentralizada. Essa tecnologia revolucionária não só reduzirá custos de transporte, mas também permitirá a personalização em massa de produtos, atendendo às demandas específicas do mercado. 5. Internet das Coisas (IoT) na Manufatura: A Internet das Coisas continuará a desempenhar um papel fundamental na manufatura. Sensores inteligentes e dispositivos conectados criarão fábricas mais inteligentes, capazes de monitorar, analisar e otimizar processos em tempo real. A IoT proporcionará uma visão abrangente das operações, permitindo ajustes rápidos e eficazes. Conclusão: À medida que nos lançamos em 2024, as tendências industriais delineiam um futuro emocionante e dinâmico. Aqueles que se adaptarem e abraçarem essas mudanças estarão melhor posicionados para alcançar o sucesso a longo prazo. Do aumento da automação à priorização da sustentabilidade, as indústrias estão entrando em uma nova era de inovação e progresso. Nesse cenário você poderá contar sempre com APLASTIK EMBALAGENS. Ficou com alguma dúvida? >> Clique Aqui << e fale com a gente!
INDÚSTRIA: COMO PRODUZIR MAIS SEM AUMENTAR OS CUSTOS?

A competitividade no mercado industrial exige constantes inovações e estratégias para otimizar a produção sem elevar os custos. Neste contexto, a escolha criteriosa dos insumos, especialmente as embalagens industriais, desempenha um papel crucial. Por esse motivo, preparamos este artigo que explora a importância dessa decisão e apresenta diversas abordagens para aumentar a eficiência na produção industrial. A indústria moderna enfrenta desafios significativos, incluindo a crescente demanda por produtos de alta qualidade a preços competitivos. A busca por soluções para produzir mais sem aumentar os custos tornou-se uma prioridade para muitas empresas. Nesse cenário, a eficiência na escolha dos insumos, especialmente as embalagens industriais, pode ser um diferencial estratégico. A seleção adequada dos insumos é essencial para otimizar a produção. No caso das embalagens industriais, essa escolha vai além da simples proteção dos produtos. Ela influencia diretamente na logística, armazenamento, sustentabilidade e, por fim, nos custos totais de produção. Portanto, investir tempo e recursos na seleção correta é uma estratégia inteligente. 2.1. Materiais Sustentáveis Optar por materiais sustentáveis para embalagens não apenas atende às demandas do consumidor consciente, mas também pode reduzir custos a longo prazo. Materiais recicláveis e biodegradáveis, além de contribuírem para a preservação do meio ambiente, podem minimizar despesas com disposição final e impostos relacionados a resíduos. 2.2. Design Inteligente O design das embalagens industriais desempenha um papel vital na eficiência do processo produtivo. Embalagens que facilitam o empilhamento, transporte e armazenamento podem reduzir os custos logísticos, melhorar a utilização do espaço e minimizar possíveis danos aos produtos. 2.3. Customização de Embalagens A customização de embalagens de acordo com as necessidades específicas do produto pode evitar desperdícios e reduzir custos de embalagens desnecessárias. Investir em flexibilidade na produção de embalagens personalizadas pode ser uma estratégia eficaz. A adoção de tecnologias avançadas e processos automatizados pode aumentar significativamente a eficiência na produção. Na escolha dos insumos, como as embalagens, a automação pode minimizar erros, reduzir o tempo de produção e, consequentemente, diminuir os custos operacionais. Estabelecer parcerias estratégicas com fornecedores de embalagens pode oferecer benefícios significativos. Negociar contratos a longo prazo pode resultar em preços mais competitivos, garantia de qualidade e até mesmo assistência técnica. Além disso, fornecedores comprometidos com a inovação podem trazer soluções personalizadas que atendam às necessidades específicas da indústria. Uma gestão eficiente de estoque e logística é crucial para otimizar os custos na produção industrial. Embalagens que permitem uma melhor organização no armazenamento e facilitam a movimentação de produtos podem reduzir significativamente os custos logísticos. Investir na qualificação da equipe é uma estratégia muitas vezes subestimada. Uma equipe treinada e qualificada pode identificar oportunidades de otimização na escolha dos insumos, além de operar máquinas e processos de forma mais eficiente, contribuindo para a redução de custos. Conclusão A indústria enfrenta desafios constantes, mas a otimização na escolha dos insumos, especialmente as embalagens industriais, pode ser a chave para produzir mais sem aumentar os custos. Materiais sustentáveis, design inteligente, tecnologia, parcerias estratégicas e uma equipe qualificada são elementos fundamentais nesse processo. Ao adotar uma abordagem holística na gestão dos insumos, as empresas podem não apenas melhorar sua eficiência operacional, mas também fortalecer sua posição no mercado, conquistando a preferência dos consumidores e alcançando a sustentabilidade a longo prazo. A escolha criteriosa dos insumos é, portanto, um investimento estratégico que impacta diretamente na competitividade e rentabilidade da indústria moderna.
7 dicas para atrair e manter os melhores talentos na indústria

Pessoas são os maiores ativos de qualquer instituição. Por isso, captar e valorizar os talentos na indústria é fundamental para o setor. Toda indústria é constituída de produto, processos, fabricação, vendas, administração e gestão, sendo necessário entregar produtos ou serviços que atendam às necessidades dos consumidores e ter lucro. Exatamente por isso, nenhuma empresa sobrevive sem pessoas, e é por isso que é preciso atrair e manter os talentos na indústria. “Neste processo, prefiro a expressão ‘buscar e valorizar seus talentos’ ao invés de ‘reter talentos’, especialmente se considerarmos as relações de trabalho nos tempos atuais”, diz Márcia Regina Frasson, especialista em RH. A seguir, saiba como fazer isso com a máxima eficiência. Benefícios da manutenção de talentos dentro da indústria No ambiente da indústria, o principal desafio dos empreendedores é entender o custo-benefício de identificar e manter profissionais com competência diferenciada. Assim, processos de contratação que se mostram assertivos, trazendo para a organização o profissional eficaz para a necessidade que gerou sua busca, são de fundamental importância e contribuem significativamente para: Redução de custos – “a contratação assertiva ou manutenção do bom colaborador agregará ao grupo profissionais já bem qualificados ou reduzindo investimentos em formação/qualificação de novos colaboradores”, salienta a especialista em RH. Com isso, evita-se retrabalho em caso de substituição por não adaptação à função/produtividade aquém da esperada etc; Otimização do tempo – uma eficaz contratação evita interrupções ou mesmo paradas em determinadas áreas por falta de profissionais qualificados ou recrutados no tempo previsto; Diminuição de turnover Agilidade de integração e entrega dos resultados esperados. 7 dicas para atrair ou manter bons talentos na indústria Confira dicas que vão ajudar sua indústria a atrair e manter profissionais: 1. Invista em treinamento A expressão “life long learning” vem sendo muito utilizada para destacar uma competência altamente desejada: disposição para aprender sempre, de variadas formas, mostrando-se competente para responder/solucionar problemas e evoluir conforme as demandas surgem. Por isso, investir em capacitação de colaboradores é fundamental. “É preciso desmistificar que não necessariamente através de cursos formais, mas sim das inúmeras maneiras de aprender, a começar pelo ‘treinamento on the job’ (aprender fazendo), de observação, através de mentoria etc”, salienta Márcia. 2. Multiplique a competência dos bons profissionais Bons profissionais podem representar uma excelente fonte de capacitação interna, transferindo para as pessoas menos qualificadas os seus conhecimentos e competências. Exatamente por isso, bons profissionais ou “talentos” merecem sempre um olhar atento de seus líderes, aproveitando que são exemplos nas equipes e podem ter importante papel como líderes funcionais e/ou formadores de opinião na direção da cultura desejada pela empresa. 3. Reconheça seus melhores colaboradores A relação de trabalho pressupõe que ocorram entregas dos funcionários para que a empresa possa cumprir sua missão. Para isto, ela tem visão de futuro, estabelece metas e objetivos, faz investimentos e espera sucesso em sua entrega de produto ao mercado, com o consequente lucro esperado. “Sem colaboradores eficazes – ou ainda, sem investir para ter a maior parte de colaboradores eficazes – dificilmente alcançará os resultados esperados ou será sustentável”, ressalta a especialista em RH. Portanto, é justo que bons colaboradores sejam reconhecidos pela sua competência. 4. Sempre ofereça oportunidades de crescimento dentro da empresa É fundamental que a empresa tenha em sua cultura este pilar, considerado um dos mais importantes para que o funcionário deseje permanecer ali. – Ofereça oportunidades de ascensão na carreira, através de aproveitamentos internos. – Proporcione treinamento e outras formas de aprendizagem e desenvolvimento profissional e pessoal. – Receba feedbacks constantes sobre sua atuação e perspectivas na empresa. – Tenha um ambiente transparente, em que os erros possam aparecer e ser utilizados como aprendizados. 5. Institua a meritocracia Para meritocracia fazer sentido, é fundamental que haja clareza de papéis e quais resultados são esperados dos colaboradores, definindo em qual período e os recursos disponíveis para que realize seu trabalho. “É justo reconhecer aqueles que se destacam, “entregam mais”, com regras conhecidas e aceitas pelo grupo através de sistema de avaliação de performance, de remuneração variável ou mesmo destaques especiais, onde o “feito” merece ser efetivamente destacado e recompensado seu autor”, recomenda Márcia Frasson. 6. Aposte nos feedbacks Dar e receber feedbacks é, possivelmente, a principal ferramenta para construção de uma cultura de respeito, confiança e que valoriza o crescimento dos funcionários. “O papel das lideranças é fundamental nesta questão e precisam ser desenvolvidas para usá-la de maneira correta. Por isso, expandir para uma ‘cultura’ de feedback é ainda mais rico, onde as pessoas sintam-se à vontade e mesmo com responsabilidade em dar e receber feedbacks entre colegas da equipe, de outras áreas, entre diferentes níveis hierárquicos”, diz. 7. Planeje o processo de seleção, de acordo com suas necessidades Fazer um planejamento de pessoal é de fundamental importância dentro da indústria. Idealmente deveria ser feito por períodos pré-estabelecidos. Com isto, líderes são chamados a refletir sobre seu quadro atual e necessidades futuras. O processo seletivo pode ser feito de maneira mais eficaz (sabe-se qual cargo se necessita, para quando e os recursos disponíveis para contratá-lo). Isto permite acionar os envolvidos em tempo hábil para desenvolver o processo com a qualidade que merece. Por fim, muitas vezes, a contratação de novos colaboradores é um processo cobrado ou esperado como responsabilidade exclusiva de RH. Mas, na verdade, é um processo a ser compartilhado por “várias mãos” e de especial responsabilidade da própria direção da empresa e suas lideranças. Assim, com base nas dicas acima, a velha máxima “a pessoa certa para o lugar certo” ainda faz todo sentido! Cabe às indústrias adotá-las. Fonte: A Voz da Indústria
Fordismo: o que é, qual a história e quais as características

O fordismo é o modelo de produção industrial desenvolvido nos EUA por Henry Ford. A linha de produção é uma característica desse sistema produtivo. O modelo foi criado para a indústria automotiva, com a meta de aumentar a produtividade e como consequência reduzir os custos de produção. Por conta dos benefícios trazidos pelo fordismo na produção de carros, o sistema foi adaptado para ser utilizado em outros meios industriais, tornando-se extremamente popular no território americano. Esse sistema produtivo tem sua origem atrelada a superação de características do modelo taylorista, com a automatização dos processos industriais sendo sua principal característica. O fordismo mudou profundamente a estrutura produtiva da indústria, porém teve um declínio devido a uma sucessão de crises de superprodução. Ele apresenta diferenças notáveis em relação aos sistemas taylorista e toyotista, como a valorização da especialização do funcionário e a vistoria da qualidade produtiva no término do processo. O que é fordismo? O fordismo é um sistema de produção para indústria, criado por Henry Ford, famoso fundador da Ford, nos EUA. Este modelo produtivo, aplicado inicialmente na indústria automotiva no início do século 20, tem como principal característica a automatização dos processos da indústria. Seu principal objetivo é aumentar a produtividade das fábricas juntamente com uma redução dos custos de produção. A construção de linhas de montagem, através de esteiras rolantes mecanizadas é um exemplo de como esse sistema de produção é aplicado nas indústrias. A história e origem do fordismo A história do fordismo iniciou nos países mais desenvolvidos do mundo, a partir do final do século 19. O progresso da industrialização gerou uma necessidade de criar técnicas de produção que tivessem uma grande qualidade produtiva juntamente com a rapidez do processo de produção fabril. Com base nesse necessidade surgiram diversos modelos de produção industrial na época. O primeiro foi o taylorismo, desenvolvido por Frederick Taylor, com foco na realização do trabalho na fábrica diretamente relacionado ao tempo das máquinas industriais. O objetivo era ganhar produtividade e diminuir os desperdícios de materiais durante a produção. O fordismo apareceu pouco tempo depois do taylorismo e foi muito influenciado por ele. Desenvolvido por Henry Ford, nos EUA, no início do século XX, para as indústrias fabricantes dos carros da Ford. As técnicas utilizadas pelo sistema fordista eram adaptadas do taylorismo e possuiam como objetivo o aumento da produtividade fabril. Como resultado, o modelo fordista conseguiu uma produção de bens manufaturados com ainda mais velocidade e menor custo através da automatização dos processos das indústrias. A implementação do fordismo aconteceu na linha de produção da Ford nos EUA, com destaque para a cidade de Detroit, que na época era o centro da indústria automotiva global. Após um tempo o sistema foi adaptado para linhas de produção de outros bens manufaturados. Mais tarde o fordismo serviu como base para o desenvolvimento do modelo toyotista, criado por Eji Toyoda. Características do fordismo Ao adaptar as ideias do taylorismo, a Ford removeu do processo de fabricação todos os componentes artesanais, automatizando de forma total os processos industriais. Para fazer isso, vamos explicar algumas características para melhorar o seu entendimento desse modelo. Padronização da produção: Ford definiu padrões em seus automóveis (modelos T), utilizando máquinas que cortavam os componentes do carro e os moldavam, reduzindo possíveis erros humanos. Linha de montagem e esteira rolante: uma das mais significativas inovações de Ford foi a linha de montagem, com a utilização de uma esteira rolante que levava o produto que deveria ser trabalhado até o operário. Isso permitiu que os trabalhadores realizassem movimentos mecanizados e relativamente simples. A esteira controlava o tempo de produção na fábrica. O trabalhador permanecia imóvel enquanto o automóvel percorria a linha de montagem até o final da produção. Redução do tempo de produção: o sistema fordista reduziu muito o tempo de produção de um automóvel ao padronizar os modelos e definir movimentos repetitivos aos operários. Estima-se que na época a Ford demorava, em média, 500 minutos para produzir um veículos. Após a aplicação do sistema Fordista o tempo caiu para cerca de 2 minutos. Divisão rígida de tarefas: cada operário possui uma função específica no processo da esteira, o que melhorava a produtividade e reduzia os custos. Produtos mais baratos e produção em massa: os veículos da Ford começaram a ser vendidos por preços acessíveis, pois os custos reduziram devido as características citadas acima. Dessa forma a maior produtividade na linha de montagem (esteira) e funções específicas para cada operário tornaram popular e comum a aquisição de veículos. As mudanças do fordismo O fordismo causou mudanças profundas no funcionamento das fábricas, e também causou grandes alterações na estrutura econômica, trabalhista e social da sociedade. As transformações causadas pelo sistema fordista tem a ver com a utilização de técnicas de produção mais modernas, através do uso de automatização de linhas de montagem. Além disso, o fordismo gerou uma grande diminuição dos custos de produção, tornando possível maiores retornos financeiros para as indústrias. A sua criação foi um importante marco na transformação das estruturas da indústria mundial. O fordismo alterou a lógica econômica na sociedade de forma geral, uma vez que o aumento de produtividade possibilitaram uma maior capacidade para as indústrias de vender seus produtos, inclusive através de exportações. Também ocorreu um barateamento da produção, porém o trabalho no sistema da Ford continuou extremamente excludente, com base em movimentos repetitivos, marcado até mesmo pela exploração do trabalhador no processo de produção. O sistema de produção também não gerou muita alteração na estrutura social das sociedades, que era marcada pela desigualdade de renda. O declínio do fordismo O sistema de produção fordista foi um sucesso, e, depois de pouco mais de 2 décadas, o modelo T da Ford era o carro mais comum nos Estados Unidos. Contudo, o modelo acumulava estoques enormes, devido a produção em massa e barata. Com isso a Ford teve um acúmulo de mercadorias e ocorreu uma crise de superprodução. Isso ocorreu devido a grande parte dos produtos americanos serem vendidos para a Europa após
3 estratégias de marketing para indústrias – Descubra como alavancar seu negócio

Quem trabalha no setor industrial reconhece que se trata de um ramo repleto de desafios próprios, e com o setor de marketing não é diferente, dado que é necessário pensar exclusivamente em estratégias conhecidas no meio como B2B, uma sigla em inglês que significa “negócio para negócios”. Com esses desafios únicos é realmente complicado encontrar algum conteúdo relevante sobre dicas de divulgação, que, normalmente, são elaboradas para abordar, captar e fidelizar clientes que não sejam corporativos. Conscientes dessas dificuldades, selecionamos abaixo algumas estratégias de marketing industrial para alavancar o seu negócio de uma vez por todas, confira: Tudo começa pela buyer persona Para acertar na hora de divulgar a sua indústria, é imprescindível que você estabeleça uma buyer persona, ou seja, uma representação fictícia do cliente ideal para sua empresa. Deste modo, consegue saber qual é a abordagem mais conveniente, onde encontrar o seu cliente e até mesmo qual linguagem utilizar. Como se trata da abordagem de uma empresa, e não uma pessoa física, considere pontos relevantes, como, por exemplo, porte, faturamento anual, público que é dedicado, experiência perante o mercado, dentre outras questões. Trabalhe a autoridade da marca Para quem trabalha com vendas, é necessário investir em um bom time de vendedores, já que atua para servir empresas, onde é necessário que elas te encontrem e estejam dispostas a utilizar as suas soluções, é importante investir na autoridade da sua indústria. Basicamente, é necessário que a sua indústria se torne uma referência de mercado, e para isso existem diversos pontos que devem ser trabalhados individualmente como está esclarecido neste artigo. Aposte no Inbound Marketing Estratégias como inserções em TV, rádio, veículos impressos e chamadas de telemarketing tem sua validade, mas representam uma forma antiga de se promover o que a sua empresa tem para oferecer para o seu público. Já o Inbound marketing vem com uma proposta diferente: usar do conteúdo criado sobre os problemas que a sua empresa resolve em diversos formatos como posts de blog, podcasts, vídeos, entre outros. O vídeo tem ganhado mais importância, visto que as principais redes sociais tem apostado alto no recurso para engajar seus usuários. Aproveite soluções que permitem editar video online, como o software da InVideo, para que você possa criar um número alto de vídeos com qualidade profissional sem precisar ter ideias do zero. Por fim, não temos uma estratégia, mas sim uma dica bem conveniente, que consiste em pedir ajuda. Como é comum no Brasil, é possível que você tenha que aprender a lidar com uma série de áreas distintas antes que a sua empresa faça sucesso, desde questões burocráticas até a divulgação, no entanto, é importante ter a compreensão de que você não é especialista nesses setores. Ou seja, assim como você contrata um contador para lidar com as questões de impostos, invista em um especialista de marketing para trabalhar a divulgação da sua indústria, assim você garante os melhores resultados, consegue mensurar as demandas e assegura uma leitura mais clara do mercado. Agora que você tem consciência de uma série de estratégias que apresentam resultados no setor industrial, basta colocá-las em prática para alavancar os seus negócios, encontrando um número maior de clientes e também aumentando o faturamento.